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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Hoje em 'Tela Quente', 13/01/2014:'Tropa de Elite 2'


Tropa de Elite 2 (2010)
Nascimento, agora coronel, foi afastado do BOPE por causa de uma operação mal sucedida. Ele vai parar na inteligência da Secretaria de Segurança do Estado e descobre que o sistema é mais podre do que imaginava. Seus problemas só aumentam, porque o filho Rafael está na adolescência e Rosane não é mais sua esposa.

Título Original: Tropa de Elite 2
Elenco: Seu Jorge, André Ramiro, Milhem Cortaz, Maria Ribeiro, Andre Mattos, Sandro Rocha, Irandhir Santos, Emílio Orciollo Neto, Wagner Moura, Tainá Müller
Direção: José Padilha
Nacionalidade: Brasileira
Gênero: Ação


Hoje, 23h05

segunda-feira, 1 de abril de 2013

'Tela Quente', Segunda, 01/04/2013:'Tropa de Elite 2'


Tropa de Elite 2 (2010)
Nascimento, agora coronel, foi afastado do Bope por conta de uma mal-sucedida operação. Desta forma, ele vai parar na inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado. Contudo ele descobre que o sistema que tanto combate é mais podre do que imaginava. Seus problemas só aumentam, porque o filho, Rafael, está na adolescência, Rosane não é mais sua esposa, e seu arquinimigo, Fraga, ocupa posição de destaque no seio de sua família.

Título Original: Tropa de Elite 2
Elenco: Seu Jorge, André Ramiro, Milhem Cortaz, Maria Ribeiro, Andre Mattos, Sandro Rocha, Irandhir Santos, Emílio Orciollo Neto, Wagner Moura, Tainá Müller
Direção: José Padilha
Nacionalidade: Brasileira
Gênero: Ação


Segunda, 22h25

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

José Padilha , o diretor de Tropa de Elite 2

José Padilha foi o responsável pelo fenômeno "Tropa de elite 2"


Nada de colocar na conta do papa. O responsável pelo maior fenômeno do cinema brasileiro de todos os tempos é José Padilha, que fecha 2010 como diretor do longa de maior bilheteria no Brasil. “Tropa de elite 2” já foi assistido por 11 milhões de espectadores, batendo o recorde de “Dona Flor e seus dois maridos”, de 1976, assistido por 10.735.524.


— Saber que o filme foi visto por tanta gente é muito bacana. Um dos objetivos do filme era comunicar, e essa missão a gente cumpriu bem — afirma o diretor.


Padilha reconhece que, graças aos dois “Tropa de elite”, a visão das pessoas sobre a polícia carioca mudou, dando uma pontinha de esperança na segurança pública:


— Os filmes ajudaram a colocar a polícia na ordem do dia, a mostrar que a corporação precisa ser pensada pelas autoridades com cuidado e dedicação. E, de fato, vez ou outra, alguém faz comentários desse tipo comigo, dizendo que os filmes cooperaram nesse sentido. Fico feliz e espero que isso se traduza em pressão política.


Então será que os longas contribuíram para a pacificação de morros como o Complexo do Alemão e para esse novo tempo nas favelas cariocas?


— Não sei dizer. Acho que, se ajudaram, foi de forma marginal — responde Padilha, também diretor de “Ônibus 174” e “Garapa”, sobre a fome no Brasil.


Para 2011, ele não tem produção própria nos planos. Mas garante que, independentemente do que vier por aí, o tema continuará sendo as causas sociais.


— Por enquanto não penso em mudar meu enfoque — diz ele, que está envolvido apenas como produtor nas filmagens de “Paraísos artificiais”, filme sobre drogas sintéticas dirigido por Marcos Prado, produtor dos dois “Tropa de elite”.

sábado, 16 de outubro de 2010

Elite da Tropa 2


Se em “Tropa de elite 2” os traficantes saíram de cena para dar lugar a milicianos, em “Elite da tropa 2” (Editora Nova Fronteira, R$ 40) não poderia ser diferente. Livro e filme caminham em paralelo, e, assim como aconteceu em 2007, compartilham do mesmo tema: desta vez, o crime organizado é formado por grupos de policiais corruptos.


Escrito por Luiz Eduardo Soares (antropólogo e ex-secretário de Segurança do Rio), Rodrigo Pimentel (comentarista do “RJTV” que foi do Bope e inspirou o capitão Nascimento), André Batista (também ex-Bope e atual major da PM) e Cláudio Ferraz (delegado titular da Draco — Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos), “Elite da tropa 2” fala de casos verídicos que marcaram o histórico de violência na cidade. Entre eles o da engenheira Patrícia Franco, que desapareceu em junho 2008 após o carro cair no Canal da Barra. Só que, no livro, ela é citada como arquiteta.


— Posso afirmar que 95% do que está no livro é real — explica Soares.


Cláudio Ferraz completa:


— Os personagens que estão no livro existiram, mas tivemos que medir as coisas. Se a gente colocar só a realidade o leitor passa a achar que é ficção. Por incrível que pareça, o que está no livro é real.





