domingo, 11 de abril de 2010

POR ONDE ANDAM OS GONNIES?


Jonathan Ke Quan (Richard "Dado" Wang)
O garotinho vietnamita cheio de traquitanas de “Os Goonies” virou o mascote de Harrison Ford em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. Quando cresceu, porém, foi para trás das câmeras, atuando como treinador de artes marciais em filmes como X-Men


Jeff Cohen (Lawrence "Gordo" Cohen)
O gorducho Cohen arrancou muitas risadas com seu jeito atrapalhado em “Os Goonies”. Mas sua carreira artística não deslanchou. Hoje ele é um advogado da área de entretenimento e eventualmente produz filmes independentes.

POR ONDE ANDAM OS GONNIES?


Josh Brolin (Brand Walsh)
Josh Brolin era Brand Walsh, o galãzinho do filme. O ator fez diversos filmes desde então, inclusive sucessos como “Onde os fracos não têm vez”, dos irmãos Cohen, e “Melinda e Melinda”, de Woody Allen. Também participa do filme “Milk”, com Sean Penn, e interpreta George Bush em “W”, de Oliver Stone.

Kerri Green (Andy Carmichael)
Namoradinha de Brand, Kerri era a cheerleader de “Os Goonies” e salvou o grupo de cair de um penhasco ao tocar um piano feito de ossos. Participou de series como “Law and order”, “ER” e “Louco por você”, com Helen Hunt.

POR ONDE ANDAM OS GONNIES?


Martha Plimpton (Stef Steinbrenner)
Modelo e atriz, Martha interpretou a adolescente ranzinza no filme. Ficou também conhecida por seu namoro com River Phoenix, ídolo dos anos 80 e 90 que morreu precocemente de overdose. Atualmente, escreve peças de teatro, mas de vez em quando dá pinta em alguns seriados como “ER”.

John Daniel Matuszak (Sloth)
John interpretou o feioso, mas adorável monstrinho do filme, Sloth. Sua maquiagem demorava cinco horas para ficar pronta. Antes de ser ator, ele era jogador de futebol americano, conhecido como “Tooz”. Morreu de ataque cardíaco, em 1989, possivelmente por excesso de anabolizantes.

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL

Por onde anda a turma de 'Carrossel'?
Mais bem-sucedida é a Ludwika Paleta, que interpretava a pequena vilã Maria Joaquina

Barbara Duffles

A novela “Carrossel”, que fez sucesso no Brasil no início dos anos 90, está completando 20 anos desde que foi exibida pela primeira vez, no México. Apesar do dramalhão lacrimejante, as aventuras da professorinha Helena e seus alunos viraram mania entre as crianças brasileiras, tanto que a atriz Gabriela Rivero desceu a rampa do Congresso Nacional, em 1991, com o então presidente Fernando Collor de Mello. Veja por onde andam alguns integrantes da novela.

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL


Ludwika Paleta (Maria Joaquina)
Atriz mexicana de origem polonesa, mudou-se para o México aos três anos. Na novela, interpretava uma menina mimada e racista, filha de pai rico. É a mais bem-sucedida do grupo: atuou em novelas com Gael Garcia Bernal e Thalia, virando musa mexicana. Casou-se, teve um filho, e separou-se depois de 11 anos de casamento. Este ano, mudou-se para a Argentina, onde protagoniza uma novela. Durante reencontro com os colegas de "Carrossel", em 2007, emocionou-se. “Há 15 anos não nos víamos, vivíamos como irmãos. Viajamos juntos, tomávamos café e almoçávamos juntos. Era uma família.”

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL


Gabriela Rivero (Professora Helena)
Sua personagem era a típica heroína romântica: bonita, educada e sempre com uma boa lição para dar aos alunos. Quando veio ao Brasil, em 1991, Gabriela se encontrou com o presidente Collor. Após "Carrossel", ela participou de inúmeras novelas no México, a última delas em 2007. A atriz de 45 anos se descuidou da forma e atualmente exibe um visual rechonchudo.

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL


Pedro Javier Viveros (Cirilo)
Na trama, interpretava o menino humilde que era apaixonado por Maria Joaquina, mas sofria com o preconceito da menina - que sempre o desprezava dizendo "sai daqui, seu negro!". Em um episódio, chegou a usar um creme para embranquecer (lembrou de alguém?).

Atualmente, Pedro trabalha com ciências da comunicação.

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA 'CARROSSEL'?

Ludwika Paleta (Maria Joaquina)
Reprodução /Reprodução

Ludwika Paleta, a Maria Joaquina

Atriz mexicana de origem polonesa, mudou-se para o México aos três anos. Na novela, interpretava uma menina mimada e racista, filha de pai rico. É a mais bem-sucedida do grupo: atuou em novelas com Gael Garcia Bernal e Thalia, virando musa mexicana. Casou-se, teve um filho, e separou-se depois de 11 anos de casamento. Este ano, mudou-se para a Argentina, onde protagoniza uma novela. Durante reencontro com os colegas de "Carrossel", em 2007, emocionou-se. “Há 15 anos não nos víamos, vivíamos como irmãos. Viajamos juntos, tomávamos café e almoçávamos juntos. Era uma família.”


