Mostrando postagens com marcador Sílvio de Abrêu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sílvio de Abrêu. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de novembro de 2012

'Sílvio de Abrêu' e o Fracasso de 'Guerra dos Sexos'

Foto:Divulgação

O novelista 'Sílvio de Abrêu' que escreve a atual 'Guerra dos Sexos', que é um fiasco de crítica e público foi entrevistado pelo jornalista 'Daniel Castro' no seu blog no R7, e comentou sobre esse desempenho fracassado de Ibope de seu remake das 19 horas:

"Eu gosto da novela, acho que está correta. Gosto da direção, dos atores. Não concordo com as críticas precipitadas que saíram dizendo que o tema é velho, que não existe mais essa guerra [entre sexos] etc. A novela nunca pretendeu discutir nada, é só uma comédia que se aproveita das diferenças", afirma. E completa:

— Não pretendo mudar meus planos. A procura das agências [publicitárias] por merchandising é enorme, e isso é uma prova de que o interesse vai além do Ibope. Se São Paulo ainda não descobriu a novela ou prefere histórias da classe C, eu sinto muito.

Fonte: Blog do Daniel Castro, R7


O que você acha da novela 'Guerra dos Sexos'?!
E sobre a reação do autor Sílvio de Abrêu sobre as críticas a novela?!
Dê a sua  opinião!!!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

'Aguinaldo Silva' Não Copiou 'Tiago Santiago', nem 'Sílvio de Abrêu'

Joana, a gêmea de Marcela na Pousada da Zambeze

O autor de novelas Tiago Santiago, pai de obras como 'Os Mutantes' e 'Amor e Revolução' comentou no Twitter que a trama que envolve a morte da jornalista Marcela (Suzana Pires), assassinada pela vilã Tereza Cristina (Christiane Torloni) e o surgimento de sua irmã gêmea Joana em 'Fina Estampa' de Aguinaldo Silva seria ideia original sua.Confira o que ele postou no microblog:

“Muita gente vem comentando, e é verdade: Aguinaldo Silva está mesmo com trama bem parecida com a minha, em Amor e Revolução”

Um dos seus seguidores perguntou qual seria o enredo que foi 'copiado'.Ele respondeu:

“Mulher morre e reaparece como irmã gêmea, em busca de vingança!”.

Em 'Amor e Revolução', Olívia (Patricia de Sabrit) foi dada como morta e voltou como Violeta, gêmea da personagem.

A ideia, no entanto, segundo o colunista Daniel Castro, não é novidade nos folhetins. Ele citou a novela mexicana 'Estranho Poder', exibida pelo SBT em 1983, que traz a volta do marido da protagonista, Beatriz, (Jacqueline Andere) como suposto irmão gêmeo com o intuito de vingança.

Falou também que o próprio Tiago Santiago em 2009, na novela 'Promessas de Amor' (Record), utilizou-se do mesmo recurso, quando "matou" o personagem Amadeus (Luciano Szafir) e o trouxe de volta como Bernardo Cordeiro,  seu irmão gêmeo.

E eu como telespectador, ainda digo mais, particularmente acho as novelas do Tiago Santiago, péssimas, portanto acho difícil algum autor que preze a qualidade de seu trabalho querer copiar algo tão pobre e enfadonho de alguém tão inexperiente e nem um pouco humilde.

A crítica e o próprio autor do SBT, esqueceram que essa mesma ideia, de mulher que morre e ressurge como gêmea, que também não deve ser original, talvez seja inspirada na literatura ou no cinema;
veio antes em 1998 pelas mãos de Sílvio de Abrêu em 'Torre de Babel', onde Sílvia Pfeifer deu vida a estilista Leila, que morreu na explosão de um shopping, e reapareceu na mesma figura no fim da novela, vivendo a gêmea Leda, que também veio para confundir o espectador e os personagens.

Cena de 'Torre de Babel' com Christine Torloni abraçada a Sílvia Pfeifer no momento da explosão do Tropical Tower Shopping

Com um universo de dramaturgia tão vasto, repleto de produções desde a época da TV Tupi, Excelsior, Manchete e todas as atuais emissoras que produziram ou produzem folhetins fica difícil em determinado momento não haver repetição ou inspiração em conteúdos alheios, destaca-se aquele que melhor sabe contar as histórias como é o caso da autoria de 'Fina Estampa', que é de longe a maior audiência da TV no Brasil desde Agosto de 2011.

Breno Bras

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

'Café da Manhã' de 'Fernanda Montenegro' e 'Paulo Autran' em 'Guerra dos Sexos'



Cena clássica da dramaturgia nacional, estrelada por Fernanda Montenegro e Paulo Autran na novela 'Guerra dos Sexos' de Sílvio de Abrêu exibida em 1983 pela Rede Globo no horário das 7 da noite.Confira esse café "pastelão":

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Reynaldo Gianecchini é bom ator?

