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domingo, 30 de dezembro de 2012

'Zeca Pagodinho' no 'De Frente com Gabi':Domingo, 30/12/2012

No De Frente com Gabi deste domingo, 30 de dezembro, Marília Gabriela recebe o grande mestre do samba Zeca Pagodinho. O sambista revela que já foi feirante, office–boy e anotador de jogo de bicho antes do sucesso.
Hoje Zeca tem mais de 20 discos lançados e é o artista mais respeitado e admirado no Brasil. Zeca vem ao programa contar da sua rotina, carreira, família e seus planos para o futuro.


Zeca Pagodinho fala sobre infância, música e carreira a Gabi (Foto: Carol Soares/SBT)

Confira as melhores frases da entrevista:
• Deixa a vida me levar foi a “pancada” da minha carreira.
• A minha vontade é voltar para Xérem.
• Eu gosto da Barra, meus filhos precisam estudar e em Xérem não tem faculdade.
• Procuro ser feliz, mas sofro com as coisas dos outros. O sofrimento alheio me machuca.
• Com 12 anos trabalhei na feira para ganhar dinheiro.
• Eu fico doido. Ainda é um espanto. (Sobre o sucesso)
• O palco tem uma magia.
• A maior vitória foi quando meu samba foi levado para Metropolitan. (Casa de show, Rio de Janeiro)
• Sempre achei que deveria ser o Zeca que sempre fui.
• Um dia antes do show eu não saio, não bebo muito e não brigo com ninguém.
• Eu sempre fui ligado à música, minha família toda é musical.
• Quem cantava em casa eram meus irmãos, eu fica observando. Gostava mais da criação.
• Meu pai sempre foi muito trabalhador, minha mãe era doméstica.”
• Tenho cinco irmãos.

• Em casa meus filhos podem tudo, menos deixar de estudar. 
• Se eu cantar 10 vezes a mesma música, vou cantar diferente.
• Eu escuto de tudo, menos músicas estrangeiras.
• Eu gosto muito de frequentar comunidades.
• Tem os bares certos que eu bebo.
• Meus amigos sabem que precisam trocar meu copo toda hora.
• Sou de todas as religões que falam de Deus.
• Nós fomos criados em terreiro, médico de pobre é pai de santo.
• Minha família toda gosta de "butiquim".
• Meu pai sempre bebeu escondido, nunca na minha frente.
• Se eu ficar pensando em tudo o que falam de mim, eu não consigo viver.
• O samba ficou muito diferente do que era. Antigamente a gente curtia a melodia.
• Todo mundo hoje quer ser sambista.
• Vou morrer sambista e reencarnar sambista.
• Me arrependo de não ter estudado.

DE FRENTE COM GABI
Neste domigo à meia-noite


Fonte/Divulgação:SBT

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Zeca Pagodinho no 'Mais Você'


A participação de Zeca Pagodinho no Mais Você desta sexta será recheada de alegria. Além de um churrasco especial montado na cozinha mineira, o programa recebeu vários amigos do cantor, que fizeram uma verdadeira festa. À vontade e em família, Zeca aproveitou a oportunidade para curtir o netinho Noah, que despertou o encanto de todos.


Como não poderia deixar de ser, o menino ficou encantado com o Louro José e passou grande parte do tempo brincando com o papagaio. Zeca se divertiu para valer vendo a felicidade do netinho.
Ele também demonstrou que o samba está no sangue da família, quando pegou um tamborim e ensaiou batucadas, para o orgulho do avô.
Esbanjando simpatia e bom-humor, o cantor mostrou afinidade com o equipamento utilizado pela equipe de produção do programa.



O quintal do Zeca Pagodinho, que contou também com a presença da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, vai ao ar no programa desta sexta, 01 de junho às 08h30! Não perca!

Divulgação:TV Globo

domingo, 6 de maio de 2012

Zeca Pagodinho no 'De Frente com Gabi'

O De Frente com Gabi deste domingo, 06 de maio, Marília Gabriela recebe o grande mestre do samba Zeca Pagodinho. O sambista revela a Gabi que já foi feirante, office–boy e anotador de jogo de bicho antes do sucesso.
Hoje, Zeca tem mais de 20 discos lançados e é o artista mais respeitado e admirado no Brasil. Zeca vem ao programa contar da sua rotina, carreira, família e seus planos para o futuro.


