segunda-feira, 31 de maio de 2010

50 Cent fala sobre perda de peso


50 Cent falou sobre sua decisão de perder 25 quilos para interpretar um papel no filme 'Things Fall Apart'. O rapper de Nova York declarou ter se inspirado em um amigo que foi vítima de câncer para fazer o sacrifício.

"Eu tive um amigo que sofreu de câncer e foi isso que me motivou a escrever este roteiro," explicou 50, que fará 35 anos em julho. "Você não precisa levar tudo pro lado pessoal, mas esse projeto foi."

"É por isso que me reservei a interpretar um papel onde perdi 25 quilos," adicionou. "Eu tive que me disciplinar o bastante até conseguir, mas... eu consegui."

Gary Coleman (O Arnold do SBT) na série Um Amor de Família

Hommer Simpson:Eleito o melhor personagem dos últimos 20 anos


Homer Simpson realmente conquista os corações dos fãs. O chefe da família da animação "The Simpsons", criada por Matt Groening, foi eleito pelos leitores da "Entertainment Weekly", que votaram pelo site da revista, o maior personagem criado para a televisão e cinema nos últimos 20 anos.

"As pessoas se identificam com Homer porque todos são movidos secretamente por desejos que não podemos admitir", disse Matt. "Homer é capaz de mergulhar de cabeça em cada pensamento único e impulsivo que lhe ocorre", completou o desenhista.

O pai de Bart, Lisa e Maggie venceu o bruxinho Harry Potter, que ficou em segundo luga, seguido de Buffy, a caça-vampiros, o mafioso Tony Soprano e o vilão Coringa, de "Batman".

Ainda na votação virtual - que comemorou os 20 anos da publicação - personagens como Fox Mulder e Dana Scully do "Arquivo X", David Brent, do "The Office", Cartman, da animação "South Park" e o cômico espião Austin Powers foram lembrados entre os cem inesquecíveis. A lista completa será publicada na edição comemorativa da publicação, que divulgou, apenas, os primeiros lugares entre os personagens.

Gary Coleman (O Arnold do SBT) no seriado Drake & Josh

Arnold e Senhor Drummond em Um Maluco no Pedaço

Os Goonies 25 Anos Depois


Madonna:Who's That Girl (Quem é Essa Garota?)


Quem é essa Garota? (Who's That Girl?)



Sinopse

Quando a popstar Madonna decidiu estrelar essa comédia, ela estava no auge de sua popularidade nos anos 80 e já havia feito, há pouco tempo, outra comédia mais ou menos parecida chamada Procura-se Susan Desesperadamente. Aqui a fórmula volta a funcionar principalmente para os fãs da cantora, já que ela é o grande centro das atenções do filme. Ela interpreta uma garota que foi envolvida em um crime que não cometeu e transforma completamente, em um único dia, a vida de um advogado ao pedir ajuda a ele. Dessa forma, o cara que sempre agiu corretamente e sempre foi até mesmo meio nerd, se vê envolvido com essa bela e selvagem garota, que tem um espírito libertário e não está nunca muito disposta a seguir qualquer tipo de regra. De certa forma, foi um filme que abriu caminho para que a cantora mais tarde estrelasse produções diferentes e se arriscasse em filmes de suspense erótico como é o caso de Corpo em Evidência e até mesmo outras produções em sua praia, como o ambicioso musical Evita. O filme tem toda a estética dos anos 80 urbana e pop, e é uma boa pedida principalmente para os saudosistas, além dos fãs da popstar, claro.

Informações Técnicas
Título no Brasil: Quem é essa Garota?
Título Original: Who's That Girl?
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 1987
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Warner Home Vídeo
Direção: James Foley

Making off do filme:

Aventura Selvagem em Guarapari-ES






Veja também no Hipersessão:
Praia do Morro de Guarapari

Entrevista de Marília Gabriela para a coluna Retratos da Vida


A multifacetária Marília Gabriela conta que quando era mais nova gostava de ser elogiada pela inteligência, mas que com o passar dos anos prefere ser chamada de bonitinha. A jornalista, que começou a carreira como repórter do “Jornal Nacional”, em 1969, diz que é insegura e admite que mudou o estilo de entrevistar ao longo dos anos. “Descobri que a agressividade não leva a lugar nenhum. Passei a acreditar que informação você conquista gentilmente”, afirma. É com grande orgulho que a “Retratos da Vida” abre espaço para as “Perguntas fora do comum” respondidas por Marília Gabriela. Divirta-se!


Qual o maior perengue que já passou por um furo de reportagem?

Não sou da geração do furo. O furo deixou de existir com a globalização.

Se sente mais vaidosa quando elogiam sua beleza ou inteligência?

Quando eu era mais nova gostava de ser elogiada pela inteligência. Agora, prefiro ser chamada de bonitinha.

Em que situação você se considera menos inteligente?

Em várias situações corriqueiras do dia a dia. Sofro da síndrome da insegurança.

Já fez alguma entrevista no “enrolation”, sem saber nada do entrevistado?

Nunca.

Tem algum ritual antes de uma entrevista?

Não converso com o entrevistado antes de entrar no ar, nos bastidores. Tudo que as pessoas assistem na TV é espontâneo. Tem dado certo. Nenhum político me pediu alguma concessão ainda.

Por que mudou seu estilo de entrevistar?

Descobri que a agressividade não leva a lugar nenhum. Passei a acreditar que informação você conquista gentilmente.

Gostaria de ter um programa de auditório como o de Silvio Santos?

Já tive essa experiência na CNT e não gostei. Aquele zum zum zum no auditório me irritava. Dava vontade de mandar todo mundo calar a boca.

O que pensa sobre entrevistadores que gostam de aparecer mais do que o entrevistado?

As pessoas falam isso do Jô Soares, mas eu não concordo. O formato do seu programa é próprio para um humorista e ele interfere quando tem a oportunidade de animar ou complementar a história. Para mim é melhor que o entrevistado apareça. Este é o meu foco.

Prefere atuar ou entrevistar?

Tenho um pé no jornalismo que nunca me abandonou. Meu lado jornalista é o mais feroz, mais cruel e irônico. Atuar é a minha segunda pele.

Aguinaldo Silva ficou chateado por você ter ido para o SBT?

Ele escreveu um papel para mim em sua próxima novela. Liguei e disse: “Dessa vez vou ter que ficar de fora”. Ele entendeu. Minha prioridade agora voltou a ser meus programas.

Por onde andam os atores de Sociedade dos Poetas Mortos?

Professor Keating (Robin Williams) e seus pupilos em 'Sociedade dos Poetas Mortos'


Quando "Sociedade dos Poetas Mortos" estreou nos cinemas em 1989, apenas Robin Williams era um rosto conhecido do público. O restante do elenco era formado por jovens atores, todos em início da carreira. Algumas promessas conseguiram pegar carona no sucesso do drama e despontar, outros jamais saíram da sombra da produção.

Vinte anos depois, veja o que aconteceu com os estudantes do conservador colégio Welton que, com a ajuda do professor Keating (Robin Williams), aprenderam a aproveitar o dia e um pouquinho de latim. Carpe Diem.



Ethan Hawke (Todd)
Viver o garoto tímido que se descobre nas aulas do professor John Keating foi o primeiro passo da carreira de Ethan Hawke. Com o sucesso do filme, o ator, então com 19 anos, tornou-se galã teen e ganhou convites para diversas produções, em especial duas voltadas para o público jovem. São elas "Que garota, que noite" (Mystery Date - 1992), sucesso da "Sessão da Tarde", e o drama "Caindo na Real", filme dirigido por Ben Stiller sobre como sobreviver aos 20 e poucos anos.

Do lado superior esquerdo, em sentido horário: Ethan Hawke como Todd em 'Sociedade dos Poetas Mortos', com Julie Delpy em 'Antes do Amanhecer', com a ex-babá e atual mulher e em 'Gattaca' com a ex-mulher Uma Thurman


Mas foi com "Antes do Amanhecer" (Before Sunrise - 1995) que Ethan se consagrou (e deixou muitas meninas suspirando). O filme, que nasceu alternativo e se tornou um hit dos anos 90, conta a história de dois jovens - um americano e uma francesa - que se encontram em uma viagem pela Europa e vivem uma única noite de amor.

Tamanho foi o sucesso que, dez anos mais tarde, Ethan se propos a retomar a história de Jesse e Celine ao gravar "Antes do Pôr-do-Sol" (Before Sunset - 2004). O filme é uma continuação do sucesso dos anos 90 e mostra o reencontro dos personagens, agora com 30 e poucos anos.

Nem só de filmes alternativos viveu Ethan Hawke. Entre seus maiores sucessos estão "Dia de Treinamento" (Training Day - 2001), com Denzel Washington, "Grandes Esperanças (Great expectations - 1998), com Gwyneth Paltrow, e "Gattaca" (1997), filme em que conheceu sua mulher, Uma Thurman.

Ethan e Uma se casaram meses após se conhecerem, em maio de 1998, e tiveram dois filhos, Maya Ray e Levon Roan. O casal virou alvo preferencial de paparazzi até a separação, em 2003. Hoje, o astro é casado com Ryan Shawhughes, ex-babá de suas crianças, com quem teve um terceiro filho.


