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sábado, 29 de junho de 2013

'Cine Maior', Sábado, 29/06/2013:'Twister'


Twister

No Oklahoma, uma tempestade que não acontece há décadas está se prenunciando e dois grupos de cientistas rivais planejam entrar para a história colocando sensores no tornado, para que estas informações possam ir até um computador e, assim, seja possível prever sua chegada com maior antecedência. Mas para colocar os sensores é necessário ficar o mais próximo possível do tornado e torcer para que os sensores sejam sugados pela tempestade.
CLASSIFICAÇÃO: Livre
Produção: EUA/1996
Direção: Jan de Bont
Elenco: Helen Hunt, Bill Paxton, Philip Seymour Hoffman





Sábado, 17h30

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

'Cine Record Especial', Quinta, 15/11/2012:'Twister'



Twister

No Oklahoma, uma tempestade que não acontece há décadas está se prenunciando e dois grupos de cientistas rivais planejam entrar para a história colocando sensores no tornado, para que estas informações possam ir até um computador e, assim, seja possível prever sua chegada com maior antecedência. Mas para colocar os sensores é necessário ficar o mais próximo possível do tornado e torcer para que os sensores sejam sugados pela tempestade.

CLASSIFICAÇÃO: Livre
Produção: EUA/1996
Direção: Jan de Bont
Elenco: Helen Hunt, Bill Paxton, Philip Seymour Hoffman



Quinta, 14h45

Filme do Feriado de '15/11/2012' na Record



No Oklahoma, uma tempestade que não acontece há décadas está se prenunciando e dois grupos de cientistas rivais planejam entrar para a história colocando sensores no tornado, para que estas informações possam ir até um computador e, assim, seja possível prever sua chegada com maior antecedência.

Mas para colocar os sensores é necessário ficar o mais próximo possível do tornado e torcer para que os sensores sejam sugados pela tempestade. Em uma das equipes está uma jovem (Helen Hunt) obcecada por tal idéia, pois em 1969 ela viu o pai ser sugado por uma tempestade, e atualmente ela planeja conseguir seu intento ou morrer tentando.

Não perca o filme estrelado por Helen Hunt que fez sucesso no mundo inteiro no Cine Aventura desta quinta-feira (15), às 2h45 da tarde.


Quinta, 14h15

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Por onde andam os integrantes do grupo Twister?


"Meu amor, esse amor está 40º de febre, queima pra valer, queima pra valeeeerrr”. Quem não se lembra desse refrãozinho meloso e que colava como chiclete na boca e na cabeça de todos os jovens do final da década de 90 e início da década de 2000? Pois é, o Famosidades pensou na boy band Twister e resolveu procurar o que cada um está fazendo e fez depois do fim do grupo.

O Twister tem uma história de início bem interessante, e quem deu começo à formação da banda foi Sander Mecca. Ainda adolescente, com apenas 15 aninhos, Sander já tocava em bares e boates, e foi nessa ocasião que teve contato com um empresário, que logo propôs algo a mais do que um banquinho, um violão e um vocalista. E foi em 1998 que tudo começou.

Encantado com o convite e oportunidade, Sander resolveu procurar seus companheiros de banda. “Eu saí à procura dos músicos boca a boca. Conversava com algumas pessoas, colocava anúncios em escolas de música. Aí encontrei o Gilson e o Luciano”, lembrou ele, que conheceu os colegas em uma escola de música em Campinas.


Depois de aceitar o projeto, Gilson foi o integrante da banda que começou a dar formato ao Twister. “Reencontrei com ele [Luciano] em uma tarde no centro de Campinas. E já fazia muitos anos que eu não o via. Então, ele me falou do Sander e do empresário”, contou Gilson Campos, que tinha uma banda de baile e largou tudo para formar a nova boy band brasileira.

E aí já se formou a banda famosa que iria abalar o coração das adolescentes brasileiras: Twister. Ou, como disse Gilson: “Um grupo de jovens cantores que tinham como referência musical os Beatles e Roupa Nova”.

Porém, os garotos precisariam de mais instrumentos e integrantes na banda. De volta para São Paulo, eles conheceram Leonardo, o Leo.

À procura de gravadoras para colocar no mercado o que a banda produzia, eis que surge a Abril Music. Depois que a gravadora entrou em ação, os meninos do Twister literalmente arrebentaram nas rádios, na TV e nos surgimentos dos fãs clubes. Para se ter uma idéia, o primeiro álbum – com a canção “40 graus – garantiu o primeiro lugar nas paradas e 250 mil cópias vendidas!

Tudo estava indo muito bem para o grupo de meninos adolescentes cantando música pop. Porém, isso não foi o suficiente para que Luciano continuasse na banda, por problemas com o empresário. Com a saída de Luciano, o Twister chamou Alex, guitarrista, para continuar com a formação de um quarteto. Em 2001, a banda resolveu mudar de empresário e chamou o tecladista de volta. E ele aceitou! O Twister passou a ter cinco integrantes.

Além do Brasil, o Twister fez sucesso também no México, nos Estados Unidos e em Porto Rico. “Foi uma experiência inesquecível, pois fizemos muitos shows e cantamos nos maiores programas de audiência. E a nossa música era tema da novela de maior sucesso: ‘El Juego de La Vida’”, lembrou Gilson. E para Sander, tocar no exterior foi “uma experiência única”.



