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sábado, 8 de dezembro de 2012

'Ciclos de Cinema', Sábado, 8/12/2012:'Fabricando Tom Zé'

Fabricando Tom Zé
O documentário, Décio Matos Jr, mostra a trajetória do músico Tom Zé, desde a infância em Irará, interior da Bahia, passando pela Faculdade de Música em Salvador. Também seus primeiros sucessos como integrante do Movimento Tropicalista e a conquista do Festival da TV Record com a canção São Paulo, Meu Amor.

A produção também acompanha os momentos difíceis do cantor e compositor que, depois da primeira vitória, ficou praticamente esquecido pelo público, até ser redescoberto por David Byrne nos anos 80.
O filme recebeu o prêmio de Melhor Documentário, eleito pelo Juri Popular na 30ª Mostra Internacional de São Paulo e no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro de 2006; e Menção Honrosa no Festival de Cinema Brasileiro de Paris.

Direção: Décio Matos Jr.
Participações: Tom Zé, Neusa Martins, Gilberto Gil, David Byrne, Caetano Veloso
Ano: 2007
Gênero: documentário
Não recomendado para menores de 14 anos
Reprise. 89 min.

Sábado, 22h30

sábado, 1 de dezembro de 2012

'Ciclos de Cinema', Sábado, 1/12/2012:'Capitalismo Selvagem'

Capitalismo Selvagem
Capitalismo Selvagem é uma comédia que satiriza e faz paródia com as novelas brasileiras. No filme, o empresário Hugo Assis, dono da Jota Mineração, conhece Elisa Medeiros, repórter que investiga as atividades da empresa.
Por meio de Elisa, o poderoso empresário descobre sua verdadeira origem e nasce entre os dois um tórrido caso de amor que vai transformá-lo em outra pessoa.
Uma drástica mudança na Jota Mineração inicia um grande projeto de extração de ouro em terras indígenas. Com isso, Elisa se engaja na luta ecológica, contra a exploração e em defesa da terra dos índios. Essa luta cresce e se torna pública.
Reprise. 86 min.
Ano: 1993. Gênero: comédia. Direção: André Klotzel. Elenco: José Mayer, Marisa Orth, Marcelo Tas, Fernanda Torres, Vera Holtz, Adilson Barros, Maria Luíza Castelli, Helen Helene, André Klotzel, Cláudio Lepomo, Oscar Magrini, Cassiano Ricardo, Flávio R. Tambellini
Não comendado para menores de 16 anos.


Sábado, 22h30

sábado, 24 de novembro de 2012

'Ciclos de Cinema', Sábado, 24/11/2012:'Doces Poderes'

Doces Poderes
O filme de Lúcia Murat, Doces Poderes, narra a história da jornalista Bia (Marisa Orth), que vai à Brasília para assumir a chefia da sucursal de uma rede de TV. Ao ocupar o cargo, ela sofre toda sorte de pressões e tentações.
Isso aconetece durante o período eleitoral e o ex-diretor da TV deixa a função para chefiar a campanha de um jovem candidato a governador. Metade dos profissionais da sucursal também está deixando o local, pelos mais variados motivos.
Bia reencontra um deputado de esquerda, amor de adolescente, que está casado. Acabam formando um triângulo amoroso. Todos os personagens vão se deparar com situações ambíguas e eticamente discutíveis. A reação a essas manipulações, entremeada por reencontros e desencontros afetivos, é a história de Doces Poderes.

Ano: 1997.
Gênero: comédia.
Direção: Lúcia Murat, com Marisa Orth, Antônio Fagundes, José de Abreu, Otávio Augusto, Cláudia Lira, Tuca Andrada, Sérgio Mamberti, Catarina Abdala, Cristina Aché, Paulo Adario, Elias Andreato.
Não recomendado para menores de 16 anos.
Reprise. 94 min.

Sábado, 22h30

sábado, 17 de novembro de 2012

'Ciclos de Cinema', Sábado, 17/11/2012:'Apolônio Brasil, O Campeão da Alegria'

Apolônio Brasil, campeão da alegria
A comédia musical Apolônio Brasil, o campeão da alegria, dirigida e roteirizada por Hugo Carvana e com música de David Tygel, foi a última participação de José Lewgoy no cinema.

O filme conta a história de Apolônio Brasil, famoso músico das noites boêmias do Rio de Janeiro. O único legado deixado ao filho, um jovem escritor, foi seu próprio cérebro, retirado após sua morte.

