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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
César Filho fica no lugar de Luiz Bacci na estreia do novo Boletim de Ocorrências
Mais um capítulo, e ninguém pode assegurar que será o último, em todo este imbróglio que envolve o lançamento de um novo programa policial no SBT, segunda-feira que vem.
Primeiro, no final da semana passada, se anunciou Roberto Cabrini como âncora do jornal, que não aceitou porque está interessado em realizar trabalhos de maior qualidade.
Em seguida, com direito a “comunicado oficial”, foi apresentado o nome de Joyce Ribeiro como “nova apresentadora”. Embora, no caso dela, o mais correto fosse “antiga apresentadora”.
Mas tudo se alterou novamente durante a tarde de ontem, quarta-feira, quando em outro “comunicado oficial” o SBT anunciou a escolha de Luiz Bacci. Houve, na oportunidade, o cuidado de se distribuir junto um pequeno currículo do jornalista.
Mas também durou menos de 24 horas. Hoje, no começo da manhã, já circulavam rumores da sua contratação pela Record. Ainda no Rio, Bacci chegou a apresentar o “Jornal SBT Rio” na faixa do meio-dia, naquela altura negando qualquer acerto com a emissora concorrente, embora já tivesse assinado contrato.
Uma situação extremamente desagradável. Ética e companheirismo, entre outros valores, não existiram em mais este episódio.
Bacci chegou a telefonar para algumas pessoas do SBT depois assinar contrato de 4 anos com a Record. Tentou se justificar. Disse que gostava da TV, mas estava trocando de emissora por causa de dinheiro e porque a proposta era irrecusável. Falou também em problemas familiares e avisou que irá enviar uma carta a Silvio Santos.
Neste exato momento, depois de uma reunião no camarim do estúdio 3 da Anhanguera, Silvio Santos aprovou o nome de César Filho como novo apresentador do “Boletim de Ocorrências”.
Luiz Bacci estreia no Boletim de Ocorrências
Troca-troca
Luiz Bacci, do jornal "SBT Rio", é o novo apresentador do programa "Boletim de Ocorrência", do SBT. Entra no lugar de Joyce Ribeiro. Roberto Cabrini não aceitou o cargo.
Luiz Bacci, do jornal "SBT Rio", é o novo apresentador do programa "Boletim de Ocorrência", do SBT. Entra no lugar de Joyce Ribeiro. Roberto Cabrini não aceitou o cargo.
sábado, 20 de novembro de 2010
Boletim de Ocorrências com Roberto Cabrini
No comando do "Conexão Repórter", que vai ao ar nas noites de quinta-feira, Roberto Cabrini deverá acumular mais uma função no SBT.
Cabrini foi escalado para ancorar um novo jornal policial que está sendo moldado por Luiz Gonzaga Mineiro, diretor nacional de jornalismo da emissora, com estreia já agendada para o dia 29, na faixa das 18h.
A ideia da emissora é manter o padrão do "Boletim de Ocorrências", que deverá ser extinto assim que o novo noticiário estrear. Haverá concorrência direta com o "Brasil Urgente", de José Luiz Datena, programa o qual Cabrini chegou a comandar em 2001. Alguns artifícios utilizados pelo rival na luta pela audiência também serão aproveitados pelo SBT, como os helicópteros.
Embora haja poucas informações relacionadas ao novo projeto, sabe-se também que Ulysses Rocha, até então na Record de Ribeirão Preto, também fará parte do programa.
No mesmo dia 29, o "Programa do Ratinho" começará a ser exibido às 21h15.
Cabrini foi escalado para ancorar um novo jornal policial que está sendo moldado por Luiz Gonzaga Mineiro, diretor nacional de jornalismo da emissora, com estreia já agendada para o dia 29, na faixa das 18h.
A ideia da emissora é manter o padrão do "Boletim de Ocorrências", que deverá ser extinto assim que o novo noticiário estrear. Haverá concorrência direta com o "Brasil Urgente", de José Luiz Datena, programa o qual Cabrini chegou a comandar em 2001. Alguns artifícios utilizados pelo rival na luta pela audiência também serão aproveitados pelo SBT, como os helicópteros.
Embora haja poucas informações relacionadas ao novo projeto, sabe-se também que Ulysses Rocha, até então na Record de Ribeirão Preto, também fará parte do programa.