Culpa dos políticos
Assim como o filme, que tem o ator Sandro Rocha como um miliciano poderoso, o livro se passa em tempos atuais, por isso o poder paralelo vem à tona. Cláudio, que na última sexta-feira, mesmo dia da estreia de “Tropa 2”, comandou uma operação que prendeu oito pessoas ligadas à milícia na Zona Oeste, explica:


— Se fosse a mesma pauta do primeiro livro não seria compatível com a atualidade.


Soares complementa:


— O salário que o PM ganha é insuficiente, por isso ele busca novas fontes de renda. E é aí que surge a milícia. Se passam a combater esse segundo emprego, a demanda vai cair no dinheiro público. Por isso as autoridades fingem que não veem. E esse círculo vicioso é bem mostrado no livro e no filme.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A Morte de Capitão Mathias em 'Tropa de Elite 2'


O antigo Sr. 05 subiu de posto e se tornou comandante do Bope. Mas, como o osso é duro de roer, o agora capitão Mathias (André Ramiro) não tem muito o que comemorar em “Tropa de elite 2”.


Atenção! Nos próximos parágrafos estão informações sobre o roteiro que podem estragar algumas surpresas do filme!


Segredo guardado a sete chaves até a semana passada, quando o filme estreou em 636 salas em todo o Brasil, o personagem é assassinado com um tiro nas costas. A notícia é triste, mas o ator enfim pode respirar aliviado.


— Posso falar sobre isso? — perguntou um tenso Ramiro a um assessor da produção, ao ser questionado sobre o desfecho do personagem, logo após a pré-estreia do longa, em Paulínia (SP): — Antes das filmagens, rolou uma dúvida sobre se ele morreria ou não. Eu entreguei nas mãos do José Padilha (diretor e roteirista) e do Bráulio (Mantovani, roteirista), que, mais do que ninguém, sabiam o que estavam fazendo — respondeu o ator ao EXTRA logo depois de confirmar que não poderia mais fugir do assunto.


Chororô na despedida
Ramiro, que além de ator é cantor de rap, já começou as filmagens sabendo que Mathias seria assassinado, mas a ficha demorou a cair:


— Só na hora de fazer a morte dele que eu senti realmente que isso ia acontecer.


A emoção rolou solta ao rodar a sequência:


— Quando levantei do chão (após cair morto, interpretando a cena) comecei a chorar. Pensava: “Putz, mataram o Mathias”. Foi meu primeiro personagem, que me lançou como ator. Mas ele teve um desfecho maravilhoso, cumpriu a missão que tinha.


Farda azul
Mathias começa “Tropa de elite 2” como capitão e comandante do Bope. Mas uma operação malsucedida o faz voltar para a PM tradicional. Ele só recupera o título de caveira depois que o policial militar e miliciano Rocha (Sandro Rocha) o chama para comandar uma invasão a uma comunidade, mas sem, claro, revelar que se trata de uma ação miliciana.


Neto de volta?
Quando vê que Rocha não é flor que se cheire, Mathias peita o PM. É quando leva o tiro. “Ele fica cheio de atitude, parece que baixa o Neto nele”, diz Ramiro, lembrando o personagem de Caio Junqueira, morto no primeiro longa.

A Bilheteria de 'Tropa de Elite 2'

Os números de "Tropa de elite 2", que estreou na última sexta-feira, não param de crescer. Ele estava em quinto lugar na lista das melhores aberturas de todos os tempos (contando produções nacionais e internacionais!) no Brasil. Mas isso já é passado: o novo longa de José Padilha subiu uma posição e é agora o quarto filme com maior público no fim de semana de estreia na história do cinema brasileiro.


Cerca de 1,309 milhão de pessoas viram "Tropa de elite 2" somente nos três primeiros dias de exibição.


Na segunda-feira, o número estimado de público no primeiro fim de semana era de 1,25 milhão de espectadores, lhe deixando na quinta posição das maiores aberturas. Nesta quarta-feira, foram contabilizadas as salas de cinemas que não tinham liberado seus números até domingo, dia 10, à noite, por isso o aumento do número de espectadores.



FENÔMENO!
"Tropa de elite 2" é o maior fenômeno do cinema nacional. No feriadão - de sexta-feira, dia 8, até ontem, dia 12 de outubro -, o filme teve 2,4 milhões de espectadores em todo o Brasil. O número já surpreende por si só. Mas quando comparado com as marcas do primeiro "Tropa de elite" surpreendem ainda mais.


O filme do capitão Nascimento (Wagner Moura) de 2007 teve um público de 3 milhões de pessoas durante todo o tempo em que ficou em cartaz (apenas 600 mil pessoas a mais do que o novo "Tropa" fez somente no feriadão).