Robert Sean Leonard como Neil em 'Sociedade dos Poetas Mortos', ao lado de House como o Dr Wilson e no teatro com a peça 'The Invention of Love'

Robert Sean Leonard (Neil)
Ele é Robert Sean Leonard, mas pode chamar de amigo do House. Titular de uma das séries mais populares do mundo, o ator reencontrou o sucesso ao interpretar o Doutor James Wilson, melhor amigo (e saco de pancada) de Gregory House, o cínico e genial médico interpretado por Hugh Laurie.

Robert se tornou conhecido do público ao viver, aos 20 anos, o estudante Neil em "Sociedade dos Poetas Mortos", um jovem que se suicida ao perceber que a família não vai deixar que ele seja ator.

Após "Sociedade", Leonard fez filmes como "Os Últimos Rebeldes" (Swing Kids - 1993) e papéis de coadjuvante como em "A Era da Inocência" (The Age of Innocence - 1993), mas nunca mais teve sucesso parecido no cinema. Foi no teatro que focou sua carreira. Nos anos 90 e 2000, concorreu a quatro prêmios Tony, o Oscar dos palcos, e venceu um deles, como melhor ator na peça "The Invention of Love".


Josh Charles como Knox em 'Sociedade dos Poetas Mortos', ao lado de Lara Flynn Boyle e Stephen Baldwin em 'Três Formas de Amar' e com Embeth Davidtz no seriado 'In Treatment'

Josh Charles (Todd)
Josh Charles ganhou fama ao interpretar, em "Sociedade dos Poetas Mortos, o estudante Knox Overstreet, o garoto que encontra no amor por uma menina uma forma de libertação. Apesar do sucesso do filme, a carreira do ator não decolou. Seu maior sucesso depois mdisso no cinema foi "Três Formas de Amar" (Threesome - 1994).

Na TV, Josh conseguiu papéis importantes, como no seriado "Sports Night", vencedor do Emmy. Recentemente, fez participações em duas séries importantes, "In Treatment", que vai ao ar no Brasil pela HBO, e em "Law & Order: Special Victims Unit", transmitida pelo Universal ChannelAllelon Ruggiero antes e depois, Dylan Kussman e Gale Hansen na época de 'Sociedade dos Poetas Mortos'



Allelon Ruggiero (Steven), Gale Hansen (Nuwanda) e Dylan Kussman (Cameron)


Allelon Ruggiero antes e depois, Dylan Kussman e Gale Hansen na época de 'Sociedade dos Poetas Mortos'


Nenhum dos três conseguiu pegar carona no sucesso do filme. Dylan Kussman, o Cameron de "Sociedade dos Poetas Mortos", faz participações pequenas em filmes e seriados, entre eles, "Arquivo X", "Cold Case", "Without a Trace" e "House". Já Allelon Ruggiero, o Steven do filme, fez pontas pequenas em filmes famosos como "12 Macacos" e "O Espelho tem duas faces". Gale Hansen, o garoto que se apelidou Nuwanda no filme, entrou para o elenco de um seriado que não vingou, "Class of 96", e hoje, segundo o IMDB, trabalha com executivo em uma empresa ligada ao financiamento de filmes.

Fonte:EGO

domingo, 30 de maio de 2010

A Laranja Irritante:A Vingança da Toranja

Entrevista de Beyoncé para a REUTERS


REUTERS
Por Gail Mitchell

LOS ANGELES (Billboard) - Beyoncé talvez seja a mulher que mais trabalha no show business.


Nos quatro dias que antecederam o recente MTV Video Music Awards, por exemplo, ela encerra um ensaio geral de sua apresentação no Radio City Music Hall à meia-noite da quinta-feira. Às 10h da manhã da sexta, está de volta aos ensaios. Uma pausa em seu camarim não significa descanso: ela conversa com o pessoal da MTV sobre logística e faz uma sessão de edição de seu próximo projeto - um DVD com as imagens de um show que fez no verão no Wynn Las Vegas.

Na noite da mesma sexta, 11 de setembro, Beyoncé aparece de surpresa no show de seu marido Jay-Z no Madison Square Garden. E no dia 13, logo após o VMA, ela embarca para a Austrália para começar o trecho seguinte da turnê mundial que está fazendo para promover seu último álbum líder nas paradas, "I Am ... Sasha Fierce".


"É uma daquelas semanas carregadas", diz Beyoncé, como se não fosse nada demais.


PERGUNTA-Uma pessoa comum não consegue acompanhar seu ritmo de trabalho. Como você dá conta de tudo?


RESPOSTA-Sou uma mulher do tipo tudo ou nada. Ou não estou fazendo nada, só relaxando, lendo um livro, sentada olhando o mar e sem responder pergunta alguma, ou estou trabalhando 100 por cento, realmente dando tudo de mim.


Acabei de passar três semanas de férias, depois de dois meses em turnê. Tenho que reservar tempo para descansar, rejuvenescer e me inspirar para trabalhar de novo. Agora estou descansada, e graças a Deus que tive esse descanso, senão não conseguiria passar por uma semana como esta.


P- O que você faz para manter seu pique? Ouvi dizer que você corre na esteira de salto alto e cantando.


R-(rindo muito) Não corro na esteira de salto alto, isso seria um pouco radical. Mas ensaio minhas coreografias de salto, sim. E tenho uma regra: quando eu estou de salto, todo o mundo também precisa estar. Às vezes os dançarinos dizem algo tipo "tomara que a Beyoncé atrase", porque quando começo eu continuo o dia inteiro. No fim do dia estou com bolhas nos pés. Às vezes é realmente difícil. Também faço todas aquelas coisas chatas que todo o mundo faz nas sessões de ginástica normais, tipo agachamentos e esteira. Mas fico em forma especialmente por fazer as coreografias naqueles ensaios longos de 12 horas seguidas, durante dois meses antes de cada turnê.

Nos dias de descanso durante a turnê, faço muito turismo. Adoro visitar igrejas e museus em todo o mundo. A arquitetura nos EUA é belíssima, mas na Europa há muita história para ver. E, nos meus dias de folga, comecei a andar de bicicleta com pessoas tipo minha assistente e meu maquiador. É legal que consigo andar por aí de bike. As pessoas me vêem, mas, já que estou de bicicleta, pensam "não deve ser ela." Quando percebem que sou eu, sim, eu já estou longe. É ótimo fazer algo normal todos os dias, isso me mantêm com os pés no chão.


P-Você se surpreendeu com a popularidade enorme do vídeo do single "Ladies (Put a Ring On It)"?


R-De todos meus vídeos, esse foi o que custou menos e levou menos tempo para fazer. E acabou virando ícone. Eu não esperava isso, acho que ninguém esperava. Mas eu sabia exatamente o que queria fazer: conservar a simplicidade. Já fiz tantas coisas em vídeos, com mudanças de cabelo e trocas de figurino, iluminação, etc. Desta vez eu queria conservar tudo no mínimo.

Eu tinha visto um vídeo de 1969 (com Gwen Verdon), um take de uma coreografia linda do Bob Fosse contra um fundo branco. Pensei: "Uau, apesar de toda a tecnologia que a gente tem hoje, seria legal reduzir tudo ao mínimo - sem mudanças de tomadas e cortes de câmera, sem trocas de roupa e cabelo - e focar a performance." Tivemos exatamente 12 horas para rodar aquele vídeo.

P-Você trabalha o mesmo tanto como empreendedora. Isso vem desde que você começou a trabalhar com a L'Oreal.

R-Trabalho com a L'Oreal desde os 18 anos, e o relacionamento ainda é ótimo. Com a grife de roupas que abri com minha mãe (Tina Knowles), ainda garanto que a grife seja fiel ao que eu gosto e ao que acho que minhas fãs vão gostar. É muito importante deixar tudo ao alcance dos bolsos delas. E, nos meus concertos, oferecemos lugares por 10 dólares, para que mesmo quem não tenha muito dinheiro possa assistir.


P-Você já sabe qual será seu próximo trabalho como atriz?


R-Fiz dois filmes no ano passado; foi difícil, porque eu já estava com o álbum e a turnê. No momento estou em turnê e estarei até março, sem falar em ir e vir para participar de algumas das cerimônias de premiação. Então algo pode acontecer no ano que vem, depois da turnê. Já me mandaram muitos roteiros, e de todos há uns dez que são muito bons. Então vou ter que escolher aquele que eu gostar muito mesmo.

Todo o trabalho que fiz nos meus filmes deu resultado, porque o tipo de roteiro que estou recebendo agora mudou por completo. Eu sempre quis fazer algo mais soturno e mais dramático, porque sou melhor com drama que com qualquer outra coisa. Acho que ninguém sabia disso até eu representar Etta James. E depois fiz aquele outro filme, "Obsessed". Foi muito divertido, especialmente as cenas de luta. Adorei fazer aquelas cenas.