No mesmo dia 29, o "Programa do Ratinho" começará a ser exibido às 21h15.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O Cabelo de Joyce Ribeiro, jornalista do SBT

Uma bela representante da beleza típica brasileira é a JOYCE RIBEIRO, APRESENTADORA E JORNALISTA do SBT , nesta entrevista ela conta seus segredos.
Como você cuida do cabelo?
No cabelo, xampu e condicionador Nioxin, para evitar o enfraquecimento e a queda, já que todos os dias uso secador, chapinha e modeladores de cachos. Depois da escova ou chapinha uso o silicone da linha Expert da L’Oreal (Liss Ultime) que hidrata e protege os fios.
Quais as maiores dificuldades que você encontra para tratar do cabelo? Por quê?
O maior problema em relação ao cabelo é evitar o ressecamento e quebra dos fios já que faço relaxamento na raiz regularmente e como disse antes, uso escova, chapinha ou modelador diariamente. Os cuidados com a hidratação precisam ser triplicados, ou o cabelo não aguenta e quebra.
Como você cuida do cabelo?
No cabelo, xampu e condicionador Nioxin, para evitar o enfraquecimento e a queda, já que todos os dias uso secador, chapinha e modeladores de cachos. Depois da escova ou chapinha uso o silicone da linha Expert da L’Oreal (Liss Ultime) que hidrata e protege os fios.
Quais as maiores dificuldades que você encontra para tratar do cabelo? Por quê?
O maior problema em relação ao cabelo é evitar o ressecamento e quebra dos fios já que faço relaxamento na raiz regularmente e como disse antes, uso escova, chapinha ou modelador diariamente. Os cuidados com a hidratação precisam ser triplicados, ou o cabelo não aguenta e quebra.
Você costuma achar bons produtos facilmente?
Hoje sim, encontramos ótimos produtos para cabelos crespos. Mas esta facilidade é bem recente. Há alguns anos os produtos eram poucos e de qualidade duvidosa. Hoje a variedade é enorme e os produtos são ótimos.
Você tem algum cuidado especial com os cabelos?
Minha preocupação maior é com a hidratação mesmo. É isso que vai garantir a saúde dos fios que são agredidos diariamente e ainda passam por processo químico. Costumo usar muito silicone, máscaras para hidratação e cremes para pentear depois de lavar.
Com que frequência você corta o cabelo e faz tratamentos no salão? Quais são esses tratamentos?
Não gosto muito de cortar o cabelo, costumo apenas aparar as pontinhas de quatro em quatro meses. Faço hidratação para cabelos secos e que passam por processos químicos toda a semana.
Quem é o seu hairstylist?
Quem cuida do meu cabelo há muitos anos é a Célia Santos especialista em cabelos crespos. Ela faz o relaxamento, a coloração, o corte e a hidratação. Diariamente na TV quem cuida do meu cabelo é o Valdeir de Paula.
Qual seu penteado favorito?
Ultimamente tenho usado bastante o cabelo enrolado no modelador de cachos e com muito volume. É um dos meus penteados preferidos. Também gosto de escovar o cabelo e ficar cerca de meia hora com bobs antes de finalizar o penteado. Fica bonito e glamuroso.
Já se arrependeu de alguma mudança?
Já me arrependi de cortar o cabelo curtíssimo, depois de fazer um tratamento que combinava um alisamento e em seguida permanente para formar cachos. Fui convencida no salão, fiquei empolgada e saí de lá chorando com o resultado. Isso foi na adolescência, mas desde então qualquer corte de cabelo me assusta. Apenas aparo as pontas.
Fonte: Vi na Net
Joyce Ribeiro do Boletim de Ocorrências dá entrevista
Tire da cabeça a imagem de um homem à frente dos programas policiais, comentando cada fato com grande revolta na telinha. Joyce Ribeiro foge dos padrões e se distingue de apresentadores já consagrados no formato, como Marcelo Rezende, Datena, Ratinho e Reinaldo Gottino.
