quinta-feira, 27 de maio de 2010

Por onde andam os calouros do Raul Gil, Robinson, Rinaldo e Liriel e outros?


Artistas revelados em programa Raul Gil seguem firmes na carreira - 14/10/2009
Provar que brasileiro tem memória curta é difícil se o assunto for televisão. Raramente alguém se esquece do vilão da novela ou dos ganhadores de Big Brother. Cantores revelados em concurso de calouros também grudam na cabeça. O tenor Rinaldo e os cantores Leilah Moreno e Robinson - que passaram pelo programa Raul Gil - são exemplos. O grupo infantil Mulekada também. Afinal, em que pé estão suas carreiras hoje em dia?

As crianças cresceram e desmancharam o grupo formado em 98, que vendeu 300 mil CDs. Julyana Lee, Tatiana Ruiz e Kleber Ramos, conhecidos como versão mirim do É o Tchan, estão em plena adolescência. Julyana canta, Tatiana tornou-se atriz e Kleber apresentador, tendo trabalhado para o Nicklodeon e o programa Turma do Pererê.

Robinson, revelado em 2001 chegou a vender 1,5 milhão de discos logo na estreia e aprofundou sua vocação cristã. O cantor que sempre foi envolvido em atividades das igrejas evangélicas passou a gravar só músicas gospel. Satisfeito com a guinada petencostal, Robinson também dá palestras para pregar a sua fé.

Rinaldo foi outro peso-pesado de 2001. Seus dois primeiros CDs somaram juntos 1 milhão de cópias vendidas. Nessa ocasião Rinaldo ainda cantava com Liriel, sua parceira no programa de calouros. Agora, com a crise dos discos, Rinaldo mais vê o sucesso pelos eventos aos quais é chamado para cantar. Em casamentos, faz até participação especial em corais. Para atender o público vai das óperas a música popular de Guilherme Arantes ou Frank Sinatra.

Desses anos, Rinaldo traz mais prudência. “Cuido melhor da voz e tenho estudado mais”, declara. O tenor toma aulas duas vezes na semana com a professora Irene Karam e fica de olho nos empresários que lhe representam. “É importante o empresário enxergar o lado do artista, que é sensível e não está fazendo tudo só pelo dinheiro. É preciso ser amigo do artista, cuidar dele”, diz.

Também em shows se concentra Leilah Moreno, que passou pelo programa em 2002. Agora, ela acaba de fechar residência no Buddha Bar, espécie de boate dentro da Daslu. Ela vai cantar em cima de bases manipuladas por computador que ela mesma faz: “Adoro descobrir programas novos e uso muito o software Sound Forge”.

Quando participou do programa, Leilah morava longe da capital. Com a boa repercussão mudou-se para São Paulo, gravou três discos e foi chamada a integrar a banda Altas Horas, do programa de Serginho Groismann. “As gravações estão rolando duas vezes por semana por causa do fim de ano”, conta. A familiaridade com câmeras rendeu para Leilah participações no cinema. Atuou no seriado Antônia e no filme Quanto Dura o Amor.

Da vida de caloura sobrou apenas o programa que Leilah gosta de assistir na tevê. “Acompanhei o American Idol, mas não vi Fama, nem Ídolos. Acabo me envolvendo, chorando junto com as etapas”.

A vida de calouro pode ser mesmo dramática, mas para bravos como Rinaldo e Leilah o final foi mais que feliz.

7 comentários:

  1. Andava curiosa para saber noticias da molekada,essas crianças que tanto alegrias trouxeram para as minhas netinhas que adoravam ver o seu DVD.Fiquei feliz em saber que estão bem e fazendo carreira.Muita sorte e felicidades para eles.
    Miriam

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  2. Eu adorava o programa do Raul Gil. Depois que me mudei para o Paraná nunca mais assisti. Vibrava e torcia pelas crianças, pelas duplas. Curti muito Ed Marcos e Alessandro, na minha opinião foi a melhor dupla do interior de SP, pena que não foram reconhecidos pela mídia. Adorava aqueles meninos do sul do Brasil, um garotinho de Santa Catarina (Alex), uma garotinha de Santa Terezinha de Itaipu PR, um garoto arrojado de Passo Fundo e o garoto de Tangará, Mato Grosso. Tenho saudades daquilo tudo...

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  3. chorei junto com os jurados quando Rinaldo cantou pela primeira vez e pediu o pedestal....foi lindo demais.

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  4. Olá, meu nome é Netinho. Leilah Moreno não se lembra de ter visto Fama nem Ídolos. nas edições do Ídolos de 2008, 2009 e 2010, nenhuma mulher foi escolhida para ser o novo ídolo do Brasil? dou uma dica para os internautas: que acessam o site do Hipersessão: perguntem para a cantora o que ela acha disso. se na edição do Ídolos de 2011, e nas próximas edições do reality show musical, uma mulher não foi escolhida para ser o novo ídolo do Brasil, no que a cantora vai pensar mais tarde? o Raul Gil teve na Record um programa que leva o nome dele, assim como ocorre no SBT hoje e o Robinson Monteiro sempre se dedicou a atividades em igrejas evangélicas, e por isso mesmo, quando ele foi calouro do programa, devem ter feito lavagem cerebral no apresentador.

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  5. ainda bem que essas coisas bregas estão sumindo so falta os restardados e o luan merdana, uma coisa ruim a menos sumindo é motivo de comemorar e raul gil ta fazendo hora extra de indiotice, ja deveria ser empacotado!

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  6. MUITOS CANTORES E CANTORAS VIERAM DE PROGRAMAS DE CALOUROS. SÃO PROGRAMAS QUE ASSUMEM UM CERTO VALOR. O QUE ENTRISTECE - POR EXEMPLO, NO PROGRAMA RAUL GIL - É QUE NINGUÉM DÁ SEQUENCIA À CARREIRA DOS BONS TALENTOS. NUNCA PENSARAM EM FAZER AO MENOS DOIS GRANDES ESPETÁCULOS TEATRAIS POR ANO ENVOLVENDO TODOS OS BONS TALENTOS. PROPORCIONAR UM CD E NÃO DIVULGÁ-LO É TRABALHO PERDIDO. AÍ, QUANDO O CALOURO EXPLODE VEM O RAUL GIL DIZER QUE ELE QUE LANÇOU, ETC.
    TEM COISA ERRADA NESSA BAGAÇA...

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