O autor Silvio de Abreu marcou presença na pré-estreia de Cruel, na noite de quinta-feira (22), no Teatro Faap, em São Paulo, na qual Reynaldo Gianecchini, Maria Manoella e Erik Marmo vivem um triângulo amoroso.


Em entrevista com a imprensa, Silvio aproveitou para elogiar o trabalho de Gianecchini.


“Eu tenho um carinho muito grande por ele. Gianecchini é um ator que precisa ser mais reconhecido. Pelo fato dele ser muito bonito, pelo fato dele ter começado como modelo, as pessoas não dão ainda a ele o devido valor que ele tem como ator. Acho o Gianecchini um ator muito interessante, gosto muito mesmo do trabalho dele. Isso dele ser modelo, ele vai carregar para sempre. Não só o fato dele ser modelo, como também o fato dele ser bonito, porque hoje em dia é assim: se a pessoa é muito bonita, não tem talento, porque eles acham que precisa compensar de algum jeito. A pessoa é bonita não pode ter talento. A feia tem talento. Mas a coisa não funciona assim. Às vezes tem gente feia com talento e gente feia sem talento e vice-versa. Ele foi muito bem, não só na Passione, como na Belíssima também, que foram dois personagens completamente diferentes”, lembrou o novelista, referindo-se ao papel cômico em Belíssima, na qual interpretava um mecânico e, logo em seguida, o temido vilão Fred, de Passione.

Terra

Saiba Mais:

Essa semana Gianecchini concedeu entrevista,  afirmando que curtiu muito fazer o Fred de Passione, e que na TV, arrumar papéis bons é raro, difícil.Que humilde, não?!
Na minha opinião a atuação dele nessa última novela foi irregular, mas evolutiva.Ele foi bem canastrão no início, e do meio para o fim, foi que se superou.Passione também não é um exemplo de boa novela.Sílvio de Abrêu, ao contrário de todas suas obras anteriores, escreveu uma trama medíocre, que só valeu pela trama final de Clara.
Enfim, não vou discutir mais aqui, o talento dos dois, porque a vida profissional é cheia de altos e baixos; agora que os dois com essa rasgação de seda, mostram o quão esnobes e soberbos são, isso, não resta dúvida.
Passione foi uma história de gosto duvidoso.Sobraram parentes, e faltaram enredos. O Fred foi um psicopata afetado, via a hora dele ter que pintar as unhas frente as câmeras.
Reynaldo Gianecchini aliás deveria fazer várias sessões de fonoaudiologia, porque essa voz nasal  não o leva muito longe, quem sabe fazendo um fanho no Zorra Total... seu trabalho seria mais adequado.Quem começou representar outro dia, deveria saber, que há uma longa jornada para se qualificar.E mesmo alguém tão experiente e inteligente como o Sílvio de Abrêu não pode esquecer que há que saber perder.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nova versão de Guerra dos Sexos é adiada


"Guerra dos Sexos" não será gravada novamente em 2012. A direção da Globo engavetou o projeto alegando o temor de que seja encarado como algo "repetitivo", tendo em vista que outras produções abordarão temas parecidos.


O remake da trama vinha sendo defendido há anos por profissionais da casa. O autor Silvio de Abreu e o diretor Jorge Fernando eram os responsáveis por comandar os trabalhos. Os atores Regiane Alves e Reynaldo Gianecchini eram cogitados para os papéis principais.


Originalmente a novela foi exibida entre 6 de junho de 1983 a 6 de janeiro de 1984, para o horário das 19h da Rede Globo. A Globo já reprisou um compacto de "Guerra dos Sexos" em 1982 na "Sessão Aventura" - hoje equivalente ao "Vale a Pena Ver de Novo".

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sílvio de Abrêu conta o final de Passione

LAURA MATTOS
DE SÃO PAULO



"Passione" acaba amanhã e seu autor, Silvio de Abreu, disse à Folha que o final vai contrariar o público. Para ele, a catarse -"mocinho recompensado, vilão castigado"- não faz pensar. Quer que o espectador "discuta o desfecho para a novela não terminar em 14 de janeiro".
Em seu apartamento, em São Paulo, na segunda, Abreu, 68, falou sobre a novela das oito, a 14ª da sua carreira, audiência, novas mídias, e, o melhor para quem é noveleiro: comentou as tramas e as possíveis soluções.
A partir da conversa, a Folha aposta que Fred ou Clara, vilões interpretados por Reynaldo Gianecchini e Mariana Ximenes, seja responsável pelos assassinatos.
Abreu diz que sua estratégia é confundir o público ao longo da trama, mas que sua história é simples. A solução foi óbvia em "Belíssima", sua novela anterior. Vilã desde o início, Bia Falcão (Fernanda Montenegro) foi revelada no último capítulo como a responsável por todos os crimes. Leia abaixo trechos da entrevista.