Joyce Ribeiro está prestes a completar um ano com seu "Boletim de Ocorrências"
Com 1,80m, a morena de 32 anos comanda o “Boletim de Ocorrências”, no SBT. A atração, que retrata a violência urbana, vai ao ar de segunda a sábado em duas edições. A primeira, das 19h05 às 19h30, e a segunda, das 22h15 às 22h20. Em outubro, a atração completa um ano de sucesso. Embora alguns sites divulguem que Joyce iniciou sua carreira no programa “Fantasia”, ela conta que desde seus tempos de estágio seu trabalho foi voltado para o jornalismo. “Eu nunca participei do 'Fantasia'. Nada contra, mas eu não fiz”, explica em seu camarim, em entrevista exclusiva ao iG/Babado.
Aos 21 anos, ela ingressou no canal 26 UHF. Lá teve a oportunidade de participar da produção, fazer reportagens e apresentar um programa de variedades e cultura. Em seguida, partiu para 29 UHF, canal em que apresentou pela primeira vez um telejornal. “Acho que foi nessa época que eu tive certeza de que queria fazer o jornalismo convencional”, conta ela, que dois anos depois embarcou para a Record.
Em 2005 trocou a emissora pelo SBT com Ana Paula Padrão, e a substituía em folgas e finais de semana na apresentação do “SBT Brasil”. Além disso, comandou também o “SBT Manhã”, hoje apresentado por Hermano Henning e por Analice Nicolau. Ela também já foi a “garota do tempo” nos jornais da emissora. Nesse período, por muitas vezes foi questionada nas ruas sobre o tempo que faria naquele dia. “Pior que perguntar é cobrar quando não foi tão exato. Os telespectadores ficam bravos”, se diverte ela.
Joyce Ribeiro: "Não acho que vou ficar o resto da vida sem voltar a fazer jornalismo de rua"
Você sente falta de ir para a rua fazer reportagens?
Eu gosto muito de fazer estúdio, mas a gente sente um pouco de falta também de ir para a rua. Dá uma saudade. Quando você está na rua, cada dia é um dia completamente diferente. Você tem que ficar preparada para tudo. A essência do jornalismo é a reportagem. Hoje eu aproveito ao máximo esse momento de apresentação, porque eu gosto muito e eu quis muito que isso acontecesse. Mas eu não acho que vou ficar o resto da minha vida sem voltar a fazer jornalismo de rua. Acho que nenhum apresentador hoje pensa isso.
Como é sua rotina no SBT, participa de toda a produção?
Ultimamente eu tenho chegado umas duas da tarde ou até antes. Aqui eu fico até a segunda edição do BO, que entra às 22h. Participo de toda a edição do jornal. Você tem que estar sempre por dentro de tudo. São muitos assuntos. Tenho que ler muito, ficar aqui de olho em todos os jornais, fuçando tudo, ficar em comunicação com os repórteres que estão nas ruas. É uma correria. Cansa, mas é emocionante.
O público está acostumado a ver homens fazendo jornalismo policial. Talvez você seja a única mulher comandando um programa como este. Sentiu ou sofreu algum preconceito por ser uma mulher à frente de uma atração com esse perfil?
O predomínio é masculino, né? Mas eu não tive nenhum preconceito por dois motivos. Como a violência está presente no jornalismo tradicional, não foi um choque para mim. Eu já estava habituada. É um assunto que toca muito o público e isso faz a gente ter mais noção da necessidade do programa. Estamos ali para ajudar na medida do possível, nem que seja para alertar. O que eu senti até hoje é que o fato de ser uma mulher falando, muitas vezes, faz com que a pessoa pare para pensar naquele assunto de uma maneira um pouco menos agressiva. Por mais que eu fique indignada, eu nunca vou validar a violência. Isso acaba quebrando um padrão.
Você começou a trabalhar com cultura e agora está em um policial. Sentiu alguma mudança em seu emocional?
Eu acho que é inevitável. Mexe, a gente fica mais atenta, mais ligada. Não diria que com medo, mas mais atenta. E outra coisa, eu fico no mínimo indignada. Eu não tenho essa preocupação de não me sentir mexida com os assuntos porque eu sou um ser humano. Eu tenho aprendido a lidar mais com isso. Não é um problema, mas te deixa muito mais indignada e mais sedenta de alguma coisa acontecer, porque assim não dá para continuar.
Joyce Ribeiro: "O brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano"
Em março, você iniciou mais uma edição do programa. Considera isso um reconhecimento da empresa ou do telespectador?