Não estou com pressa nessa área, porque para mim atuar é diversão. É algo que faço porque curto, não porque eu precise. Então vou ter paciência e encontrar o filme certo no qual trabalhar no ano que vem ou quando der certo.

P-O que mais está na sua lista de coisa a fazer?


R-Me interesso por muitas coisas diferentes. Eu gostaria de trabalhar com videogames, porque adoro o Wii Fit. Acho que seria uma ótima ideia incorporar coreografias, porque para mim malhar é bem mais divertido quando envolve dançar, em vez de apenas aquela coisa chata de ficar correndo na esteira. Acho que muitas mulheres curtiriam isso.

Também quero continuar a produzir filmes, mesmo que eu não atue neles, além de um documentário sobre minha vida. Na verdade, eu gostaria de fazer um filme mais ou menos baseado na infância de meu pai (Matthew Knowles). Ele teve uma vida interessante. Mas isso provavelmente só vai acontecer daqui a dois ou três anos.

P-Não podemos encerrar esta entrevista sem uma última pergunta: existe alguma base de verdade no boato sobre uma turnê e/ou álbum de reencontro do Destiny's Child?

R-Não sei se faremos outro disco no futuro próximo. E não falamos em turnê. Isso é simplesmente algo que a mídia vem aventando. Se as pessoas continuarem a falar disso, quem sabe a gente faça. Mas a qualquer momento em que as garotas precisarem de mim ou que eu precise delas, estaremos à disposição.

Entrevista de Lady Gaga para o Fantástico


“Gosto de ser reconhecida como as duas coisas: uma boa cantora pop e uma boa compositora também - para mim foi interessante poder crescer como artista junto com o público”

“Não foi sempre assim... Há apenas alguns anos, o trabalho dos artistas eram bem mais contidos. Não havia internet, e a mídia era menos invasiva. O próprio jornalismo era meio diferente, assim, hoje, de alguma maneira eu sinto que estou na minha infância e estou crescendo junto com o público. Eu tento transformar isso numa experiência positiva - e tem sido ótimo!”

“Eu acho que tinha sim um espaço aberto para um chamado de liberação - um pouco de escapismo. E isso é minha arte - minha arte é de liberação. Assim, tudo - as músicas, os vídeos, as roupas que uso - tem um pouco de ilusão de algo que não é real... Como uma história, um universo alternativo surreal - e é para esse lugar que eu quero levar meus fãs!”

“É meu estilo de vida de verdade. É assim que funciona nos meus shows: meus fãs vêm e são transportados para um outro lugar”

“Tudo veio de uma maneira orgânica - faço tudo de maneira orgânica e eu já era uma artista performática quando morava em Nova York - isso já por volta dos meus 19 anos, quando eu comecei a me interessar por isso. Antes eu gostava de uma música meio "hippie"...”

“Mas é calculado sim, no sentido de que eu penso muito sobre o trabalho - eu estudei história da arte, também estudei música e sempre toquei piano. Assim, quando eu escrevo músicas pop, eu as componho dentro de uma estrutura musical bem específica. Mas é porque eu sei onde os acordes têm que entrar, quando uma música tem que "punch" e quando têm que abrir um pouco...”

“Acho que esse é o meu talento: criar e liberar trabalhos que se encaixam num método de arte pop bem específico”

“A simplicidade é o que faz minhas músicas universais, fáceis de cantar junto. Os Beatles, por exemplo, se você parar para ouvir, tem essa simplicidade para quem ouve - mas se você tem um bom ouvido de músico, percebe que eles estão mudando os tempos e as frases sonoras o tempo todo - é bastante complicado... Só parece simples...”

“Quando eu era mais jovem eu simplesmente gostava de ouvir as músicas - e isso que é tão bacana com relação à música: você não precisa entender nada para apreciar, aliás, isso vale para qualquer arte: você não precisa saber nada sobre Picasso para gostar de Picasso. Mas se é você que está criando arte, você tem que saber o que está fazendo”

“Quando eu entrei nesse mercado da música comercial, eu percebi que tinha talendo para me expressar de mais de uma maneira - e tudo bem...”

“Quando você sai do circuito alternativo, que tem muitos artista cheios de talento, e cai num circuito mais comercial, que é mais direto, mais focado, acho que eu me toquei que sempre fazia vídeos e curta metragens; eu sempre fazia minhas roupas, criava meus shows - por que não fazer isso também agora? Quem disse que eu tenho que sucumbir a uma fórmula ou a uma idéia só...”

“Levou um certo tempo, foi preciso que eu encontrasse as pessoas certas e ao mesmo tempo manter meus amigos criativos perto de mim para me sentir confiante de fazer tudo que e queria. Cada video ou apresentação que eu faço, quero ter certeza de que minha visão é realizada”

“Para o VMA’s, eu disse: quero sangrar até morrer por quatro minutos”

“Bem, eu e meus amigos - a gente se fecha num quarto como esse, jogamos imagens. Eu estava olhando para as coisas de Frida Khalo - o coração que sangra...”

“A música chama-se ‘Paparazzi’. Superficialmente, se você não presta atenção na letra, pode apenas imaginar sobre o que ela fala, de uma maneira mais esterotipada. Mas meus fãs de verdade sabem que é sobre obsessão e sobre a arte da fama, como as celebridades comandam as câmeras - e a maneira como os paparazzi sã obcecados com fama, como o público é obcecado pela fama. Mas é também sobrea obsessão por alguém que você ama e seguir alguém que se gosta da mesma maneira como as câmeras seguem as pessoas famosas”

“Eu queria que aquela performance fosse uma espécie de ironia, de piada - e um questionamento: a fama está matando as celebridades, ou a fama está nos matando? E que momentos nós não estamos vendo?”

“Hoje em dia, os paparazzi tiram fotos radicais - selvagens! - você está vendo alguém num dos melhores momentos de sua vida... Isso é registrado e corre o mundo... Mas quando Marilyn Monroe morreu, ninguém tirou essa foto”

“Claro que sim. Mesmo a princesa Diana morreu - você viu um pouco das imagens do acidente, mas você nunca viu ela morrendo - e isso que eu quero dizer”

“Não fique tentando ver minha queda, parem de tentar olhar para nossas falhas. Nem pense em imaginar como lady gaga ficaria se ela fracassasse - elas seria alguma coisa assim...”

“As pessoas dizem... Lady gaga é só o que ela veste... E eu digo, sim! Mas minhas roupas sangram também... Como eu...”

“Eu sou música e sou uma artista. Fazer sempre a mesma música é chato. Acho que repetir uma canção sempre, martelando ela na cabeça das pessoas funciona... Mas infelizmente, com a internet hoje em dia, se eu faço uma coisa na alemanha um dia, todos meus fãs nos estados unidos ficam sabendo - por isso eu não posso repetir a mesma performance várias vezes, se não eu me torno monótona - e eu tenho idéias o suficiente para mudar sempre, então eu fico sempre variando”

"’The monster ball’, minha próxima turnê, vai ser um dos shows mais excitantes que já aconteceram!”

“O que nós fizemos é um palco que é... Bom, imagine uma caixa, uma moldura, que é do tamanho do próprio palco - todas as dimensões são enormes e se encaixa direitinho no palco - e oco no fundo. Então, quando você olha bem de frente, parece que está dentro de um diamante - uma perspectiva forçada”

“Isso força você a olhar para a tela de vídeo dentro do palco - e não nas laterais com geralmente acontece nos shows convencionais, apenas com imagens que as câmeras querem que você veja. Você tem que olhar dentro do show”

“O tema do show é "evolução" - então eu começo como uma célula, e vou crescendo e mudando ao longo do show - e enquanto eu estou crescendo, cantando as músicas dos meus dois discos, eu vou duelando com todos os meus monstros...”

“É uma turnê mundial que você está planejando?
- sim
- vai passar por todo lugar?
- sim, aliás, eu acabo de saber que vendemos todos os shows no mesmo espaço em que michael jackson faria seus shows em londres em apenas 30 minutos
- imagino que você ficou feliz...
- eu chorei!”

"’The fame monster’ é um disco novo - e é meu segundo álbum... E acho que quero lançar o terceiro no ano que vem!”

“Não acho que é justo, seria injusto com você se eu tivesse sido legal com as dezesseis pessoas com quem eu falei hoje e aí, na sua vez... Eu dou uma entrevista "meia boca" - você esperou o mesmo que todos...
- isso é um elogio, não uma crítica...
- eu sei, mas não queria ser injusta com você”

Entrevista com o jogador Neymar do Santos


Quero um Porsche e Uma Ferrari na garagem’
Neymar, estrela maior do Santos, é gastão. Mas dá 10% de tudo à igreja

Sonia Racy – O Estado de S.Paulo

Quando nasceu, Neymar ficou sem nome por quase uma semana. Indecisos, seus pais, Nadine e Neymar Santos, pensaram em “Mateus”. “Mas minha mãe sugeriu botar Neymar para ver se um dia esse nome vingaria”, conta o pai do garoto.