Gabriela Rivero (Professora Helena)
Reprodução /Reprodução

Gabriela Rivero, a professora Helena

Sua personagem era a típica heroína romântica: bonita, educada e sempre com uma boa lição para dar aos alunos. Quando veio ao Brasil, em 1991, Gabriela se encontrou com o presidente Collor. Após "Carrossel", ela participou de inúmeras novelas no México, a última delas em 2007. A atriz de 45 anos se descuidou da forma e atualmente exibe um visual rechonchudo.
Pedro Javier Viveros (Cirilo)
Reprodução /Reprodução

Pedro Javier Viveros, o Cirilo de 'Carrossel'

Na trama, interpretava o menino humilde que era apaixonado por Maria Joaquina, mas sofria com o preconceito da menina - que sempre o desprezava dizendo "sai daqui, seu negro!". Em um episódio, chegou a usar um creme para embranquecer (lembrou de alguém?).
Atualmente, Pedro trabalha com ciências da comunicação.
Crystel Klitbo (Valéria)
Reprodução /Reprodução

Crystel Klitbo, a Valéria

Em "Carrossel", a personagem Valéria fazia roupinha para ajudar o pai, em dificuldades financeiras. Era a feinha da turma, com óculos fundo de garrafa. Quando cresceu, a atriz Crystel Klitbo se transformou numa bela mulher, mas sua carreira artística não foi muito longe. Atuou em mais algumas novelas mexicanas, mas nada relevante.


Hilda Chávez (Laura)
Reprodução /Reprodução

Hilda Chávez, a Laura

A gorduchinha romântica da novela, que vivia suspirando com um sanduíche na mão e dizendo "mas é tão romântico!", continua, digamos, fofinha. Não seguiu a carreira artística e estudou advocacia.

Joseph Birch (David)
Reprodução /Reprodução

Joseph Birch, o judeu David

O ruivinho que fazia o judeu de "Carrossel" transformou-se em coreógrafo de dança contemporânea.

Fonte:EGO

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL


Hilda Chávez (Laura)
A gorduchinha romântica da novela, que vivia suspirando com um sanduíche na mão e dizendo "mas é tão romântico!", continua, digamos, fofinha. Não seguiu a carreira artística e estudou advocacia.

POR ONDE ANDA A TURMA DA NOVELA CARROSSEL


Joseph Birch (David)
O ruivinho que fazia o judeu de "Carrossel" transformou-se em coreógrafo de dança contemporânea.

POR ONDE ANDA, HENRIQUE FARIA, O RINGO STARR DA NOVELA TOP MODEL?

Na adolescência

Henrique Faria com a esposa

Com 15 anos, ele estava descobrindo a sexualidade e se trancava no banheiro com revistas de mulher pelada. Malandrinho carioca e menino do Rio, este era o Ringo Starr, filho de Gaspar Kundera (Nuno Leal Maia), personagem de “Top Model” que marcou a carreira de Henrique Farias. Hoje, "Ringo” está com 35 anos, é casado e virou advogado trabalhista.

“Tenho excelentes recordações da época. O astral da novela era ótimo, o clima muito carioca. Entre as cenas diurnas e noturnas sempre rolava um banho de mar. O Nuno e o Evandro (Mesquita) tocavam tudo”, conta Henrique, que começou a carreira aos 12 anos no Teatro Tablado, e estreou sua primeira peça no Canecão, em 1986, com Daniel Azulay.

“Dei muito beijo na boca”
Na televisão, seu primeiro e maior sucesso foi “Top Model”, que conseguiu um público, segundo Henrique, sem fronteiras: de crianças a jovens e adultos. Ringo também foi especial porque estava vivendo os mesmos dilemas adolescentes que o ator. “Rolava uma identificação com o personagem, um adolescente descobrindo a vida sexual, com interesse por mulheres mais velhas.”

Ringo terminou o último capítulo com uma ruiva bem mais velha que ele. Já Henrique não chegou a tanto, mas diz que beijou muito na boca por conta do personagem. “Sempre falo pros meus amigos: quando se faz sucesso, se rompe uma barreira importante, que é a da aproximação. As meninas se aproximavam naturalmente, o gelo inicial era quebrado.”

Depois veio “Vamp” (1991), que foi um sucesso mais infantil. “Viramos até álbum de figurinhas. A novela se transformou quase numa comédia pastelão, e desta vez quem deu o tom foram Ney Latorraca e Patrícia Travassos. Era muito divertido.”

Henrique tinha o que podia ser chamado de emprego dos sonhos. Apesar do clima de brincadeira, no entanto, era grande a responsabilidade. “Na televisão, se você não consegue manter o ritmo, você dança. É estressante, tem que ter uma estrutura. Eu ainda tinha que estudar. Foi desgastante, mas me ajudou muito na vida profissional atual.”

Quando fez a novela “Olho no Olho”(1993) – aquela dos paranormais que lançavam raios através dos olhos – Henrique tinha 18 anos e estava totalmente engajado na carreira de ator. “Estudei teatro, fiz peças importantes como ‘Galileu Galileu’, do Brecht, e "À beira de um mar aberto", de Caio Fernando Abreu. "Cada peça era quase uma faculdade”, lembra. Nesta mesma época, sua então namorada engravidou, e deu à luz Matheus, hoje com 16 anos.