Zeca Pagodinho fala sobre infância, música e carreira a Gabi
 (Foto: Carol Soares/SBT)
 
DE FRENTE COM GABI
Neste domingo, à meia-noite


Fonte:SBT

domingo, 17 de abril de 2011

Zeca Pagodinho e Suzy Rêgo são os Embaixadores da Brahma

Susy Rêgo recebeu uma ligação da Globo perguntando se ela estava emagrecendo, afinal, acabara de ter gêmeos, quase deu a resposta errada.
"Não", era o que queriam ouvir, pois precisavam de uma mulher bonita,mas acima do peso, para viver Duda, destaque de "Morde & Assopra", trama das 19h.
O convite soou como música para quem já foi miss e modelo. "Que mulher não sonha ouvir que ela pode comer?", brinca. "Antes da gravidez, já havia ganhado 20 quilos, ganhei mais 14 com a gestação. Passei dos cem. Hoje estou na casa dos 80, mas meu peso ideal é 70 quilos",conta, sem medo.
Na novela, Duda está em um spa, com a meta de emagrecer para posar nua. Sofre ao descobrir o tráfico de guloseimas no local.
Para Susy, o sofrimento da dieta é ficar sem cerveja. "Eu troco doces por uma cervejinha. Eu e Zeca Pagodinho poderíamos ser embaixadores da Ambev", brinca.

Outro Canal/Folha

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A festa de Cosme e Damião de Zeca Pagodinho


Devoto de São Cosme e São Damião, comemorados no dia 27 de setembro, Zeca Pagodinho costuma reunir amigos para celebrar. E não foi diferente ontem, em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O sambista recebeu famosos como Eri Johnson e Claudia Jimenez e era só mimos com o neto, Noah. Com um barrigão de nove meses, Giovanna Antonelli roubou a cena no evento.

Zeca com Eri Johnson e Flávio Migliaccio

Fernanda Rodrigues e a pequena Luisa

Zeca e a atriz Claudia Jimenez

Com um barrigão de nove meses, Giovanna Antonelli roubou a cena na festa

Zeca aderiu à pulseira do equilíbrio, que chegou ao Brasil fazendo sucesso entre as celebridades

Fernanda Rodrigues e a pequena Luisa posa com com Fernanda Paes Leme, Regina Casé e Darlan Cunha

Claudia Jimenez ganha bitoca de Eri Johnson

Thaila Ayala, Paulo Vilhena e Fernanda Paes Leme

Samara Felippo com a filha Alícia e Fernanda Rodrigues e a pequena Luisa na hora do bolo

domingo, 19 de setembro de 2010

Zeca Pagodinho no Faustão

...E aqui no Hipersessão

Zeca Pagodinho está de CD novo na praça, "Vida da minha vida"

O dia era para ser de alegria pelo lançamento do CD “Vida da minha vida”, mas a morte do amigo de samba Deni de Lima, de 49 anos, vítima de uma parada cardíaca, não deixou. Entre uma resposta e outra sobre o novo disco, Zeca Pagodinho atendia o telefone para resolver os problemas do enterro do companheiro de pagode. A alguém do outro lado da linha, dava as orientações: “Ele (o Deni) não tem ninguém, só tem eu mesmo. Deixa que agora eu resolvo”.
— O Deni era como eu, da rua, boêmio. A gente versava junto. Só que teve uma hora em que resolvi sair dessa vida. Ele continuou na rua — explicou, comparando as trajetórias.
Infelizmente, as notícias ruins têm sido constantes para Zeca:
— Toda vez que vou lançar um disco é assim. Há um mês morreu a minha tia, agora foi o Deni, o meu pai está toda hora internado...
O que também tem tirado o sorriso de Zeca são os problemas de saúde da madrinha Beth Carvalho, que está há mais de um ano na cama por causa de um problema de coluna. O disco é dedicado a ela:
— A coisa tá complicada, mas ela vai sair dessa. Era para a Beth participar deste disco, mas, dessa vez, não deu nem para ela ir ao estúdio.
Em compensação, quem gravou com o sambista foram Alcione (“Quem passa vai parar”), Nelson Sargento (“Encanto da paisagem”) e a velha-guarda do Império (“Candeeiro da vovó”).
— A velha-guarda da Mangueira também foi convidada, mas, não sei porque cargas d’água eles não foram — diz Zeca, que nas gravações contou sempre com a companhia de Regina Casé e de seu marido, Estevão Ciavata: — Eles estão preparando um documentário sobre mim.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Zeca Pagodinho bebe cerveja para gravar com voz rouca

Conforme foi fazendo mais e mais sucesso popular, a voz de Zeca Pagodinho se tornou uma das pontes eficazes entre os compositores do samba --estreantes ou veteranos-- e o grande público.

Apesar de ser também ele um compositor, acabou por deixar o trabalho autoral em campo secundário.