Neymar pai jogou futebol em clubes pequenos, o que lhe rendeu o patrimônio de um terreno. Neymar filho, aos 17 anos, já comprou uma cobertura tríplex em Santos – com piscina, sauna e espaço gourmet dentro do apartamento. Uma jacuzzi com TV de plasma ocupa o banheiro de seu quarto. Lá, a nova e grande estrela do Santos vive há cinco meses com pai, mãe, irmã e um primo – que tenta a vida como jogador.

Uma estante envidraçada com fotos, medalhas e troféus de “Juninho” decora a sala-de-estar da casa da família, onde a coluna foi recebida em dois dias diferentes. No primeiro, o pai e empresário do craque contou histórias inéditas. No outro falou o filho – mostrando-se, em família, um tímido e brincalhão.

“E pensar que o Juninho quase morreu”, emociona-se a mãe. “Ele tinha quatro meses e estava no carro comigo e com meu marido quando sofremos um acidente. Ele estava deitadinho atrás e, quando batemos, rolou para debaixo do meu banco. Mas Deus estava no controle e ele só cortou a testa. Meu marido ficou três meses na cama.”

Agora, aos 18 anos, com saúde e futebol para vender por milhões de euros, ele é “um vulcão em erupção”, conforme define seu pai – e para chateação do técnico Dunga. Neymar está solteiro. Rompeu o namoro de cinco meses com uma garota de 16 anos, do Guarujá. Seu pai bem que tenta aconselhar as namoradas do filho: “Para ser mulher de atleta, tem que fazer vista grossa. Homem apronta, mas quando a ficha cai, ele volta. Veja o Robinho, ele sossegou”.

Neymar diz que não quer saber de se apaixonar. “Agora não. Quero curtir a vida”, avisa, esparramando-se no sofá. Entrelaçando as pernas em uma almofada, narra seu sacrifício para não cair no canto das marias-chuteiras. “Você tá quietinho e elas é que vêm para cima. A gente tenta dar umas cortadas, mas é complicado. Tem que ser esperto, primeiro conhecer, ver de onde ela vem, no que está interessada, se ela gosta mesmo de você. Daí você investe.”

E o assédio é grande. “Tem mulher mais velha, mais nova, tem de tudo. Tenho que ficar com o olho bem grandão”, afirma, arregalando o seu par verde.

Para proteger o filho de companhias oportunistas e de impulsos consumistas, quem administra o dinheiro do craque é o pai. Ele diz deixar apenas R$ 5 mil na conta do moço – valor bem inferior ao salário, que hoje beira os R$ 150 mil mensais. “E cinco mil ainda acho muito, porque o Juninho não precisa comprar nada. Tem contrato com a Nike, ganha roupas, tudo. Parece um polvo, tem mais de 50 pares de sapatos.”

História que o jogador confirma. “Eu acho bom, porque a grana acaba. E sou meio gastão, né? Principalmente em viagens. Compro presente para todo mundo. Até para o cachorro, se deixar.” O jovem também coleciona relógios, perfumes e brincos. “Mandei fazer um brinco de ouro com as letras “NJ” (de Neymar Junior).”

Ele adora, também, comprar roupas. Os estilos “variam com o humor”. Fora das marcas esportivas, prefere Calvin Klein e Armani. “Calça gosto assim: apertadinha embaixo e larga na cintura. Aparecendo a cueca.”

Mas o interesse por moda é recente. Quando pequeno, ele queria mesmo era “comprar um supermercado de bolachas. Para poder comer as recheadas a qualquer hora”.

Neymar tem uma marcante passagem na infância que envolve molecagem, inveja e, novamente, bolachas. Certa vez, ele e um grupo de amigos do clube foram a uma padaria e roubaram um pacote de biscoitos. Ao perceber, o então treinador Betinho fez o grupo voltar, pagar e pedir desculpas. O deslize rendeu. Um dos pais dos meninos envolvidos foi até o presidente do clube e disse: “Esse Neymar, que vocês ficam pajeando, é um ladrão”. A história caiu como uma bomba nos ouvidos de Neymar pai, que só soube da história quando voltou à noite do CET, onde trabalhava como mecânico. “Todos estavam envolvidos, mas foram reclamar só do Juninho por pura inveja. Ele era o único a ganhar duas cestas-básicas em vez de uma.”

Por falar em inveja, Neymar pai conta que desde pequeno o filho jogava com “fitinha de Jesus” na cabeça. “Minha mulher fazia questão, que era para protegê-lo. Mas chegaram até a chamá-lo de “mascarado”. Quando foi para o Santos, teve que abandonar essa proteção.”

Com ou sem faixa, Neymar, segundo seu pai, sempre foi e continua sendo um fiel contribuinte da Igreja Batista Peniel, de Sãio Vicente. Doa 10% de tudo o que ganha para lá. “O primeiro salarinho dele foi R$ 450. Fizemos esse primeiro contratinho dele no Santos e minha mulher pegava os R$ 45 e dava para igreja todo mês. OK, ainda sobravam uns R$ 400 para pagar as contas. Daí ele passou a ganhar R$ 800. Tá bom, doa R$ 80… Só que Deus começa a te provar, né? Pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos “dizimar” R$ 40 mil? É um carro! Cara, mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram “catapatapum” reais. Meu Deus, não quero nem saber, “dizima” logo isso! (risos). É… Deus te prova no pouco e no muito”, suspira o patriarca da família Silva Santos. E o que pensa disso o jogador? Como revela na conversa que se segue, o dinheiro não lhe faz a menor falta.

Dói abrir mão de R$ 40 mil?

Para Deus, nada dói. E acho legal. A gente conhece bem o pastor da Peniel. Faz dez anos que estou lá e agora estão ampliando a igreja. Acho que se a gente acreditar em Deus, as coisas vêm naturalmente. Deus me deu tudo: dom, sucesso…

Falando nisso, qual é a parte chata de fazer sucesso?

Ah, não tem parte chata. Eu acho que é sempre legal.

Já foi vítima de racismo?

Nunca. Nem dentro e nem fora de campo. Até porque eu não sou preto, né?

O que gostaria de poder comprar que ainda não tem?

Queria um carrão.

Mas você acabou de comprar um Volvo XC-60, por R$ 140 mil, Não é um carrão?

Ah, é, mas queria uma Ferrari. Nunca andei.

Uma Ferrari ou um Porsche?

Não sei. Qual é melhor?

Não sei, também.

Ah, então eu queria um Porsche amarelo e uma Ferrari vermelha na garagem.

Qual é seu tipo de mulher?

Linda.

Prefere as loiras, as morenas, japonesas…?

Tem que ser linda. Sendo linda, tá tudo certo. E só não pode ser interesseira.

Você alisa mesmo os cabelos a cada 20 dias?

Aliso. Nem sei o que eles (cabeleireiros) fazem. Só sei que tem um cheiro ruim. Mas fica bom porque meu cabelo é meio enrolado. Aí tem que alisar para o moicano espetar. E também pinto de loiro. Sou meio maluco, né?

Parece que você tira as sobrancelhas também…

Tiro aqui embaixo (diz, penteando-as com os dedos).

E o que mais você faz para cuidar da aparência?

Depilo as pernas com uma maquininha. Da canela até as coxas. Acho que fica melhor assim. Ah, e faço o pé com a podóloga do CT (Centro de Treinamento do Santos). E, olha aqui, meu pé até que é bonitinho, né? O pessoal costuma ter a unha preta. Eu, não.

Como gosta de se divertir?

Depende. Quando eu ganho o jogo, aí saio para bagunçar. Mas se perco, prefiro ficar quieto em casa. Só jogo uma sinuca. Fico chateado, bravo e se alguém fizer uma piadinha na rua… eu não tenho sangue de barata. Também gosto de dançar. Danço de tudo: funk, psy, sertanejo, blackmusic.

Gosta de viajar?

Gosto de ir para outros lugares, mas não gosto de viajar, não. É chato ficar dez horas dentro do avião. Você anda para lá e para cá e nunca chega.

Qual o lugar que mais gostou de conhecer?

Os Estados Unidos. Fui para Nova York e Los Angeles. É tudo é diferente, né? A rua, o cheiro. Fui também para Catar, México, Nigéria.

Para onde gostaria de ir?


Hmmm… para a Disney. Gosto de parque de diversões, brinquedos radicais. Tenho medo, mas eu vou. Ah, e Cancún também. Não surfo, mas pego um “jacarezinho”.

Já tirou seu título de eleitor? Não tirei. Nem queria, mas vou ter que tirar.

Sabe quais vão ser os candidatos à Presidência?

Não sei, não

Gosta do Lula?

Não tô prestando muito atenção nisso. Mas agora vou ter que passar a prestar.

E até onde quer chegar como jogador de futebol?

Quero ser o melhor do mundo.

Entrevista com Justin Bibier


Quando foi que você descobriu que tinha um talento para a música?
Eu sempre amei a música, especialmente de percussão... Eu sou um grande fã de Travis Barker. Minha mãe comprou o meu primeiro kit de bateria quando eu tinha 4 anos, porque eu estava batendo tudo ao redor da casa, até mesmo nos sofás. Peguei a guitarra quando eu tinha 6 anos e aprendi a tocar, mas eu realmente não comecei a cantar antes dos meus 10 anos.