Vida tomou outro rumo
Mas o que parecia estar certo começou a ser dúvida com o passar do tempo. Os convites para a TV se tornaram escassos. O ator fez participações em “Malhação”, “Confissões de adolescente” e “Você decide”, mas nada que repercutisse como “Top Model”. “Fiz 'Comédia da vida privada’, um trabalho sensacional com João Falcão. Achei que iria me dar uma projeção, mas não aconteceu. Então decidi fazer Faculdade de Direito. Aí minha vida tomou outro rumo”, conta.

Mesmo na faculdade, Henrique ainda fez alguns pequenos trabalhos como ator, como um especial de Renato Aragão. “Em 97, até fiz um teste para uma novela. Estava tudo na boca para acontecer, mas a novela foi para a gaveta.”

Esta ducha de água fria somada às responsabilidades na faculdade acabaram por afastá-lo da vida artística. “Para ser bom em algo, tem que se dedicar. Resolvi canalizar minhas energias para o Direito.”

Apesar de demonstrar alguma frustração por ter abandonado a carreira, Henrique não culpa ninguém senão a si mesmo. “Acho que foi culpa minha eu ter desistido de correr atrás. Uma vez o Cecil Thiré me disse: ‘Não se deve confundir a carreira artística com a carreira na Globo’”.

O hoje advogado trabalhista Henrique Farias está feliz com a guinada que deu na vida. “O passado como ator me ajudou a ser desinibido, articulado. E rola a mesma quebra de barreira que permitia as meninas se aproximarem de mim na adolescência. Agora são os juízes que dizem que me conhecem”, diz ele, que até toparia fazer pequenos papéis na TV. “Mas não abandonaria o Direito pela arte. Não vou dar outra virada de 360º na minha vida.”

POR ONDE ANDA A "HELENINHA" DE BEBÊ A BORDO?



Por onde anda Beatriz Bertu, o bebê de 'Bebê a bordo'?
Aos dez meses, ela era Heleninha na novela de Carlos Lombardi; hoje, aos 22 anos, ela retoma a carreira de atriz na peça 'Cinema', de Felipe Hirsch.

Renata Sakai

Beatriz Bertu, o bebê de 'Bebê a Bordo' tem 22 anos e está em cartaz em 'Cinema'
Avenida Paulista, 1988: Ana (Isabela Garcia) dá à luz no carro de Tonico (Tony Ramos) e foge dando início a uma disputa por Heleninha, o bebê de "Bebê a bordo". Hoje, duas décadas depois, Beatriz Bertu, a miniprotagonista de uma das mais populares novelas das sete, vive uma nova etapa de sua vida. E o ponto de partida é a mesma rua.

A atriz, agora como 22 anos, está em cartaz com sua primeira peça profissional, "Cinema", no Teatro Popular do Sesi, o número 1313 da Avenida Paulista, que já abrigou montagens do diretor Felipe Hirsch e sua Sutil Companhia de Teatro.

"Outro dia estava fazendo um trabalho sobre 'Avenida Dropsie' (outra peça da companhia) para a faculdade, agora estou aqui nesta peça", surpreende-se a estudante de artes cênicas da UniRio, que passou por uma seleção com cerca de 1.500 inscritos para conseguir uma vaga no elenco.


Com o novo trabalho, vem também outra estreia, na vida independente. "É a primeira vez que estou morando sozinha. Primeiro passei dois meses ensaiando em Curitiba. Agora estou em São Paulo e me adaptei bem mais facilmente do que imaginei", conta ela, que de segunda a quarta mora com os pais no Rio de Janeiro e no resto da semana hospeda-se na casa de amigos na capital paulista. "Minha vida é uma mala", brinca.

Após 'Bebê a Bordo', tempo para ser criança

A decisão de seguir a carreira de atriz, ao contrário do que se possa imaginar, não veio após o sucesso de Heleninha em "Bebê a bordo". "Sai daquela loucura de gravação quando acabou a novela. Depois fui ser criança, brincar, fazer esportes", conta. A decisão de voltar aos palcos foi tomada só na adolescência.

"Aos 15, fui fazer um curso livre de teatro na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), com 17 entrei em um curso técnico, depois fui para faculdade."

Foi então que o teatro ganhou uma atriz e o trampolim acrobático perdeu uma atleta com potencial. Até os 15 anos, Bia era ginasta federada. "Já participei de dois mundiais (África do Sul, 1999, e Dinamarca, 2001), fui campeã brasileira e estadual no trampolim", enumera ela, sobre as conquistas na modalidade que em 2000 virou esporte olímpico.

Atualmente, devido a problemas que teve no joelho pela prática do esporte, ela está aposentada dos pulos e só sobe numa cama elástica para brincar mesmo.

Até o estalo aos 15 anos, ser artista nunca foi algo perseguido pela caçula dos Bertu. Filha de um engenheiro e uma comerciante, ela acabou em "Bebê a bordo" quase sem querer. "Minha avó viu um anúncio de jornal. Fiz um teste, fui aprovada na hora e no dia seguinte já estava gravando", conta. O sucesso de Heleninha foi tão grande que as aventuras do bebezinho "órfão" que passava de mão em mão foram se multiplicando. "Gravava 30 cenas por dia, não tinha gêmea, era só eu. Fiquei muito doente na época da novela, tive duas pneumonias, quatro estafas", revela Bia, que tinha apenas dez meses quando se iniciou a novela.