Ao todo, "Tropa de elite" de três anos atrás foi visto por cerca de 15 milhões de pessoas (somando cópias piradas + público nos cinemas).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

As frases do Coronel Nascimento (Wagner Moura) em 'Tropa de Elite 2'



“Ele é um intelectual de esquerda que vive defendendo vagabundo”
Sobre o deputado Fraga (Irandhir Santos)

“Miliciano é tosco, mas não é burro”

“Nunca me meti na vida da Rosane depois que a gente se separou, mas casar com ele (Fraga) foi sacanagem”
Falando sobre a ex-mulher, personagem de Maria Ribeiro

“Missão dada, parceiro, é missão cumprida”

“Você baixa o tom para falar comigo!”
Para Mathias (André Ramiro)

“As fotos eram mais do que suficientes para matéria de capa. Mas jornalista é curioso”
Sobre Clara (Tainá Müller), repórter sequestrada por milicianos

“Eu não caí para baixo, parceiro, eu caí para cima”
Sobre ter ido para a Secretaria de Segurança após sair do Bope

“100 gramas... Tava comprando para o gabinete inteiro é?”
Para uma funcionária de Fraga, pela pela polícia com maconha acompanhada de Rafael

“Essa Julia deve ser muito gostosa para você assumir 100 gramas de maconha na minha frente”
Para o filho

“É claro que todos os intelectuais de esquerda e todos os maconheiros da cidade iam votar nele”
Sobre a candidatura de Fraga para deputado estadual

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

'Wagner Montes' no 'Balanço Geral' e 'André Mattos' no 'Mira Geral':Mera coincidência


Wagner Montes no policialesco Balanço Geral

O personagem de André no programa “Mira geral”
Entre tantas mortes, tiros, socos, pontapés e a triste realidade da corrupção no Brasil, André Mattos surge para dar momentos de leveza a “Tropa de elite 2”, que estreia nesta sexta-feira em 626 salas pelo país. Na pele de Fortunato, um apresentador de TV à lá Wagner Montes, o ator faz rir com dancinhas, frases de efeito, discursos de defesa à polícia, pedidos de close ao câmera e estragos propositais no cenário. Tudo no fictício programa sensacionalista... “Mira geral”.
— Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência — diz André, com um ar de riso, tentando sair pela tangente sobre a inspiração no “Balanço geral”, atração de Wagner Montes na Record, que consagrou o bordão “Escracha!”.
Não é para menos: Fortunato é engraçado, mas não é só motivo de alegria em “Tropa 2”, filme que fez sua primeira exibição para o público anteontem à noite em Paulínia, interior de São Paulo. O apresentador de TV do filme até se candidata a deputado — o que é mais uma semelhança com Wagner Montes, que foi o mais votado para a Alerj no último domingo — , mas se alia à milícia para conseguir se eleger e se mostra com o passar da história um tremendo corrupto.
— A dancinha foi desenvolvida no processo de realização do filme. Trabalhei também muito as improvisações, naquela hora eu estava tão feliz que acabei dançando — lembra o ator, aos risos, novamente tentando disfarçar a inspiração maior: — Existem referências de milicianos que foram presos também, mas não é nada que faça uma relação direta.
O diretor José Padilha diz que não interferiu na interpretação de André.
— Ele pegou referências e fez cenas antológicas naquele programa — elogia Padilha, que frisa: — Wagner Montes foi atuante na CPI das Milícias, ele não é como o Fortunato.
Apesar de dizer que improvisou em cena e usou mesmo foi sua experiência no teatro para dar vida ao personagem, André Mattos acabou soltando no final da entrevista:
— Adoro Wagner Montes! Acho ele o máximo!

Tropa de Elite 2:Polêmico e maduro


Tropa de elite 2” vai além, muito além do primeiro filme. Trata de assuntos polêmicos, fala de política envolvida com corrupção, de deputados que se elegem graças ao envolvimento com a milícia. Os temas são delicados, mas garantem uma trama mais interessante que à do longa de 2007. Com a palavra, o protagonista Wagner Moura, o agora coronel Nascimento.
— Particularmente eu prefiro mais esse novo “Tropa” que o primeiro. É um filme mais complexo — diz Moura.
O diretor do longa, José Padilha, concorda. Diz que as filmagens estão melhores, assim como a qualidade.
— Existe uma tese da esquerda que diz que miséria gera violência, que a solução é combater os problemas sociais. Ela não é totalmente verdadeira — opina Padilha: — A direita também está errada, ao dizer que a violência existe porque não há repressão. Fiz o filme “Ônibus 174” para mostrar como o Estado administra mal, pega o menino de rua e o maltrata. “Tropa 1” diz que quem produz corrupção policial é o Estado, que remunera mal os policiais. “Tropa 2” responde o porquê de tudo isso: cálculo político.
Agora ele é coronel
Em “Tropa de elite 2”, o Capitão Nascimento vira coronel. Mas não é só isso que muda. Ele está mais maduro, como constata o próprio Wagner Moura. O personagem aparece mais velho, com olheiras e cabelos brancos, pensando mais antes de agir, vestindo terno e gravata. Sai do Bope para ocupar um cargo na secretaria de Segurança.
— Nascimento percebe que o Bope indiretamente ajudou o aparecimento das milícias — explica Wagner.