Dos dois. Eu acho que o BO ganhou uma segunda edição por causa da relevância do tema, da preocupação das pessoas, da atenção das pessoas voltadas para essas notícias.
Quais são suas referências no jornalismo?
Ai, eu tive tantas... Quando eu era adolescente, gostava muito de assistir telejornais. E eu me lembro muito de voltar da escola e assistir o “Jornal Hoje” e acompanhar muito a Sandra Annenberg. Gosto muito dela, do jeito que ela fala. E foi uma referência pra mim. Fiquei muito empolgada com a possibilidade de trabalhar com a Ana Paula (Padrão). Aprendi muito, ela é excepcional jornalista. A Glória Maria também foi referência para minha vida profissional. Sem dúvida nenhuma eu me espelhei, e gostava muito do que ela fazia. São mulheres fortes, sem dúvida. O Carlos Nascimento também foi um que eu acompanhei muito a carreira, e tive oportunidade de apresentar o jornal várias vezes com ele. É muito gratificante.
Até onde você quer chegar no jornalismo? Sua meta seria, talvez, um programa de entrevistas?
Quando eu penso que queria ter um programa, tem tanta coisa que eu queria colocar que nem sei como chamaria. Entrevistas? Entretenimento? Jornalismo? Ia ser uma panela. Bota tudo lá e vê o que vai sair. Mas eu tenho essa vontade. Adoraria fazer alguma coisa nos moldes da Oprah (Winfrey). Lógico que o que a Oprah faz lá é de acordo com as características do povo de lá. A gente teria que fazer uma reformulação muito grande. Até quem ela entrevista... o brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano. Lá têm vários programas sobre a vida do ator e eles expõem os piores momentos. O brasileiro não é assim. Nem o anônimo, quem dirá o famoso... São coisas que modificam um pouco o formato, mas eu tenho esse sonho. Sou fã da Oprah, sou suspeita para falar, e é outra referência forte. Você me pergunta onde eu quero chegar, eu quero chegar nesse ponto.
Joyce Ribeiro está prestes a completar um ano com seu "Boletim de Ocorrências"Com 1,80m, a morena de 32 anos comanda o “Boletim de Ocorrências”, no SBT. A atração, que retrata a violência urbana, vai ao ar de segunda a sábado em duas edições. A primeira, das 19h05 às 19h30, e a segunda, das 22h15 às 22h20. Em outubro, a atração completa um ano de sucesso. Embora alguns sites divulguem que Joyce iniciou sua carreira no programa “Fantasia”, ela conta que desde seus tempos de estágio seu trabalho foi voltado para o jornalismo. “Eu nunca participei do 'Fantasia'. Nada contra, mas eu não fiz”, explica em seu camarim, em entrevista exclusiva ao iG/Babado.
Aos 21 anos, ela ingressou no canal 26 UHF. Lá teve a oportunidade de participar da produção, fazer reportagens e apresentar um programa de variedades e cultura. Em seguida, partiu para 29 UHF, canal em que apresentou pela primeira vez um telejornal. “Acho que foi nessa época que eu tive certeza de que queria fazer o jornalismo convencional”, conta ela, que dois anos depois embarcou para a Record.
Em 2005 trocou a emissora pelo SBT com Ana Paula Padrão, e a substituía em folgas e finais de semana na apresentação do “SBT Brasil”. Além disso, comandou também o “SBT Manhã”, hoje apresentado por Hermano Henning e por Analice Nicolau. Ela também já foi a “garota do tempo” nos jornais da emissora. Nesse período, por muitas vezes foi questionada nas ruas sobre o tempo que faria naquele dia. “Pior que perguntar é cobrar quando não foi tão exato. Os telespectadores ficam bravos”, se diverte ela.
Joyce Ribeiro: "Não acho que vou ficar o resto da vida sem voltar a fazer jornalismo de rua"Você sente falta de ir para a rua fazer reportagens?
Eu gosto muito de fazer estúdio, mas a gente sente um pouco de falta também de ir para a rua. Dá uma saudade. Quando você está na rua, cada dia é um dia completamente diferente. Você tem que ficar preparada para tudo. A essência do jornalismo é a reportagem. Hoje eu aproveito ao máximo esse momento de apresentação, porque eu gosto muito e eu quis muito que isso acontecesse. Mas eu não acho que vou ficar o resto da minha vida sem voltar a fazer jornalismo de rua. Acho que nenhum apresentador hoje pensa isso.