Por causa da peça, Bia está morando sozinha pela primeira vez Da época como Heleninha, Beatriz não tem muitas lembranças, apenas um álbum de fotos, as histórias contadas por seus pais e alguns reencontros memoráveis, como a vez que viu Carla Marins, antiga colega de elenco em "Bebê a bordo" e estudante da mesma faculdade de Bia. "Um amigo meu disse para Carla: 'o bebê de 'Bebê a bordo' está estudando aqui'. Carla então me viu e começou a chorar. Acho que ficou emocionada de me ver grande", conta ela, que já reencontrou Isabela Garcia, sua mãe na trama, mas nunca reviu seu "protetor" Tony Ramos. "Gostaria muito de encontrar com ele, sabia? Meus pais contam que era a pessoa mais querida do mundo."

Beatriz pode não lembrar de como era ser Heleninha, mas o povo ainda lembra. "As pessoas continuam me reconhecendo, eu fico chocada como elas conseguem lembrar de mim ainda".

E você, a reconheceria na rua?

NOTA 10 E NOTA ZERO


NOTA 10
Para o ex-big brother Fernando Fernandes.Há 9 meses, o modelo bateu o carro e ficou sem os movimentos da cintura para baixo.Mesmo numa situação impactante e difícil, ele ontem, no Altas Horas mostrou otimismo, força e naturalidade diante a questão.Um grande e genial exemplo de superação e de mostrar a muitos que ser positivo perante a vida traz o bem de volta para si e para os outros que estam ao lado.


NOTA 0
Para Ana Hickmann na apresentação do Tudo é Possível.Falta naturalidade, carisma, empatia.No comando do Hoje em Dia, sem aquele microfone, ela era ela mesma, o atual programa não tem a cara dela, e também esconde a ex-modelo, apresentando intermináveis festivais de repetecos de pegadinhas e reality show de uma hora de duração.Forçação de barra mesmo...

'Malhação ID'...



Agora, finalmente entendi o motivo da atual temporada de Malhação não emplacar.Com um protagonista do naipe do "ator" Fiuk (que nome!), não era realmente possível, que se esperasse mesmo um bom resultado.

Como músico, ele é revelação, faz um ótimo trabalho; mas francamente, só porque é cópia fiel do pai, quando era jovem, não era motivo para o colocarem como primeiro nome do elenco.

O texto também não ajuda, outro dia, terminou um capítulo, seu personagem sentenciando para os pais, um diálogo do tipo:"...estou indo embora de casa"...e ele na escadaria carregando as malas, além dele mesmo, é claro...

Sua atuação não passa verdade, passa sim, um jeito dengoso, mimado de adolescente, inho, bem inho, chatinho, bobinho, nojentinho...cheio de gírias, argumentos bem articulados, simpatia ambulante, vestido com aquelas camisas exageradamente cortadas em formato V, um cabelo, que mais parece um ninho para se colocar ovos...enfim, tudo muito ruim...um projeto infanto-juvenil-aborrecente de gente!

sábado, 10 de abril de 2010

NOTA 10 E NOTA ZERO DE HOJE

NOTA 10

Para Silvio Santos e Patrícia Salvador no comando do Roda a Roda.A alegria do dono do SBT e a simpatia de sua assistente fazem do jogo de palavras atrelado a sorte de uma roleta, um programa muito agradável.Simples assim...correto e divertido!


NOTA 0

Para a imaturidade da direção de O Melhor do Brasil.Quatro horas de programa jogados no lixo com aquela rotina de sempre:namoros falsos...show de dançinhas do pseudo-apresentador da atração.Conteúdo diversificado, nada; bobagens, tudo.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Casal global da novela das 8 não são bem-vindos em zoológico

Dani Calabresa representa Sônia Abrão no "A Desgraça é Sua".Com seu modo sutil e delicado, Sonsa Abrão lê revistinhas de cultura inútil, e ao ser chamada de fofoqueira pela colega, dá uma lição de boas maneiras frente as câmeras.Fofoqueira não, jornalista que cobre a vida de celebridades!Essa gente põe maldade em tudo, hein, Sonsa?

domingo, 4 de abril de 2010

ANTES E DEPOIS:CRIANÇA E ADULTO

MADONNABROOKE SHIELDS
DEMI MOORE

ANTES E DEPOIS:CRIANÇA E ADULTO

DANIEL RADCLIFFEJOHN TRAVOLTA

ANTES E DEPOIS:CRIANÇA E ADULTO

DREW BARRYMOREKATE WINSLET


ANTES E DEPOIS:SINEAD O'CONNOR



A cantora está muito diferente do visual de vinte anos atrás

Sinead O'Connor está muito diferente da cantora de cabeça raspada que conquistou fãs no início dos anos 90, de acordo com as fotos publicadas neste domingo, 4, no tabloide inglês "Daily Mail".

Bem mais rechonchuda e com madeixas escuras, a artista foi fotografada na entrada de uma gravadora em Dublin, na Irlanda. Aos 43 anos e mãe de quatro filhos, Sinead já fez enorme sucesso com a balada "Nothing Compares 2 U", lançada em 1989, e chocou o mundo ao rasgar, anos depois, uma foto do Papa João Paulo II em um programa de televisão.