Como você começou a levar mais a sério?
Entrei em uma competição de canto e alguns dos meus parentes que não tinham como ir, queriam ver como eu me sairia. Eu postei os vídeos no youtube e em seguida outras pessoas começaram a ver e a se inscrever. Eu não disse aos meus amigos porque eles realmente não sabiam que eu podia cantar. Eles sabiam que eu praticava esportes. Eu só queria ser um garoto normal, e eu sabia que eles não iriam me tratar da mesma maneira se soubessem.

Seus primeiros 3 singles são todos sobre amor adolescente. Como são as outras músicas de "My World"?
A maioria são sobre amor e coisas que as meninas podem apreciar, mas também co-escrevi uma canção chamada "Down To Earth". É uma balada sobre os sentimentos que eu tinha quando meus pais se separaram e como eu ajudei minha família a passar por isso. Acho que muitas crianças tiveram seus pais separados e eles devem saber que não é por causa de algo que eles fizeram. Espero que as pessoas possam se relacionar com essa música.

Você ainda vai se manter com seus fãs no Youtube?
Oh, Definitivamente. Acho que a Internet é a melhor maneira de você alcançar seus fãs. Alguns anos atrás, os artistas não tinham esta ferramenta, então porque não usá-la agora? Eu também estou no FaceBook e meus fãs se reuniram e mandaram um cartão escrito "Fique Bem" no Twitter quando eu estava doente outro dia. Isso foi muito legal. Ultimamente, eu estou muito preocupado em ser muito próximo dos meus fãs. Só não partilho muitas informações pessoais.

Qual tem sido a maior mudança pra você desde o ano passado?
Eu ganhei muitos mais fãs e eu sou capaz de viajar muito mais. Eu fui para o Reino Unido pela primeira vez no verão, centenas de meninas saíram pra me ver. Eu não fiquei totalmente surpreso porque muitas das pessoas que comentam meus vídeos no youtube são do exterior, mas eu ainda não tinha idéia de que muitas pessoas iriam ver.

Em setembro, você apresentou o MTV Video Music Awards e defendeu Taylor Swift após Kanye West ter interrompido seu discurso de aceitação. Como foi isso?
Quando eu primeiro descobri que estava indo para o VMA, era como "UAU, isso é um negócio tão grande! Vamos às compras!" Depois que eu apresentei, Taylor Swift me agradeceu dizendo que ela merecia ganhar o prêmio. Ela disse: "Obrigado por me defender, 'pequeno irmãozinho'." E eu respondi algo como "Sim, estarei sempre aqui." Eu não estava nervoso, embora... Eu nunca fique nervoso. Eu acho que nenhum artista fica realmente.

Você esperava fazer sucesso no Brasil?
Nem imaginava. É muito legal saber disso. Tenho vontade de ir ao Brasil e conheces as lindas garotas brasileiras.

Elas estão esperando você aqui. É verdade que você beijou a Rihanna?
Sim, mas foi só um selinho.

Vocês estão namorando agora?
Não, acho que não. (risos)

A Beyoncé nao vai ficar com ciúme?
Sim, um pouco. (risos) Mas, sabe, na verdade, eu adoro uma garota brasileira.

E você lê os tweets das fãs brasileiras?
Sim, minhas fãs brasileiras são loucas. E tem um monte! Amo muito todas elas.

Como foi participar de We aAre The World?
Emocionante! Foi tudo muito legal. Ir lá e gravar com todo mundo. Eu amei.

Você soube da rixa entre o seu fã-clube e dos Jonas Brothers?
Não sei nada sobre isso. Sei que minhas fãs brasileiras são bonitas. (risos)

É verdade que você pediu o telefone da Nicole, do Pussycar Dolls?
É, é verdade. Quem te disse?

Eu li. E ela deu?
Sim, eu consegui com o Akon. (risos)

As garotas adoram seu cabelo. Você se importa muito com a sua aparência?
Não muito. Eu só arrumo o cabelo de manhã e deixo como está.

Você escolhe suas próprias roupas?
Sim. Até tenho uma stylist, mas ela só escolhe as roupas entre as que eu aprovo.

Como foi participar do Grammy?
Eu me diverti muito e ainda conheci a Beyoncé. Ela foi gente boa comigo.

Com o que você gasta seu dinheiro?
Olha, não compro muito. Prefiro que comprem pra mim. Meu empresário faz isso. Compro apenas alguns bonés.

Você se lembra do que comprou com seu primeiro salário?
Eu comprei um MacBook.

E como foi participar de True Jackson?
Foi bem legal trabalhar com Keke Palmer. Ela é muito talentosa. E eu me diverti bastante durantes as filmagens.

Você tem planos de trabalhar como ator?
Ah, adoraria pegar outros papéis e me envolver com atuação. Espero fazer mais trabalhos como ator no futuro.

Você já recebeu alguma proposta?
Ah, recebi alguns convites, mas ainda preciso pensar melhor. Não decidi nada.

E você está namorando alguém?
Não.

Você jura que não?
Sim, eu juro.

Você sabe alguma coisa sobre o Brasil?
Eu sei que as garotas aí são muito bonitas.

Qual é seu tipo de garota?
As brasileiras. (risos)

Ok. E que outra qualidade você procura numa menina?
Que ela seja brasileira. (risos)

Fonte:Revista Capricho

Entrevista com Gorete do Pânico na TV


Em entrevista exclusiva ao Virgula, ao telefone, Gorete, a intérprete de Paula Veludo do programa Pânico na TV, falou da sua vida, projetos e da mudança física na qual se submeteu no último mês graças à atração da RedeTV!. Feliz com a transformação, ela disse ainda estranhar o fato de ter todos os dentes na boca. “Não me acostumei ainda. Eu tenho me mordido direto”, contou aos risos. Preocupada com o seu futuro e tranquila com o fim do seu personagem, ela só espera conseguir um novo trabalho em breve. “Não sei onde quero trabalhar, quero ser registrada e correr atrás do meu futuro”, disse. Neste domingo (30), Gorete volta a ser atração do humorístico - que é apresentado ao vivo - a partir das 21h.
Para fechar com chave de ouro sua participação no Pânico na TV, Gorete - que todos comentam ficou mais a cara da apresentadora Márcia Goldschmidt do que da Gisele Bündchen - teve finalmente seu dia de übermodel. Afinal, se é ou não parecida com Gisele pouco importa perante a sensação de desfilar em uma passarela. Gravado nesta quarta-feira (26), ela ao lado de Sabrina Sato participaram do desfile da marca de Walério Araújo, dentro da Semana Casa de Criadores, evento de moda em São Paulo. Segundo o chefe de edição do programa, André Machado, ela experimentou na pele a experiência de ser uma top model de verdade. “Ela viveu todo o glamour que envolve uma modelo. Ela desfilou e teve seis profissionais ao seu lado cuidando dos detalhes antes de pisar na passarela”, revelou. Diretor Geral do programa, Alan Rapp ainda comemora o sucesso do quadro. “Dizem que somos apenas um programa de humor, mas fizemos um programa especial de utilidade pública aos brasileiros. Mostramos os perigos de quem não faz uma higiene bucal adequada e deu certo”, vibrou.
Confira, abaixo, a entrevista completa com Gorete:
Virgula: Você acha que mudou muita coisa em você depois da transformação?
Gorete: Minha vida ficou bem melhor. Eu como pessoa estou mais tranquila e menos estressada, agora tudo será diferente.
V.: O que você mais gostou, da sua mudança ou da reforma da sua casa?
G.: Gostei mais da minha mudança. A casa a gente conquista, a gente trabalha para conseguir ter as coisas. Arrumar meus dentes e ficar bonita com certeza vai me ajudar a conseguir emprego.
V.: No último domingo (23) parecia que você não sabia que o programa estava sendo ao vivo. Você realmente só percebeu que não era uma gravação no fim do programa?
G.: Foi isso mesmo. Eu nunca tinha participado de um programa ao vivo. Isso também não me deixou mais nervosa na hora. Foi até melhor, porque daí eu tive a certeza que estava sendo assistida no mundo todo.
V.: Você está estranhando os seus novos dentes?
G.: Com certeza. Não é fácil você não ter quase nenhum dente e do nada ter todos eles. Não me acostumei ainda. Eu tenho me mordido direto (risos). Tinha dificuldade para falar e para comer. Agora, com o novo visual, espero arranjar um serviço. Espero que uma nova porta se abra em minha vida. Não sei onde quero trabalhar, quero ser registrada e correr atrás do meu futuro. Ganhei uma academia de graça do lado da minha casa. Três meses. Eu e o meu marido. Ficamos muito contentes com o presente.
V.: Você acredita que sua relação conjugal vai mudar após sua mudança física?
G.: Não vai não. O meu marido tem ciúmes normal de mim. Não dou motivos para que ele tenha também. Claro que recebi algumas cantadas depois da minha mudança, mas agi com naturalidade quanto a isso. Eu quis mostrar para todo mundo o que eu sou de verdade. Ele entendeu isso.
V.: E agora, como fica a sua personagem no Pânico, a Paula Veludo?
G.: Ela foi uma personagem marcante na minha vida. Serei eternamente grata. Eu preferi a transformação. Não vou sentir falta dela. A personagem é totalmente diferente da Gorete, era sem dente. Eu ganhava pouco e não tinha condições de arrumar a minha casa e meus dentes. Por isso preferi a transformação. Quero estudar um dia e aprender coisas novas.
V.: Qual foi a reação dos seus vizinhos e pessoas próximas?
G.: Ficaram todos felizes, todos foram em casa me cumprimentar. Preciso agora ter um tempo para comemorar com o meu marido, tive muitas coisas para fazer depois do programa. Quero revelar algumas fotos que tirei com alguns artistas e fazer quadros para colocar na minha sala. Recentemente fotografei com a Adriane Galisteu em um Spa, foi bem legal.