Como é sua rotina no SBT, participa de toda a produção?
Ultimamente eu tenho chegado umas duas da tarde ou até antes. Aqui eu fico até a segunda edição do BO, que entra às 22h. Participo de toda a edição do jornal. Você tem que estar sempre por dentro de tudo. São muitos assuntos. Tenho que ler muito, ficar aqui de olho em todos os jornais, fuçando tudo, ficar em comunicação com os repórteres que estão nas ruas. É uma correria. Cansa, mas é emocionante.
O público está acostumado a ver homens fazendo jornalismo policial. Talvez você seja a única mulher comandando um programa como este. Sentiu ou sofreu algum preconceito por ser uma mulher à frente de uma atração com esse perfil?
O predomínio é masculino, né? Mas eu não tive nenhum preconceito por dois motivos. Como a violência está presente no jornalismo tradicional, não foi um choque para mim. Eu já estava habituada. É um assunto que toca muito o público e isso faz a gente ter mais noção da necessidade do programa. Estamos ali para ajudar na medida do possível, nem que seja para alertar. O que eu senti até hoje é que o fato de ser uma mulher falando, muitas vezes, faz com que a pessoa pare para pensar naquele assunto de uma maneira um pouco menos agressiva. Por mais que eu fique indignada, eu nunca vou validar a violência. Isso acaba quebrando um padrão.
Você começou a trabalhar com cultura e agora está em um policial. Sentiu alguma mudança em seu emocional?
Eu acho que é inevitável. Mexe, a gente fica mais atenta, mais ligada. Não diria que com medo, mas mais atenta. E outra coisa, eu fico no mínimo indignada. Eu não tenho essa preocupação de não me sentir mexida com os assuntos porque eu sou um ser humano. Eu tenho aprendido a lidar mais com isso. Não é um problema, mas te deixa muito mais indignada e mais sedenta de alguma coisa acontecer, porque assim não dá para continuar.
Joyce Ribeiro: "O brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano"Em março, você iniciou mais uma edição do programa. Considera isso um reconhecimento da empresa ou do telespectador?
Dos dois. Eu acho que o BO ganhou uma segunda edição por causa da relevância do tema, da preocupação das pessoas, da atenção das pessoas voltadas para essas notícias.
Quais são suas referências no jornalismo?
Ai, eu tive tantas... Quando eu era adolescente, gostava muito de assistir telejornais. E eu me lembro muito de voltar da escola e assistir o “Jornal Hoje” e acompanhar muito a Sandra Annenberg. Gosto muito dela, do jeito que ela fala. E foi uma referência pra mim. Fiquei muito empolgada com a possibilidade de trabalhar com a Ana Paula (Padrão). Aprendi muito, ela é excepcional jornalista. A Glória Maria também foi referência para minha vida profissional. Sem dúvida nenhuma eu me espelhei, e gostava muito do que ela fazia. São mulheres fortes, sem dúvida. O Carlos Nascimento também foi um que eu acompanhei muito a carreira, e tive oportunidade de apresentar o jornal várias vezes com ele. É muito gratificante.
Até onde você quer chegar no jornalismo? Sua meta seria, talvez, um programa de entrevistas?
Quando eu penso que queria ter um programa, tem tanta coisa que eu queria colocar que nem sei como chamaria. Entrevistas? Entretenimento? Jornalismo? Ia ser uma panela. Bota tudo lá e vê o que vai sair. Mas eu tenho essa vontade. Adoraria fazer alguma coisa nos moldes da Oprah (Winfrey). Lógico que o que a Oprah faz lá é de acordo com as características do povo de lá. A gente teria que fazer uma reformulação muito grande. Até quem ela entrevista... o brasileiro não tem essa disposição de abrir a vida como o americano. Lá têm vários programas sobre a vida do ator e eles expõem os piores momentos. O brasileiro não é assim. Nem o anônimo, quem dirá o famoso... São coisas que modificam um pouco o formato, mas eu tenho esse sonho. Sou fã da Oprah, sou suspeita para falar, e é outra referência forte. Você me pergunta onde eu quero chegar, eu quero chegar nesse ponto.
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