Aventuras do Didi:Renato Aragão perdido no futuro e no presente



Pontapé inicial da nova programação da Globo, estreou hoje ao meio dia e meia, Aventuras do Didi.Mesmo, que nas próprias chamadas da emissora, não fosse anunciado o termo "estreia". Como a Globo não dá ponto sem nó, vai saber o motivo de esconderem tal fato.

Importante dizer, que se queriam reverter o marasmo que se tornou o humorístico, conseguiram piorar.Posso estar até errado, mas aquilo, não durará muito tempo.

Sou fã e sempre assisti Os Trapalhões na tv e no cinema, mas, verdade, seja dita, o Renato Aragão merecia um programa melhor, mais investimento, redatores e diretores melhores.

A Turma do Didi estava monótomo, mas aquelas esquetes eram bem mais divertidas, que aquele desfile das escolas de samba futurístico, que assisti hoje.Vão ter que criar muita coisa em cima desse futuro enfadonho que optaram como mote.Acho , sinceramente, que não renderá muito.Os coadjuvantes, Marcelo Augusto, Daniel Del Sarto, Jacaré são bem fraquinhos, o que ajuda levar a atração ladeira abaixo.

Sinto falta da malandragem do Didi, daquele humor politicamente incorreto, mas, dinâmico.A atração entrou em crise por preguiça mesmo, vê-se, que os poucos 30 minutos, que ela tem, 5 minutos são para mostrar os erros das gravações; não tem muito conteúdo, coragem de arriscar e realmente inovar.

Ficou tudo muito caricato com aquele ar robótico, efeitos especiais meia-boca, e texto lento.De qualquer forma, ainda é uma grande opção para desopilar o fígado num dia de domingo, de dar boas risadas, ainda, que um mestre como o Renato, mereça presente muito melhor, que esse presente de grego.

sábado, 3 de abril de 2010

Luciana Liviero:A justiceira da hora do almoço


A Record tem dinheiro, tem bons equipamentos, boa infraestrutura, bons profissionais, mas não sabe administrar.

Prova disso é colocar a competente Luciana Liviero a frente do Record Notícias não para ancorar, mas para afundar mesmo a qualidade do jornalístico e a paciência de muitos telespectadores desempenhando os papéis de arara e sirene de ambulância, histerismo puro em troca de meia-dúzia de pontinhos no IBOPE (vai lá ganha do Arnold, derruba o Chaves, agora derrota o Eu, a Patroa e as Crianças, vai, Lú, é isso aí!!!...)

Não é um telejornal convencional não, é o "Fala que eu te escuto, Luciana Liviero", onde num canto da redação ela narra as notícias, de preferência policiais, e depois faz um longo discurso, moral e sensacionalista.Luciana Liviero é a justiceira da hora do almoço, a moça que resmunga das enchentes de São Paulo, que defende os pobres e miseráveis, que cutuca os políticos com vara curta.Tudo bem, que é a missão do jornalista, de nós cidadãos também.Mas, cansa, sabe?!Parece o Datena em versão feminina, ditando a moral e os bons costumes.E nem sempre concordamos com essa passionalidade dos comentários.É um noticiário neurótico, não tem leveza, tem sim, encheção de linguiça e saco durante duas horas...mas, corram, que segundo os boatos, o clima há de ficar mais pesado, corram, que o Geraldo Luís vem aí...

Inédito!Globo exibe 2 filmes a tarde!!!



Desde o dia 15 de março, a Globo exibe dois filmes no período das 14:40 as 17:40:Sinhá Moça e a habitual Sessão da Tarde com títulos variados.
Isso mesmo, aquela reexibição da versão de 2006 de Sinhá Moça mais parece um filme com aquelas imagens em HD, lentíssimas, tais quais também, aquelas novelas mexicanas que o SBT até pouco tempo apresentava.
É muito chatooooo, aquela fotografia, aquela história, já batida.Assisti em 1986 a primeira versão, depois, quando repetiu no Vale a Pena acompanhei também.Em 2006 pouco vi, pois estudava no horário, e as vezes, que podia ver me irritava muito aquela filmagem de fundo de quintal.Pode ser um efeito moderno, as câmeras podem ser as melhores, mas para o padrão de novelas da Globo fica horrível.E vez ou outra eles usam mão desse recurso.Em Paraíso Tropical os primeiros capítulos foram assim, depois, coincidência ou não, o IBOPE caiu e eles retornaram a fotografia limpa e habitual de todas suas telenovelas.Em Desejo Proibido também o mesmo caso.E as cenas da Sandrinha, Bené e cia na favela em Viver a Vida são vitimadas por esse "software sombrio e mexicano".Não bastasse o visual dark da dupla, ainda tem que se aguentar esse treme-treme das imagens.
Imagem não é tudo, eu sei...mas, a novela foi mal escolhida para a sessão, ainda mais pra representar os 45 anos da Rede Globo, e também por destoar dos sucessos anteriores de outro nível como Coração de Estudante, Cabocla, Mulheres Apaixonadas, Senhora do Destino e Alma Gêmea, todas excelentes.
É torturante aquelas cenas de destratos aos escravos(estou sendo sutil), a crueldade do Barão de Araruna, enfim...é um pesadelo marcado pra assombrar nossas tardes, o elenco é ótimo, mas a história é pesada, e Nazaré Tedesco, há pouco tempo atrás, que quase paga o pato...o Ministério da Justiça queria reclassificar pra imprópria para menores de 12 anos a saga de Maria do Carmo e sua rival.Dois pesos, duas medidas.
A escravidão faz parte da nossa história, mas chega de tanta Sinhá Moça, chegaaa!!!...
Pra piorar, aquela voz rouca e melosa do Leonardo ao fundo:"Sinhá Moçaaaaaa!!!!"