 




Pistas
Não gosto de novela morosa. Gosto de novela que traga a cada dia um entretenimento diferente. Por isso misturo dois gêneros lúdicos, o thriller e a comédia, e tempero com melodrama. Dou pistas sempre, nunca pistas falsas.
Os mistérios são algo que o público poderia ter deduzido. Quando a novela acabar, veja o primeiro capítulo, havia ali indícios. Minhas histórias são simples, o modo de contar é que é complicado.
Confundo o público, mas sei desde o início onde vou chegar. A morte de Saulo [Werner Schünemann] é o centro, porque o assassino matou Eugênio [Mauro Mendonça] no primeiro capítulo.


Vilões
"Má o meno" [os vilões vão se dar mal]. Parte se dá mal, parte, bem. Não gosto de maniqueísmo. Gosto que seja um pouco espelho da sociedade, e não é verdade que vilões são castigados. Gostaríamos que fosse, mas não é.
Ao fazer a catarse -mocinho é recompensado e bandido, castigado-, não deixamos o espectador pensar. Quando o contrariamos, ele fica discutindo: Por que o vilão foi solto? Para a novela não acabar em 14/1, tem de deixar ruído.


Manchetes mentirosas
Revistas de TV fazem manchetes alucinantes e mentirosas. Quando a TV se democratizou, no Plano Real, a classe DE ficou importante.
As revistas que custavam R$ 10 se dividiram em dez de R$ 1. Não há dez novidades por semana, então inventam com a maior desfaçatez. Mas isso me diverte. Deus me livre fazer uma novela que não sai na capa das revistas!


Comércio de informação
Não gosto é do comércio, de quem suborna funcionários da TV para ter os capítulos.
Provamos que isso existia na "Próxima Vítima" [1995]. Falei com o [então diretor da Globo] Boni e ele descobriu que pessoas do departamento de fotocópia vendiam capítulos e as mandou embora.
Agora, com "Passione", voltei a ter problemas e tive que picar capítulos e mandar para atores só a sua parte. Só a [diretora da novela] Denise [Saraceni] sabia a ligação das cenas. Quase sempre percebemos quem passou. A coluna dá a informação e publica nota de um ator mixo, que obviamente está pagando aquele favor. Isso sem falar do roubo, que é inaceitável.


Audiência
Me decepcionei com o fato de o público não ter embarcado em "Passione" no início. Isso me trouxe uma lição: cada novela tem que buscar seu público. Não tem mais a história de que a Globo já faz da novela um sucesso.
Está sendo muito discutido se as pessoas estão vendo a novela em outras mídias ou se não querem mais novela. A Globo ainda não sabe. Não entende por que a repercussão é maior do que o ibope.


Elenco de estrelas
Tínhamos um elenco de estrelas: Fernanda Montenegro, Aracy Balabanian, Vera Holtz, Cleyde Yáconis, Irene Ravache... É difícil fazer com que cada uma tenha seu mundo na história e não se sinta coadjuvante. Quando se juntavam em cena, uma não ficava embaixo da outra.
Para mim, foi uma questão de respeito a essas atrizes.


"Guerra dos Sexos"
Em 2012 devo fazer o remake de "Guerra dos Sexos". Acho que é a primeira vez que alguém faz seu próprio remake, mas ninguém fará melhor do que eu [risos]. Penso no Tony Ramos no lugar do Paulo Autran, mas não sei quem fará o papel da Fernanda Montenegro.

domingo, 28 de novembro de 2010

Passione:'Melhor' novela de Sílvio de Abrêu

Diz Silvio de Abreu


'Novelas de hoje são melhores'
NO AR COM 'PASSIONE', SILVIO DE ABREU FALA A RESPEITO DO SUCESSO DE 'VALE TUDO'
Acompanhando o sucesso da reprise de "Vale Tudo" (1988-1989), no canal a cabo Viva, o autor de "Passione", Silvio de Abreu, não acredita que as novelas do passado sejam melhores que as atuais. "Sou um otimista. Acredito na evolução. A qualidade das produções hoje é muito melhor. Não acho que 'Paraíso Tropical' [2007] seja pior do que 'Vale Tudo'", disse, referindo-se à última trama de Gilberto Braga, que também escreveu "Vale Tudo". "Não penso que 'Rainha da Sucata' [1990] tenha sido melhor que 'Passione'", comparou Silvio de Abreu, autor de ambas as tramas. "Tenho minhas novelas gravadas. Quando me aposentar, vou revê-las."