O filho tenta resgatar o cérebro do pai das mãos de um cientista louco, que pretende transformá-lo em lucrativo negócio internacional.

O longa recebeu o Prêmio Especial do Júri e foi indicado na categoria Melhor Filme do 31º Festival de Cinema de Gramado, em 2003.

Ano: 2003
Gênero: comédia
Direção: Hugo Carvana
Elenco: Marco Nanini, Louise Cardoso, Antonio Pitanga, Marcos Paulo, Sylvia Bandeira, José Lewgoy
Não recomendado para menores de 12 anos
Reprise. 117 min.

Sábado, 22h30

sábado, 10 de novembro de 2012

'Amélia' no 'Ciclos de Cinema' da 'TV Brasil'

Amélia
Realizado por Ana Carolina, Amélia é um filme de ficção, livremente inspirado na visita da atriz francesa Sarah Bernhardt ao Brasil, em 1905. Embora Sarah Bernhardt tenha realmente passado pelo Brasil, a diretora criou uma ficção em torno do assunto.
Sarah não tinha uma camareira brasileira. Amélia é fictícia, assim como suas irmãs. Mas, em torno delas, tudo é real: desde a recriação de época às questões políticas que o filme levanta.
A divina Sarah, protagonizada por Béatrice Agenin, em crise profissional e pessoal, é induzida por sua camareira brasileira, Amélia (Marília Pêra), a apresentar-se no Rio de Janeiro. Entretanto, no dia do desembarque Amélia morre de febre amarela e a atriz passa a conviver com as exóticas irmãs de sua querida auxiliar. Sarah Bernhardt encontra-se só e é obrigada a entrar na confusão brasileira.
O filme recebeu três indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias de Melhor Atriz (Miriam Muniz), Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte. Reprise.130 min.
Ano: 2000. Gênero: drama. Dirigido por Ana Carolina Soares, com Marília Pêra, Béatrice Agenin, Camila Amado, Pedro Bismark, Alice Borges, Marcelia Cartaxo, Betty Gofman, Xuxa Lopes, entre outros

Não recomendado para menores de 12 anos.



Sábado, 22h30

sábado, 3 de novembro de 2012

'Se Segura, malandro' no 'Ciclos de Cinema' da 'TV Brasil'

Se segura, malandro!Se segura, malandro!
Paulo Otávio é um malandro carioca que mantém uma estação de rádio clandestina. Ele a utiliza para contar as histórias do cotidiano da cidade. Para mantê-la no ar, Paulo conta apenas com a ajuda de sua repórter de rua, Calói Volante.
As graças e desgraças da cidade incluem os assaltos do "Zatopek do Crime", um homem que rouba enquanto pratica cooper. Já Alcebíades, um funcionário exemplar com 30 anos de serviços prestados, resolve sequestrar um elevador da empresa onde trabalha. Os impasses da cidade se repetem e por isso ao mesmo tempo que são trágicos também se tornam cômicos. Inédito. 110 min.
Ano de estreia: 1977. Gênero: comédia. Direção: Hugo Carvana, com Hugo Carvana, Denise Bandeira, Claudio Marzo, Lutero Luiz, Louise Cardoso, Henrique Brieba.



Sábado, 22h30

sábado, 27 de outubro de 2012

Filme 'Sábado' no 'Ciclos de Cinema' da 'TV Brasil'

Sábado

Na comédia Sábado, uma equipe de publicidade transforma o saguão do antigo Edifício das Américas, no centro da cidade de São Paulo, em um ambiente luxuoso para a gravação de um comercial.
Porém, a diretora artística do anúncio fica presa no elevador junto com o cadáver de um antigo morador do local e dois funcionários do Instituto Médico Legal que tinham ido buscar o corpo.
O incidente obriga equipe e moradores a dividirem o mesmo espaço, constrastando duas realidades distintas. Desse convívio forçado surgem pequenos fatos que tornam este sábado diferente de qualquer outro. Reprise. 85 min.
Ano: 1995. Gênero: comédia. Direção: Ugo Giorgetti, com Otávio Augusto, Maria Padilha, Tom Zé, Giulia Gam, André Abujamra, Jô Soares.