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Aguinaldo Silva entrevista Walcyr Carrasco










Dia desses eu jantei com Walcyr Carrasco lá no Antiquarius. Workaholics que somos, falamos o tempo todo de trabalho, com raras digressões sobre nossas vidas pessoais e as dos outros. Na mesa ao lado um cidadão, já cheio de birita, de vez em quando pegava o celular, ligava para uma mulher – na certa a atual ou ex-esposa – e a mandava tomar no toba. Nós dois, como manda a educação, fingíamos não ouvir nada, mas anotávamos tudo mentalmente com vistas a futuros trabalhos… Pois é assim que funcionamos. Walcyr, vocês sabem, foi eleito o autor do ano pelo blogão, não só por causa de “Caras & Bocas”, mas também porque “Alma Gêmea” está arrebentando no Vale a Pena Ver de Novo. Foi desse jantar que saiu a entrevista que publico agora. Curtam Walcyr Carrasco, pois esse é o cara!

1, Você é um trabalhador compulsivo: é verdade que entregou uma sinopse à Rede Globo enquanto escrevia “Caras & Bocas”?

Ah, eu tenho mesmo paixão por escrever. Vivo tendo idéias, tantas que seria impossível escrever todas. Eu não cheguei a entregar uma sinopse durante Caras&Bocas. Mas tive idéias para duas novelas diferentes. Uma aconteceu de forma estranha. Durante meu vôo para a África do Sul, quando fui escolher as locações de Caras&Bocas, sonhei com uma história inteira, começo, meio e fim. Uma história espiritualista. E senti que devo escrevê-la de qualquer maneira. Mas depois, tive outra idéia, também muito diferente, e contei para o Manoel Martins, que se interessou por ela. E agora vamos decidir o que farei, em breve. Mas se a história mística não virar novela, se transformará em um livro. Eu sinto que tenho a missão de contar esse sonho.


2, Dos autores mais jovens você é o único que possui um estilo. Já se pode dizer quando uma novela “é do Walcyr”. Isso é bom ou ruim?

Agradeço pelo “jovem”! É muito gentil da sua parte, Agnaldo, mas sou um senhor bem maduro. Bem, eu acho que um autor, à medida que evolui, cria um estilo, e isso é muito positivo. Se já é possível reconhecer o meu, fico feliz. O importante é não deixar que esse estilo se transforme em uma camisa de força. Faço de tudo para não me tornar repetitivo.


3, Depois de emplacar dois sucessos ao mesmo tempo – “Caras & Bocas” e a reprise de “Alma Gêmea” – você pode escolher seu próximo horário. Então: novela das seis, das sete ou das oito?

Eu tive, como contei, duas idéias, uma tem o jeito das seis, outra das sete. E não cheguei a apresentar um projeto para as oito! É claro que no futuro pretendo fazer uma novela das oito, até porque tive meu primeiro sucesso às 22 horas, com Xica da Silva, na extinta TV Manchete. Sinto falta de algumas discussões mais profundas que só o horário das oito permite. Mas eu gostaria de contar uma dessas duas histórias que estão na minha cabeça antes de partir para outro projeto.


4, Antes de ser novelista foi jornalista. Sua experiência profissional anterior ajudou ou atrapalhou?

Ajudou muito, e acho que você sabe disso. Foi jornalista também! Eu estou acostumado a pesquisar os assuntos sobre os quais escrevo, dominá-los de alguma maneira, estudar uma linguagem, um sotaque, para um personagem. Mais que isso: como jornalista, aprendi a trabalhar com prazos! Em jornal, revista, o horário de mandar o material para a gráfica é fundamental. E como autor, faço de tudo para não atrasar o envio de capítulos!

5, Como é sua relação com a mídia?

Minha relação com a mídia mudou ao longo dos anos e confesso que para pior. Eu vim de uma escola de jornalismo muito séria: trabalhei com o Élio Gaspari, a Dorrit Harrazin, por exemplo. Colegas do meu tempo de jornalismo hoje são diretores de grandes revistas, como o Euripedes Alcantara, da Veja. Então, eu fui do tipo que buscava obsessivamente uma informação, jamais publicava algo sem ter prova, certeza. E buscava ter um comportamento ético. Quando passei a viver como autor, cruzei uma fronteira: de entrevistador me transformei em entrevistado. No início era muito aberto, legal, jamais deixava de responder qualquer pergunta por respeito aos jornalistas em geral. Mas já fui vítima de notas inventadas, maldosas. De entrevistas inescrupulosas. Por conta disso, hoje sou muito ressabiado, prefiro dar entrevistas por escrito, porque assim não há dúvida sobre o que falei.