Por onde anda o Alex do grupo Polegar?


Em 1989, a garotada cantava “Dá pra mim... O seu amor...” e nem se tocava do duplo sentido da música do grupo Polegar. O mais curioso é que nem os próprios integrantes, na época com 14, 15 e 16 anos, colocavam malícia na letra. “A gente não tinha essa maldade. Só fui entender depois de um tempo que a letra tinha duplo sentido (risos)”, diz Alex Gill, o vocalista e baixista da banda, que tinha ainda o guitarrista Rafael Ilha, o tecladista Alan Frank e o baterista Ricardo Maia.

O Polegar surgiu após o estouro de boy bands como Menudo e Dominó, mas com um diferencial: os integrantes não apenas cantavam e dançavam, mas também tocavam instrumentos. “Passamos dois anos nos preparando, tendo aula de música. Éramos como os Hanson. Tínhamos influencia de Roupa Nova, RPM, Beatles”, diz Alex.

Milhões de cópias em três discos

Assim como os porto-riquenhos e os colegas brasileiros do Dominó, o Polegar também virou mania nacional. Graças a “Dá Pra Mim”, o grupo ganhou o disco de platina. Com “Ela não liga”, em 1990, os garotos repetiram o feito. Em 1991, levaram o disco de ouro com “Quero mais”. “Somando os três primeiros discos da banda, são quase dois milhões de cópias vendidas”, conta Alex, em entrevista ao EGO.

Tanto sucesso não subiu à cabeça de Alex, que já se apresentava nos palcos e programas de TV desde os cinco anos. “Fui preparado para isso desde criança. Fazia parte do grupo de cantores-mirins da época. Cantei ao lado de Simony, Jairzinho, Deborah Blando. No começo, a repercussão do Polegar deu uma assustada. Mas nunca tive estrelismo, não mudei minha personalidade por causa da fama”.

Alex Gill se orgulha de ter participado, junto com o grupo, do último filme com os quatro Trapalhões. “Uma Escola Atrapalhada” (1990), que tem Angélica, Selton Mello (em estreia no cinema) e Supla no elenco, é uma espécie de “Clube dos cinco” nacional e foi feito pouco antes do falecimento de Zacarias. O tema do filme, “Sou como sou”, é do Polegar.

Fugindo da gravidez indesejada



Assim como as outras boy bands da época, o Polegar também passou por situações curiosas por conta do assédio das fãs. Em uma viagem a Minas Gerais, Alex conta que deu de cara com uma menina escondida no banheiro do seu quarto de hotel.

“Levei um susto. Ela me abraçou chorando. Dei autógrafo, tirei foto com ela”, diz o músico. Mas as surpresas daquela noite ainda não tinham chegado ao fim. “Quando abri a porta do armário, lá estavam duas meninas quietinhas, quase sem ar. Fiquei impressionado com o que uma fã pode fazer para ficar perto de seu ídolo. Por isso nunca neguei autógrafo. É obrigação do artista responder com carinho”.

Mas, para evitar problemas como uma possível gravidez indesejada, Alex lembra que tinha sempre alguém tomando conta deles. “Sempre fomos cercados de muitos cuidados, porque éramos muito jovens, menores de idade. A gente não podia ficar bagunçando. As pessoas tomavam conta para a gente não aprontar”.


Caso Rafael Ilha: 'Não sei se pude ajudá-lo o suficiente'


Atualmente, Alex Gil tem 35 anos e está noivo da advogada Daniela, com quem namora há quatro anos. Dos ex-Polegares, é o mais ligado à música. Tem um estúdio há mais de 10 anos e já produziu artistas como Dominó e Pepê e Neném. Contente com o revival dos anos 80, ele viaja o país com colegas da geração, como ex-paquitas, Afonso Nigro, Silvinho Blau Blau e Silvio Brito. “As pessoas vibram muito. E sempre pedem para tocar ‘Dá pra mim’”.

Quando aos outros integrantes do Polegar, cada um seguiu seu rumo. O tecladista Alan Frank formou-se em Medicina e tem hoje seu próprio consultório de Oftalmologia. O baterista Ricardo Maia se tornou advogado, mas não abandonou a música por completo: é cantor e líder da Banda Orkut. Já o guitarrista Rafael Ilha, o mais polêmico dos quatro, envolveu-se com drogas, escândalos em sua clínica de reabilitação e foi internado em maio deste ano em uma clínica de recuperação.

Sobre o ex-parceiro, Alex Gill lamenta: “Éramos como irmãos, vivemos muita coisa juntos, pegamos um avião que quase caiu... Fiquei triste de vê-lo passando por problemas. Eu era muito jovem quando ele entrou em crise, não sei se pude ajudá-lo o suficiente. Mas se ele precisar de mim, é só me procurar”.

Por onde anda o casal do filme Romeu e Julieta?


A história de amor mais conhecida do mundo teve sua mais bela versão para o cinema filmada em 1968. “Romeu e Julieta” foi dirigido por Franco Zeffirelli e apresentou ao mundo um casalzinho apaixonante digno do romance escrito por William Shakespeare. Olivia Hussey e Leonard Whiting foram escolhidos para interpretar os herdeiros das famílias inimigas Capuleto e Montéquio que se apaixonam e acabam morrendo por amor.

Considerada uma das mulheres mais bonitas do mundo na época, Olivia Hussey é filha de uma inglesa e de um cantor de tango argentino. Ela viveu em Buenos Aires nos primeiros anos de vida e depois se mudou para a Inglaterra. Desde cedo, fez escola de teatro, até que aos 15 anos foi selecionada entre outras 500 candidatas para viver Julieta. Zeffirelli teria primeiro escolhido outra menina, já que achou Olivia gordinha. Mas a atriz selecionada cortou o cabelo e foi cortada do elenco. Quando Olivia voltou para um segundo teste, conseguiu conquistar de vez o diretor.


Já Leonard Whiting – que quando jovem era a cara de Zac Efron - nasceu na Inglaterra e desde os 12 cantava em grupos de pop inglês. Encenou alguns musicais até ser chamado para participar do teste para Romeu. Zeffirelli testou cerca de 300 jovens ao longo de três meses, até que descobriu Leonard. “Ele tem um rosto magnífico, é doce, melancólico, o tipo de jovem idealista que Romeu deve ser”, disse o direto

A cena clássica de "Romeu e Julieta" de Franco Zeffirelli

Leonard: ‘Eu era loucamente apaixonado por ela’

O filme, que levou o Oscar de melhor fotografia e figurino, foi tão impactante que muitos espectadores achavam que Olivia e Leonard eram um casal na vida real. “Eu era loucamente apaixonado por ela. Mas nossos caminhos não coincidiram, infelizmente. Ninguém entende o motivo, mas é verdade. Eu gostava muito dela”, disse Leonard, em uma entrevista em 1995.

Além de cenas românticas, o filme tem ainda imagens do jovem casal nu. Zeffirelli precisou de autorização para fazer a cena, já que Olivia era menor de idade na época. Na première do filme em Londres, a atriz também não pôde comparecer, por conta das cenas de nudez. Ainda que a mulher nua em questão fosse ela mesma.


Julieta virou Madre Tereza

Após o sucesso de “Romeu e Julieta”, Olivia seguiu fazendo papéis no cinema e na TV. Trabalhou com Zeffirelli ainda em “Jesus de Nazaré”, interpretando Maria. Também atuou em “Horizonte Perdido”, ao lado de Liv Ullmann. Mais recentemente, encarnou Madre Teresa de Calcutá em filme para a TV. Casou-se três vezes e tem três filhos. Está com 58 anos.

Já Leonard teve uma carreira menos promissora. Interpretou Victor Frankenstein em filme para TV nos anos 70 e fez alguns papéis em filmes europeus. Depois só voltou à ativa nos anos 90, ao emprestar sua voz a um seriado de TV. Com 59 anos, casou-se duas vezes e tem duas filhas.

Por onde anda a garota do filme O Exorcista?


“Eu queria ser uma princesa.Queria estar nos filmes da Disney, queria estar em ‘Lassie’ e ‘Flipper’. Não queria ser um monstro”, disse Linda Blair em entrevista, após impressionar como Regan, a menininha possuída pelo demônio em “O Exorcista” (1973).