Sábado, 22h30

sábado, 20 de outubro de 2012

'Beijos Proibidos' no 'Ciclo de Cinema' da 'TV Brasil'

Fonte/Divulgação
Beijos Proibidos é protagonizado pelo personagem Antoine Doinel, que, depois de dar baixa no serviço militar, decide procurar um emprego e uma namorada em Paris.
Inicialmente, sobrevive como porteiro noturno de um hotel até decidir se dedicar a sua grande vocação: trabalhar como detetive particular.
Suas atrapalhadas investigações são acompanhadas por sua namorada, a apaixonada Christine Darbon, ao som da bela canção Que reste-t-il de nos amours, de Charle Trenet.
Título Original: Baisers Volés. País: França. Ano: 1968. Gênero: drama. Direção: Francois Truffaut, com Jean-Pierre Léaud, Delphine Seyrig, Claude Jade, Michael Lonsdale.

Sábado, 22h30

sábado, 13 de outubro de 2012

'Carrossel da Esperança' no 'Ciclos de Cinema' da 'TV Brasil'


Carrossel da Esperança (Jour de Fête)

Uma vez por ano, uma feira traz atrações como um cinema ambulante para o pequeno vilarejo de Sainte-Sévère, no interior da França. Em uma das sessões, François, o carteiro do local, assiste à projeção de um documentário sobre o serviço postal norte-americano e decide colocar o método em prática para fazer o correio chegar mais rápido.

Montado em sua bicicleta, se lança pelo campo com vigor. Passa carros, gira em torno de uma vaca, encontra uma cabra ignorante, uma abelha irritante e um incontável número de copos de vinho branco que se interpõem em seu caminho.

Jacques Tati pretendia que Carrossel da Esperança fosse a cores mas, por segurança, também o filmou em preto e branco, cópia que chegou aos cinemas. Em 1964, o diretor acrescentou novas sequências, da mesma forma que coloriu imagens à mão. O azul, branco e vermelho da França surgem quando as imagens que desenha no papel interagem com as que Tati projeta na tela.
Carrossel da Esperança marca a comunhão entre diretor, público e personagens. O filme recebeu o prêmio de Melhor Cenário do Festival de Veneza, 1949 e Grande Prêmio do Cinema Francês, 1953. 

Reprise. 79 min.
Título original: Jour de Fête. País: França. Ano: 1964. Gênero: comédia. Direção: Jacques Tati, com Jacques Tati, Paul Frankeur, Guy Decomble, Santa Relli, Maine Vallée, Delcassan, Roger Rafal, Robert Balpo, Jacques Beauvais.
Livre

Sábado, 22h30

sábado, 6 de outubro de 2012

'Orfeu Negro' no 'Ciclos de Cinema' da 'TV Brasil'

Orfeu Negro

Orfeu Negro, primeira versão cinematográfica da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes, conta uma trágica e bela história de amor, em que o mito grego de Orfeu e Eurídice é transportado para os morros do Rio de Janeiro, durante o Carnaval.
Consagrado no mundo inteiro, tendo recebido muitos prêmios, incluindo a Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme é também considerado um dos marcos fundadores da bossa nova. A trilha sonora, assinada por Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Luiz Bonfá e Antonio Maria, traz clássicos do gênero como A Felicidade, Manhã de Carnaval e O Nosso Amor.
Na trama, Orfeu é motorista e músico no Rio de Janeiro, noivo de Mira. Durante o Carnaval, ele conhece Eurídice, que deixou seu vilarejo para fugir de um bandido. É amor à primeira vista. O mito dá conta do amor do casal acompanhado de perto pela morte. Quando Eurídice é vitimada, Orfeu desce aos infernos para buscá-la e o destino de ambos depende de nunca mais se olharem.
Uma das cenas mais emblemáticas do filme de Marcel Camus é quando o protagonista vai a um terreiro de candomblé e ouve sua amada no corpo de uma velha. Apesar de uma imagem clichê (Camus lançou mão de outras durante a produção), a cena não chega a comprometer a adaptação da obra de Vinicius de Moraes para a telona.
Orfeu Negro foi lançado na França em 12 de junho de 1959, sendo sucesso de público e de crítica, embora tenha sido alvo de críticas negativas como a do cineasta francês Jean-Luc Godard. No Cahiers du Cinéma, ele detalhou os erros e os absurdos que encontrou no roteiro. Reprise. 100 min.

Título original: Orfeu Negro (Orphée Noir). País: França, Itália e Brasil. Ano: 1959. Gênero: drama. Direção: Marcel Camus, com Breno Mello, Marpessa Dawn, Lourdes de Oliveira, Léa Garcia, Ademar da Silva, Alexandro Constantino, Waldemar de Souza, Jorge dos Santos, Aurino Cassiano, Marcel Camus
Não recomendado para menores de 12 anos



Sábado, 22h30