Com fama no Brasil e também fora do país de origem, Sander Mecca e Gilson Campos afirmaram que não deixaram o sucesso dominar suas vidas. “Nunca deixei essas coisas subirem para minha cabeça. Sempre fui o mesmo sempre”, declarou Sander, com a mesma opinião de Leo, que disse ser bem consciente em relação à fama. “Sabíamos que teríamos que trabalhar muito para conquistar o nosso espaço na música brasileira. A fama seria um resultado de um trabalho bem realizado”, declarou.

E Gilson concordou, e disse que se sentiu agradecido por tudo. “Por incrível que pareça fomos tranquilos em relação à fama e com os fãs. A música estava em nossas vidas, nossos sonhos. A aceitação do público e os resultados, tanto da venda dos CDs quanto nas execuções nas rádios, nos deu uma sensação de gratidão e contentamento. Vale a pena lutar por nossos sonhos!”, declarou Gilson.

Com apenas quatro anos de existência, o Twister começou a ter problemas, o que gerou o fim da banda. Foram dois fatores expressivos para o fim: um, a Abril Music divulgou seu fechamento oficial, e dois, Sander foi preso por posse de drogas.

“Pegamos o finalzinho das gravadoras. Um dos motivos para o fim da banda foi a falta de investimento da gravadora. E eu também fui preso...”, comentou Sander. Já para Gilson, o final também tem a ver com a gravadora: “Com essa suposta notícia [de fechamento da Abril Music], nós poderíamos executar nossos projetos paralelos”.

“O Twister chegou em um ponto onde cada um queria fazer um tipo de música e seguir caminhos distintos. Então, fizemos uma reunião e resolvemos parar no melhor momento da banda ao invés de parar sem ter algo novo para oferecer ao público”, lembrou Leo.

Aí se deu o fim do Twister. Porém, os meninos bonitinhos da banda não pararam de cantar e nem de estar em ambientes artísticos. Os projetos paralelos foram tocados, e eles têm muita coisa para contar.

A começar por Gilson Campos, que mudou do pop para a música gospel! “Eu me converti em 2001 e ainda estava no Twister. Eu já tinha no coração a vontade de cantar músicas sobre Deus. Quando paramos com o Twister em 2003, tive a oportunidade de realizar um sonho!”, explicou.

E oito anos na carreira gospel, a carreira de Gilson Campos está indo de “vento em popa”. “Hoje tenho três CDs: ‘Na Paz’, ‘Na Estrada’ e ‘Vale a Pena Servir’”, afirmou.

E não é só no campo musical que Gilson atua em sua religião, não. Ele contou que dá palestras sobre “mudança de vida através da fé em Deus”.

E em paralelo com sua carreira solo, Gilson Campos está prestes a lançar um CD com músicas românticas. “Uma forma de expressar o amor que sinto pela amada e pela vida!”, disse ele, que é casado e tem dois filhos, Miguel e Davi.


Sander Mecca também seguiu carreira como cantor, e exerce sua formação de ator também. “Tenho carreira solo e toco rock n´roll – uma coisa que sempre gostei. Na verdade, o meu novo álbum é uma mistura de música brasileira um pouco mais contextualizada”, contou ele, que lançará o disco “Inferno Amarelo”.

E Sander sabe usar as oportunidades. Com o problema que teve com o vício em drogas, o paulistano tirou proveito. “Em maio deste ano, lanço o meu livro ‘Inferno Amarelo’. Nele, eu conto tudo sobre a minha prisão, sobre as drogas e histórias da cadeia. É um diário autobiográfico”, contou o músico, que ficou um ano e nove meses na prisão.

Questionado se a fase de drogas já passou, Sander foi enfático. “É passado. Isso já era. Já cumpri tudo o que devia para a Justiça. Estou limpo”, disparou.

Além da música, Sander se dedica à dramaturgia. “Dou aulas de teatro, e estou em uma oficina de teatro com espetáculos todas as semanas”, disse.

Já Leo Richter montou outra banda, com uma pegada diferente da do Twister: rock n´roll. “Minha nova banda se chama La Madre, e surgiu no início de 2009. Tive a ideia de juntar músicos experientes para produzir um repertório de qualidade e atitude”, contou.

E além da La Madre, Leo também toca um projeto solo. “Ter um trabalho paralelo é muito bom e importante para que eu possa renovar constantemente as minhas idéias. É nele onde eu testo coisas novas e amadureço outras”, disse ele, que já lançou um CD em carreira solo em 2008, com músicas que falavam sobre os sentimentos humanos.


Gilson, Sander e Leo tocaram suas vidas com seus projetos e metas que devem ser alcançadas. O Twister ficou só para na memória, com muitas saudades. “Tenho saudade da convivência diária com meus amigos, das viagens, dos shows e dos amigos que conquistamos ao longo de nossa carreira”, comentou Gilson Campos.

Questionado se a banda tem chances de voltar, com sua formação do início, aos palcos, Sander, Gilson e Leo partilharam da mesma opinião: não.

“Mas existe uma possibilidade de fazermos uma festa em comemoração aos 10 anos da banda. Principalmente se houver interesse dos investidores, é claro”, declarou Campos.

“Voltar não. Acho que já foi! Cada um foi para um lado. Eu toparia um reencontro para gravar um DVD – já que saímos do mercado antes dessa febre de DVD”, contou Mecca.

Porém, Leo Richter contou que os integrantes da ex-banda já tinham tido a ideia de voltar com o Twister, mas parece que não deu muito certo: “Quando começamos a elaborar o projeto e ensaiar os sucessos da banda sentimos que a nossa evolução pedia algo totalmente novo, fugindo da ideia principal que seria regravar as músicas que marcaram a banda. Então, decidimos seguir com nossas carreiras”.


EGO