Escolhida entre 600 candidatas, a atriz levou para toda vida a sina da personagem, para o bem e para o mal: ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, além de ter sido indicada ao Oscar na mesma categoria.


Mas o que seria uma promissora carreira de atriz acabou degringolando. Logo após o lançamento do filme, Linda recebeu ameaças de morte, o que fez a Warner Brothers contratar policiais para viver com a família Blair por seis meses.


Carreira decadente

“As pessoas não conseguiam me separar do monstro em que me transformei no cinema. Perdi a conta de quantas vezes me pediam para girar minha cabeça”, lamentou Linda, referindo-se à famosa cena do filme. Talvez por estar marcada como a demoníaca Regan, Linda perdeu o papel de Emmeline em “A Lagoa Azul” para Brooke Shields. Ela também foi cotada para viver Iris em “Taxi Driver”, mas quem interpretou – e muito bem – a personagem foi Jodie Foster
A atriz até conseguiu destaque como a adolescente alcoólatra no filme “Sarah T. - Portrait of a Teenage Alcoholic”, de 1975. Mas ao optar por participar da continuação “O Exorcista II: O Herege”, sua carreira ficou definitivamente marcada pelo papel e o gênero. Nos anos 80, Linda Blair atuou em alguns filmes de terror ruins, e foi indicada a pior atriz no prêmio Framboesa de Ouro por bombas como “Noite Infernal” ("Hell Night", de 1981), “Correntes do Inferno” (Chained Heat", de 1983) e “Patrulha noturna” ("Night Patrol", de 1984).


Presa por posse de drogas

A decadência profissional veio junto com um drama pessoal. Antes dos 18 anos, Linda já bebia e usava cocaína. Até que um deslize a levou para a cadeia. Durante uma viagem à Flórida, para o funeral de um dos membros da banda Lynyrd Skynyrd, um dos presentes teriam-na apresentado a traficantes. Linda teria voltado para Connecticut com cocaína, e desde então mantido contato com os vendedores da droga.


A polícia chegou até os traficantes, e Linda foi presa. Em sua defesa, disse que na verdade estava negociando a compra de filhotes. Mas os guardas encontraram anfetaminas em sua bolsa e ela recebeu uma pena de três anos. Linda também se envolveu com o cantor de R&B Rick James, viciado em cocaína, que teria composto para ela o hit "Cold Blooded, em 1983.


A recuperação

Felizmente, dos anos 90 em diante Linda conseguiu se recuperar. Abandonou o vício e passou a se dedicar à causa dos animais. Criou uma fundação, a “The Linda Blair World Heart Foundation”, que cuida do resgate e da adoção de animais, e também é membro da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals). Vegetariana, cria livres no quintal de casa galinhas, cachorros e até cavalos.

Sua vida profissional também entrou em ascensão, mas nunca ao ponto do estrondoso sucesso do início. Participou de “A Repossuída”, sátira a “O Exorcista”, e de “Pânico”, sucesso com Neeve Campbell no papel principal.



Seu último papel de destaque foi uma policial cética na série “Supernatural”, em 2006. “Eles escreveram um episódio especialmente para mim, e não há nenhum demônio nele, o que foi um dos meus pedidos”, contou ela, em entrevista ao TVGuide.com.

Em 2009, Linda apareceu em mais uma sátira a filmes de terror, “Imps (The Immoral Minority Picture Show)”. Apesar da data, o filme foi na verdade rodado em meados dos anos 80.

Morre o ator Dennis Hopper

Dennis Hopper morreu aos 74 anos na manhã deste sábado, 29, em Los Angeles. O ator e diretor sofria de câncer de próstata e estava em casa, no subúrbio de Venice, cercado por amigos e a família. Hopper atuou e dirigiu Easy Rider - Sem Destino, road movie de 1969, considerado sua obra-prima. Ele também esteve em filmes como Apocalypse Now, Veludo Azul e Hoosier, que lhe valeu uma indicação para o Oscar.

Hopper foi casado cinco vezes e teve quatro filhos, Marin, Ruthana, Henri e Galen, filha de Victoria Duffy. Hopper e Victoria separaram-se este ano, depois que o ator a acusou de ter roubado uma coleção de arte avaliada em 1 milhão de libras.

A última aparição em público na Calçada da Fama em março

Gorete do Pânico mostra fotos de sua transformação


Nova queridinha do público, Gorete, que interpretava a desdentada Paula Veludo no humorístico Pânico na TV, da RedeTV!, teve novas imagens de seu processo de transformação divulgadas.

Ela, que participou do quadro Gorete Quer Ser Gisele, teve seu visual completamente repaginado além de intervenções cirúrgicas, que lhe garantiram uma nova aparência.

Auxiliada pelo dentista Anderson Bernal, de quem acabou amigo, Gorete teve sua dentição completamente modificada e perdeu a vergonha de exibir seu sorriso em público.

"É uma satisfação poder devolver para Gorete, a sua dignidade, auto-estima e, poder garantir a ela um futuro brilhante", disse o dentista ao Terra.



sábado, 29 de maio de 2010

Por onde anda a turma do TV CRUJ?


Quem não se lembra do Comitê Revolucionário Ultra Jovem (CRUJ)?A galerinha que entrava no ar pela TV CRUJ habitualmente as 6 da tarde, com histórias rápidas e interessantes, anunciando os desenhos do Disney Club, exibido de 1997 a 2002 na tela do SBT!
Veja por onde estão e o que fazem depois de quase dez anos do fim do programa:



Caíque Benigno (Macaco)


Caíque Benigno era o ator por trás de Macaco, um dos primeiros e mais populares membros do Comitê Revolucionário Ultra Jovem. Seu personagem era responsável por "dar o play" nos desenhos animados do programa, sempre respondendo "é pra já" antes de executar sua nobre função.

Caíque interpretou o personagem durante 2 anos (1997 - 1999) quando saiu da trupe. Na opinião de merda desse Nerd que vos escreve, o seu personagem era de longe o mais fodão da trupe.

Que fim Levou ?

Atualmente Caíque deixou o carreira de ator para se tornar ... um músico !!
Com o nome artistico de DJ Caíque, o ex-Macaco hoje ganha vida como um produtor, compositor e cantor de Rap, uma paixão que adquiriu ainda nos tempos em que era apenas um "Ultra Jovem".

Em sua carreira músical, ele já gravou 7 albuns e participou de nada menos que 17 albuns (oO).

O cara ainda é dono de um selo independente: 360ºgraus records.

Ainda não acredita nisso ?



Confira uma entrevista dele logo abaixo:


Danielle Lima (Pipoca)


Danielle Lima era a garota por trás do nariz de palhaço, no qual se identificava como Pipoca. A personagem de Dani entrou no programa no ano de 1999, ficando até o fim do programa (no inicio de 2002).

Com a saída de Macaco do programa, a jovem Pipoca adquiriu do próprio o "o poder de dar o Play" nos desenhos da atração, tarefa que cumpriu com muito empenho. Afinal, como diria o finado Tio Ben: "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades".


Que fim levou?


Confesso que foi difícil encontrar informações a respeito da vida pós-Cruj de Dani Lima. Mas, depois de procurar em diversos sites, eu consegui algumas informações a respeito da eterna Pipoca.

Depois do Cruj, a atriz participou da novela Metamorphoses da Record (no papel de Luiza) e posteriormente do seriado Vila Maluca da Rede TV (aquele onde o protagonista era a gordaça das pegadinhas do João Kleber) no papel de Morgane.

Alem dos papéis na tv, Danielle Lima atua também no Teatro através da Cia de Teatro Criando Condições. Ela já participou de peças como "À Caminho de Oz", onde interpreta ninguém menos que a protagonista Dorothy Gale.

Se as minhas pesquisas não estão erradas, atualmente ela faz parte de uma peça inspirada em "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carrol.

E quem ela interpreta ?

A jovem Alice, claro.

Diego Ramiro (Caju)


Diego Ramiro deu vida a Caju, o grande mentor por trás do Comite Revolucionário Ultra Jovem. Caju era um jovem gênio (fã da Disney) capaz de montar Hardware e Software sem ter feito uma única faculdade xD. E mais, o cara era tão foda que transformou um guarda chuva (que mais parecia um balão de festa junina oO) em uma super antena transmissora =D.

Diego ficou a frente do programa durante todos os seus anos de exibição (ou seja, de 1997-2002).

Que fim Levou ?


Diego Ramiro deu vida a Caju, o grande mentor por trás do Comite Revolucionário Ultra Jovem. Caju era um jovem gênio (fã da Disney) capaz de montar Hardware e Software sem ter feito uma única faculdade xD. E mais, o cara era tão foda que transformou um guarda chuva (que mais parecia um balão de festa junina oO) em uma super antena transmissora.
Diego ficou a frente do programa durante todos os seus anos de exibição (ou seja, de 1997-2002).


Que fim Levou ?

Com o fim do programa, o ex-Caju deu um tempo para a vida artística para se dedicar a uma causa muito nobre: concentrar nos estudos.