*Opinião do Hipersessão:

Errou feio o Sílvio de Abrêu na sua avaliação.Mesmo respeitando a opinião dele, e considerando que ele é o pai dessas obras, discordo como telespectador, em absoluto sua afirmação de comparar que Passione é muito superior a Rainha da Sucata.Ao contrário, o texto de Rainha da Sucata é ágil, rico, popular e ao mesmo tempo sofisticado.Foi uma novela que ninguém queria perder.
Passione é uma novela estritamente técnica, mas sem emoção.Os diálogos muito certinhos, mas quadrados e didáticos, embora o autor queira ousar ao abordar temas difíceis, espinhosos, como a avó que tenta explorar a neta de menor, e, é agredida pela outra, que a chama de "velha porca"; ou uma mãe adúltera, que disputa com a filha um  namorado toscano.
A repercussão nem é tanta, fica mais aquele ar de 'boca do lixo', que torna mais chata ainda a novela.
Falando em reação do público, o que interessa saber quem é o assassino da trama?Está bem claro que é o Fred.Aquilo lá, é um exercício para o Gianecchini como ator, um "presente", já que o próprio Sílvio diz que cria os personagens pensando em quem vai interpretá-los.Fred é um vilão modelo, inventado para bajular seu desempenho, sua "evolução" diante das câmeras.
A Bete Gouveia de Fernanda Montenegro é uma mãe de filhos complicados ou de péssimo caráter, que não tem vida afetiva, nem vida social, ela não tem amigas de sua faixa-etária, não sai de casa que não seja para trabalho, e seus maiores diálogos são sobre a empresa com o mocinho-banana Mauro.Tudo na maior formalidade, sem um pingo de naturalidade.
Hoje muitos autores inspirados em roteiros de séries americanas muito bem sucedidas, querem introduzir um enredo eletrizante em suas novelas. É aquela história de dizer, que tudo acontece muito rápido...o Sílvio embarcou nessa, ou acho que inspirou-se também no ótimo desempenho de João Emanuel Carneiro, de quem ele foi supervisor em A Favorita, um grande marco nesse sentido, realizada com muita intuição, e menos padrões de "Como escrever uma novela em três lições".Houve sim, um ponto fraco, que foram as tramas paralelas, que eram pouco presentes.Na época lembro, que o próprio Sílvio de Abrêu comentou que não perdia as desventuras de Donatela e Flora, mas que as tramas paralelas não remetiam as tramas principais.Até aí ele acertou, mas o que dizer agora de suas tramas paralelas?
Passione parece sobre esse aspecto ter sido concebida as pressas, feita nas 'coxas'.Há uma coerência em tudo girar em torno da Bete Gouveia; mas não é demais, não é inverossímil, todo mundo ser parente de todo mundo, todos os crimes, conflitos, romances e promiscuidades serem relacionados exclusivamente ao "RH Gouveia"?"
Tirando a comédia da novela, capitaneado pelo núcleo do Olavo muito bem estruturado, salva-se pouca coisa digerível em Passione, que sem sombra de dúvida é a pior novela de Sílvio de Abrêu; calculada a régua, já que é um romance policial, feita de trás para frente para que no seu último capítulo sejam justificados os 'mistérios' da trama; mas é uma novela fria, insossa, que quer fazer muito barulho por nada.Tanto que sua audiência não reage, seu poder de fogo é brando.
Rainha da Sucata de 20 anos atrás pode não ter tido os mesmos recursos que Passione dispõe hoje, mas era uma história bem mais
elaborada e agradável.
Alguém lembra de Maria do Carmo, Dona Armênia e "suas três filhinhas", Adriana 'A bailarina da coxa grossa', Seu Moreiras, Betinho, Isabelle de Bresson, a "biscatona" Nicinha e a arqui-vilã Laurinha Figueiroa????Tenho certeza que sim.
E quem lembrará anos mais tardes de Totó, Saulo, Noronha, 'Aielo', Diana, Melina, Felícia?Só tipos vazios, irritados e antipáticos.
Só concordo com o Sílvio de Abrêu quando ele fala que Paraíso Tropical equivale a Vale Tudo.
Torço para que depois do remake de Guerra dos Sexos, SA crie uma novela das 8 tão boa quanto Rainha da Sucata, A Próxima Vítima, Torre de Babel e Belíssima!
É esperar pra ver...

*E você, acha que Passione é melhor que as novelas mais antigas?
Deixe seus comentário!