6, E sua relação com os atores?

Há dois tipos de atores. O primeiro é aquele que se torna parceiro do trabalho, luta pelo sucesso junto comigo, oferece o melhor de si. E para isso ele precisa acreditar no meu texto, na minha trama. Quando há essa química, como entre eu, a Flávia Alessandra, o Malvino Salvador, o Marcos Pasquim, a Deborah Evelyn, o Ary Fontoura, a Elizabeth Savalla, para citar só alguns de Caras&Bocas, o trabalho flui, nos tornamos amigos, queremos nos encontrar sempre durante a novela. Mas também há outro tipo de ator: é o que está numa viagem pessoal, de puro ego, que não se importa com o texto, com o que realmente quero dizer. Quer somente aparecer, fazer suas piadas, fala até mal do autor pelas costas, tenta conduzir sua própria trama. Já trabalhei com gente assim, mas prefiro não dar os nomes por motivos éticos. Trabalhar com esse tipo de pessoa é um desgosto. Farei sempre o máximo para não me aproximar de atores desse naipe.

7, Já recebeu algum convite para trocar de emissora? O que acha dessa possibilidade?

Recebi sim e não foi só uma vez. Mas os convites que recebi foram durante a vigência dos meu contratos. Eu não acho correto romper um contrato com uma emissora como a Globo que sempre me tratou bem, me deu oportunidades, acreditou em mim. Também acho que quem me propõe romper um contrato hoje pode querer romper comigo amanhã. Assim, as conversas nunca foram adiante. Ninguém sabe o dia de amanhã. Mas eu só trocaria de emissora se houvesse um projeto sério, concreto, de teledramaturgia. A questão salarial é importante, é claro. Mas eu amo escrever. Por mais dinheiro que ganhasse, sofreria muito se não tivesse oportunidade de continuar meu trabalho com a mesma qualidade.

8, Faz novelas, teatro, literatura, escreveu roteiros para o cinema… O que mais lhe agrada?

Aguinaldo, essa resposta parece fácil mas é a mais difícil. A gente é criado em cima dessa noção do “melhor”, “o que mais gosta”. Como se cada coisa que se fizesse na vida estivesse concorrendo com outra, disputando minha preferência íntima. Eu evito olhar a vida sob esse prisma. Cada trabalho é uma viagem particular, cada coisa que faço na vida é única, preciosa de alguma maneira.

9, Como se sente ao escrever para milhões de pessoas?

Eu tento nem pensar muito nisso, é uma loucura! Não dá para imaginar. Mas é claro, durante a novela eu sinto na rua, em qualquer lugar que eu vou, o impacto da novela. No momento de escrever, eu abstraio. Escrevo com minha emoção, minha intuição. Para mim é impossível pensar racionalmente nos sonhos, desejos, desses milhões de telespectadores. Então, tento deixar que minha alma se expresse. Só ela é capaz de falar com tanta gente!

10, Qual é o seu sonho de consumo? E o profissional?

Ih, meu sonho de consumo? Eu gosto das coisas simples da vida: jantar com amigos, bater papo, ler. Eu não gostaria de ter uma vida mais sofisticada do que eu já tenho, por exemplo. Mas adoro arte. Ter obras de grandes artistas é sim um sonho de consumo. Profissionalmente? Quero fazer exatamente o que tenho feito: escrever. Atualmente, vou começar um livro, uma história que está na minha cabeça há muito tempo. Mas o tema é segredo!

E já que estou falando em bons encontros com amigos, precisamos jantar juntos em breve, novamente!




Fonte:Aguinaldo Silva Blog

domingo, 27 de dezembro de 2009

A Seguir Cenas do Próximo Capítulo:Livro revela curiosidades e segredos dos bastidores das novelas

Você sabia que Gilberto Braga queria Yoná Magalhães no lugar de Sonia Braga em “Dancin’ days”? Que Fernanda Montenegro recusou o papel da primeira Helena de Manoel Carlos? Que Benedito Ruy Barbosa é o autor mais bem pago da Globo? Essas e outras curiosidades sobre as novelas e sobre seus verdadeiros protagonistas — os autores — estão no recém-lançado livro “A seguir, cenas do próximo capítulo” (Panda Books, R$ 45). Escrito pelos jornalistas (e noveleiros) André Bernardo e Cintia Lopes, o livro traz grandes entrevistas com os dez autores mais importantes do país ainda em atividade: Aguinaldo Silva, Benedito Ruy Barbosa, Carlos Lombardi, Gilberto Braga, Gloria Perez, Lauro César Muniz, Manoel Carlos, Silvio de Abreu, Walcyr Carrasco e Walter Negrão (leia trechos de algumas delas nos quadros). — Todos foram muito receptivos à ideia do livro, que só existiria se todos esses nomes topassem. Ele se sentiram à vontade e falaram de temas delicados — conta Cintia. O autor Manoel Carlos se emociona ao lembrar o filho Ricardo, morto aos 33 anos. Carlos Lombardi comenta a dificuldade de trabalhar com alguns diretores, e Aguinaldo Silva fala das ameaças que já sofreu e da briga histórica com Dias Gomes. Benedito, por sua vez, conta como foi abandonar “Esperança” para cuidar da saúde. Os autores também rememoraram os grandes sucessos, mas não deixaram fora os fracassos da carreira. — Antes de publicarmos o livro, enviamos os textos para os autores e nenhum deles mexeu em nada. Isso também deixou a gente muito feliz — diz Cintia. “A seguir, cenas do próximo capítulo” traz também capítulos de algumas tramas de sucesso, como “Vale tudo” e “Alma gêmea”. É a chance de o público conhecer como uma novela é escrita.