Diego voltou as telinhas em 2005, só que dessa vez na Rede Globo. Ele participou naquele ano do Sítio do Pica Pau Amarelo (no papel de César Britto/Mascará Verde) e do seriado "Carandiru, Outras Histórias" (spin-off do filme Carandiru).

Diego também participou de diversas propagandas: em 2007 fez parte da propaganda do barbeador Gillette Prestobarba 3 (como rapaz com três mulheres que gostaram de seu barbeado), em 2009 ele fez uma propaganda para a Chevrolet (onde fazia um filho perguntando ao pai sobre "água no carburador", e no mesmo ano fez essa propaganda para a Skin:





Jussara Marques (Maluca)


Jussara Marques interpretou a personagem Maluca, a primeira personagem feminina do programa. Seu codinome era uma perfeita combinação de sua pessoa segundo os garotos: Malu era super feminista, viciada em cor-de-rosa, vaidosa e amante roupas extravagantes que nem estavam na moda da época.

Isso sem contar que ela chegou ao programa de para-quedas (entrando pela entrada da antena...que mais parecia um balão de festa junina...sim, eu insisto nisso) oO.

A personagem de Jussara ingressou ao CRUJ no ano de 1997 e ficou até o final da atração.

Que fim levou?


Com o fim do Disney Cruj, Jussara se dedicou a uma atividade que eu admiro muito: a dublagem.

No cinema, a ex-Maluca já participou da dublagem de filmes como Rebobine, Por Favor, Juno, A Bússola de Ouro, Kill Bill 2, Dançando para a Vida, High School Musical entre diversas outras produções.

Na Tv, Jussara já participou da dublagem dos seriados Skimo, Karkú, Phil do Futuro, Normais Demais e Punky - A Levada da Breca (nesse caso, na redublagem da série). Nos desenhos animados, ela esteve em Ei, Arnold!, As Aventuras de Jackie Chan, W.I.T.C.H entre outros.

Mas Jussara é conhecida mesmo por seus trabalhos referentes a animação japonesa. Para se ter idéia, a personagem mais famosa interpretada por ela foi:

A neta de Goku, Pan

Alem de DBZ/DBGT, Jussara participou de Evangelion, Blood+, Bucky, Love Hina, Sailor Moon, Di Gi Charat, Planet Survival, Nadesico entre outras animações.


Leonardo Monteiro (Chiclé)


Leonardo Monteiro era Chiclé, o irmão mais novo de Caju. Antes da entrada de Pipoca, ele era o membro mais novo da trupe. Uma das frases mais recorrentes do personagem era "Meu irmão, meu ídolo".

Leonardo, assim como Diego, ficou no programa durante toda a sua duração na grade do Sbt.


Que fim levou?

Achar informações sobre o ex-Chiclé foi um tanto difícil, uma vez que este deixou a TV após o fim do programa. Em 2005, ele deu uma entrevista onde dizia estar fazendo cursinho para entrar na USP.

Pois bem, Leonardo conseguiu entrar na USP para o curso de Engenharia Mecânica (Se ele se formou ou não, isso eu não sei ). Em alguns sites consta que ele já chegou a trabalhar como Professor, mas não disseram se ele ministrava aulas na faculdade ou em cursinhos/colégios.




Murilo Troccoli (Rico)


E por fim temos Murilo Troccoli, o último membro a entrar para o grupo. Na pele do personagem Rico, como o próprio nome codinome sugeria, Rico era um garoto muito...er...Rico =P. E assim como Maluca, ele entrou no QG da turma atravessando o buraco da antena com um para-quedas oO.

Porem o personagem de Murilo ficou pouco tempo no programa: apenas 1 ano (1999-2000).

Que fim Levou ?

A única coisa que descobri sobre Murilo era que ele participou em 2001 da novela Direito de Nascer, do SBT. Depois deste trabalho, não encontrei nenhum registro ou foto do ator pela internet.
Então...é iso aí...
"CRUJ, CRUJ, CRUJ...Tchau!!!!!

Fonte:Blog Nerdologia Alternativa
Autor:Marcel
Acessem:

Por onde anda Lu Barsoti do Fantasia e Programa Livre do SBT?


Tendo como ídolo o empresário Antonio Ermírio de Moraes, Lu Barsoti começou a trilhar a sua carreira na comunicação sem querer. Seguindo a frase do seu ídolo, Lu nunca mais esqueceu o papo que teve com Antonio Ermírio: “Se a gente acreditar no Brasil, ele (o país), chega lá”. Acreditando naquelas palavras, Lu voltou-se para a sua vocação: comunicar-se.

Estar na tevê nunca foi seu projeto. Em Rio Claro, cidade onde morou boa parte de sua vida, Lu decidiu criar o Jornal Escolar e, após sua iniciativa, concedeu uma entrevista para um jornal, onde semanas depois estreava a sua própria coluna, a Cidadinha, um suplemento infantil encartado semanalmente no periódico.

Muitos artistas foram sabatinados por Lu, que aos 10 anos não poupava esforços para conversar com seus ídolos. Eliana, Beth Faria, Luis Gustavo e a dupla Zezé di Camargo e Luciano, foram alguns dos entrevistados que conversaram com a jornalista mirim

“Eu sempre achei que criança deveria saber um pouco de política, e decidi que teria que entrevistar o governador Fleury. Mandei uma carta e, para minha surpresa, ele que me convidou para uma entrevista no palácio”, lembra.

Mais uma vez o destino a coloca frente às celebridades e, como a situação da Santa Casa de Misericórdia de Rio Claro não ia bem, Lu, mais uma vez com a sua coragem de gente grande, decidiu pedir um show beneficente para a dupla Chitãozinho e Xororó, que prontamente aceitou o seu pedido: “Em 25 de março de 1995 fizemos um grande evento. Muita gente compareceu e, com o dinheiro do show, conseguimos reformar a ala infantil da Santa Casa. Aconteceu a inauguração e, na hora de agradecer, muitas pessoas que não
estavam envolvidas foram agradecidas e passou despercebida a colaboração de muita gente, inclusive aos próprios Chitãozinho e Xororó.”

Ao ver tamanha ingratidão, Lu decidiu parar de vez com a comunicação:

“Eu nunca havia imaginado o poder da comunicação, e a própria redação do jornal ficou assustada com as dezenas de cartas e telefonemas, pedindo que a coluna voltasse. Eu dizia que não, que só voltaria se pudesse agradecer realmente as pessoas que haviam me ajudado.”

Com a sua decisão, seu leitores decidiram escrever uma carta ao programa Em Nome do Amor, contando sua história. Pouco tempo depois, lá estava a colunista mirim, ao lado de Silvio Santos, no palco do programa:

“Cinco minutos antes do programa começar, o Silvio veio no camarim, para que não tivéssemos o impacto de estar ao lado de um mito da tevê. Ele conversou um pouco e fui para o palco. Pude fazer a homenagem ao Chitãozinho e Xororó, mas no meio da entrevista, o Silvio perguntou se queria trabalhar na televisão, e eu respondi que gostaria muito de ser a editora chefe do jornal.”

Sete dias foram necessários para Silvio enviar à Rio Claro, um diretor para convencê-la a trabalhar no SBT. Lu aceitou. De imediato, a menina “caipira” ganhou uma nova roupagem. Aulas de etiqueta, fono, interpretação para tevê, além de tratamentos ortodônticos, marcaram a preparação de Lu para estrear no SBT:

“Tudo aconteceu de repente, com a saída do Serginho Groismann do SBT e, em uma sala de reunião, com um diretor, soube que presentaria o Programa Livre semanalmente, ao lado da Cristina Rocha, do Ney Gonçalves Dias, da Márcia e do Otávio Mesquita.”

Mas com a chegada de Babi, recém contratada da MTV, seis meses depois o programa deixava de ser apresentado pela equipe, que foi transferida para o Fantasia: “O programa era exibido aos sábados e ficou só seis meses no ar. Gravei um piloto de um programa que o Silvio comandou no início de sua carreira.”

Com o projeto engavetado, Lu soube que não faria mais parte do elenco da emissora:

“Em 2000, fui misteriosamente demitida e, desolada, tentei
falar com o Silvio, sem sucesso. Um mês depois, fui
recontratada e comecei a gravar alguns pilotos do programa
Pequenos Brilhantes.”

Porém, quando tudo estava pronto, mais uma vez o programa foi engavetado e Lu ficou mais seis meses aguardando uma definição sobre sua carreira.

Logo que foi demitida do SBT, Lu quase mudou-se para Portugal, onde apresentaria uma atração por lá, porém, a indecisão de sua adaptação em terras lusitanas acabou deixando de lado a proposta de uma grande emissora passar, e Lu decidiu ficar no Brasil. Profissionalizou-se cursando Comunicação Digital, em uma conceituada faculdade paulista, produziu o Teleton de 2002 e 2003 e ancorou um programa em uma tevê na web.

Atualmente, cursando Pós-Graduação em jornalismo, na Puc-SP, Lu Barsoti confessou a reportagem de OFuxico que gostaria muito de saber o real motivo de sua saída da tevê.

“Nunca consegui descobrir se fui demitida pelo Silvio Santos ou se puxaram meu tapete no SBT”, finaliza.