"Tem tanta gente precisando ganhar um dinheirinho, não vou ficar gravando música minha", diz, assumindo o papel de intérprete que, no passado, pertencia essencialmente às cantoras.

O baú de canções inéditas, portanto, está cheio. Mas Pagodinho prefere mantê-lo fechado. Segundo afirma, não vê entre os artistas da nova geração quem possa gravá-las de modo satisfatório.

"Antigamente, a gente fazia um samba e tinha, pra cantar, a Beth [Carvalho], a Alcione, o Roberto Ribeiro, o João Nogueira, o Agepê, o [grupo] Exporta Samba, o Mussum", enumera. "Hoje, quem tem aí pra gravar samba? Eu não conheço."

Diz reconhecer a importância do trabalho dos artistas da nova geração --que, desde a revitalização da Lapa carioca no começo da década passada, vem se dedicando a estudar, criar, cantar e divulgar o samba. Mas confessa suas restrições.

"O que eles fazem é legal --mas não muito. Vamos dizer assim: tem lugar pra todo mundo, mas cada um no seu lugar", ele diz, e sorri com o bom efeito da própria frase.

Pagodinho não cita nomes, mas expõe as razões que, na prática, criam a incompatibilidade.

"Nêgo muda muito [o espírito da composição], é complicado. Se eles fizessem como a gente quer que seja feito...", afirma. "A gente vem de outro conceito, esse é que o problema."



ROUCO

Há uma semana exata, por volta das três da tarde, Pagodinho gravava a voz definitiva em "Chama de Saudade", samba de Beto Sem Braço e Serginho Meriti. Colocava, naquele momento, o ponto final em "Vida da Minha Vida", seu próximo álbum.

Ao contrário de quase todos os outros cantores do mundo, Zeca não vê problemas em cantar de manhã. Também não aquece a voz.

"Eu gravo bebendo cerveja pra voz ficar rouca", diz, enriquecendo sempre o caráter personagem do personagem que construiu para si. "Se a voz sair muito certinha, ninguém vai acreditar que é o Zeca Pagodinho cantando."

O trabalho está sob o comando do veterano Rildo Hora, que produziu clássicos de Beth Carvalho e Martinho da Vila a partir dos anos 1970, e trabalha nos discos de Zeca há mais de uma década.

"É só ele estar bem humorado e com a cuca legal que não dá nenhum trabalho pra mim", diz Hora. O produtor assume para si a função mais difícil do processo: trazer renovação musical ao álbum.

"Ele é como Frank Sinatra, você ainda nem ouviu e já sabe o que vai encontrar [no novo disco]", diz. "Cabe à produção trazer coisas novas para não ficar parecendo que se copiou o disco anterior."

As nuances, ele diz, são conseguidas sobretudo nos arranjos orquestrais. Desta vez, usou oito violinos, duas violas, dois violoncelos e uma harpa --instrumento um tanto incomum em produções de samba.

"A harpa é um luxo que pouca gente pode se dar, sai caro demais. Não só pelo transporte, mas também pelo cachê da harpista, que é diferenciado", diz Hora. "Mas o Zeca não tem esse problema com limite de verba."

VOVÔ

A harpa foi usada em "Orgulho do Vovô", única música de "Vida da Minha Vida" assinada por Pagodinho (em parceria com Arlindo Cruz). É dedicada ao neto recém-nascido do cantor.

O vovô conta como o samba foi feito. "Meu compadre Arlindo foi ver o meu neto. Nós nos embriagamos mais uma vez, fizemos essa música e nem o menino ele viu. Esqueceu. Depois disso, me ligou: 'Zeca, precisamos marcar outra cerveja pra eu conhecer a criança'."

No resto do álbum, recorre a repertório composto pelo que chama de "família Pagodinho": Arlindo Cruz, Monarco, Mauro Diniz, Dona Ivone Lara, Delcio Carvalho, Nelson Sargento, Nelson Rufino e Serginho Meriti, entre outros autores que vem propagando como intérprete.

"Eu não tenho afilhados. Todo mundo se torna da família Pagodinho", diz.

O membro mais recente do grupo é o paulista Gilson de Souza, autor de clássicos como "Orgulho de um Sambista", gravado por Jair Rodrigues nos anos 1970, e "Pôxa", que Zeca reedita agora.

Lembrou da velha canção ao ouvi-la na rádio Tupi AM, enquanto esperava para ouvir a oração às seis da tarde.

"Eu estava procurando uma música que tivesse sido sucesso, mas que as pessoas não se lembrassem muito", diz. "É legal porque você puxa o cara [compositor] que está lá esquecido. Puxa o cara lá do fundo."