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Veja trechos da entrevista de Manoel Carlos
“Escrever o capítulo de manhã depois de assistir ao de hoje (ontem) é o meu sonho impossível. O da dramaturgia ao vivo, como nos anos 1950. Dar ao público a emoção do ‘fazer fazendo’ e do ‘viver vivendo’. Sobre o atraso na entrega dos capítulos, isso já virou folclore. Na Globo, não chamam isso de atraso, mas de estilo.” “Eu nunca escrevi uma novela pensando exclusivamente em entreter. Não sou animador de auditório.” “Meu filho Ricardo foi meu parceiro não apenas em ’O cometa’ (1989), mas na minissérie ”Viver a vida“ (1984), na Manchete. Quanto à perda do filho, essa é uma dor insuperável. Depois de um tempo, você para de chorar, mas nunca de sofrer. O Rick e eu tínhamos muitas afinidades, independentemente de sermos pai e filho. Guardo tudo o que foi dele nos 33 anos em que viveu.”

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Veja trechos da entrevista de Aguinaldo Silva
“Vou falar uma coisa que nunca falei com ninguém. Depois de ‘Roque Santeiro’ (1985) fiz ‘Tieta’ (1989), ‘Pedra sobre pedra’ (1992), ‘Fera ferida’ (1993) e ‘A indomada’ (1997). Fiz essas quatro novelas no mesmo tom só para mostrar para as pessoas que quem escreveu ‘Roque Santeiro’ (assinada por Dias Gomes) fui eu.” “A verdade é que ‘Porto dos milagres’ (2001, com direção de Marcos Paulo) foi traumática para mim. Sabe essa coisa do diretor dizer que não sabe fazer? Pois é. Depois de ’Porto’, pensei até em não escrever mais novelas.” “Eu acho que a Academia (Brasileira de Letras) está comendo mosca por não receber autores de novela.” “Não tenho intimidade com nenhum outro autor da Globo... Não tenho uma relação com o Gilberto (Braga), menos ainda com Manoel Carlos. Já nos encontramos várias vezes em livrarias. Ele me reconhece, eu o reconheço, mas ninguém se fala.”

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Veja trechos da entrevista de Gilberto Braga
“Para contar uma história de 200 capítulos, acho que vale tudo, não é? Mas o da Odete Roitman, o mais famoso de todos, só durou nove capítulos. Eu não diria, portanto, que Odete tenha morrido para alavancar audiência alguma” (sobre o recurso do “quem matou?”). ”Obra-prima me parece uma palavra ambiciosa. Mas é, sem dúvida, a novela mais forte que fiz. Acho ‘Corpo a corpo’ (1984) a minha melhor novela, mas não é tão lembrada“ (sobre ”Vale tudo“, de 1988). ”A parceria com Herval Rossano não foi das mais fáceis... Ele gostava de trabalhar com atores que o adulassem. Lucélia Santos, por exemplo, nunca foi meu sonho como Isaura. Por mim, teríamos escolhido a Louise Cardoso.“

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Veja trechos da entrevista de Gloria Perez
“Outra cena que não posso esquecer é a dela (Janete Clair) no hospital, frágil, consumida pela doença, me entregando o último capítulo que tinha escrito à mão. Janete amava profundamente o que fazia.” “O assassino se defendia transformando minha filha praticamente numa personagem de novela, inventando histórias absurdas a respeito dela... Quando vi que, apesar de ridícula, a história rendia especulações, senti que precisava defendê-la e, para tal, tinha de fazer o esforço sobre-humano de ser mais forte que a dor. Por isso, continuei a novela (‘De corpo e alma’, de 1992).” ”Na minha opinião, há uma cena bem mais forte que a do beijo, que é aquela em que os dois personagens se dão as mãos, encostados na parede. Lembra dela? Mas, como ninguém falou nada, a emissora liberou“ (sobre a polêmica do beijo gay em ”América“).

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Veja trechos da entrevista de Carlos Lombardi
“Pode até ser que, futuramente, a Record vire uma opção legal, mas ainda é meia-boca. Além do mais, patrão é patrão em qualquer lugar.”
“A etapa mais difícil de uma novela é administrar o ego do diretor... A Globo é a única televisão do mundo em que o diretor tem importância.”
“Preconceito, se você parar para pensar, existe contra tudo e contra todos. Contra ex-modelo, então, nem se fala. Jardel Filho, quando morreu, era considerado um grande ator. Mas ele só começou na carreira porque o Ziembinsky (ator e diretor) se apaixonou por ele na praia, onde Jardel fazia programas...”
“Aos 28 anos de idade eu era cocainômano. Era viciadão. Se não tomasse um rumo ia morrer. Minha vida era uma droga.”